Enquanto há a falta da ACWY, posso dar a Meningo B? Meu filho tem 5 meses.

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Luciana, que perguntou se, enquanto há a falta da ACWY no mercado, pode aplicar a Meningo B no seu filho de cinco meses.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Existe diferença nas composições das vacinas da rede pública em relação às vacinas da rede privada?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Daniella, que perguntou se existe diferença nas composições das vacinas da rede pública em relação às vacinas da rede privada.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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A vacina Hepatite A pode ser aplicada juntamente à vacina Meningo B?

No áudio acima, o Dr. Edimilson responde à dúvida da Karla Magri, que perguntou se a vacina Hepatite A pode ser aplicada juntamente à vacina Meningo B.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Quais são as referências que fundamentam a não aspiração antes da administração de vacinas intramusculares?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Ana sobre as referências que fundamentam a não aspiração antes da administração de vacinas intramusculares.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Meu filho tomou vip na rede pública. Ele pode tomar a Pentavalente da rede privada?

No áudio, o Dr. Edimilson responde à dúvida da Sra. Aguiar sobre superdosagem.


Pergunta: "Meu filho tomou a vip na rede pública. Ele pode tomar a Pentavalente na rede particular ou há risco de superdosagem?"


Dr. Edimilson responde que não há nenhum inconveniente em tomar a Poliomielite Inativada da rede pública (vip) e tomar a Pentavalente na rede particular, essa informação vem sendo orientada, inclusive, pela Sociedade Brasileira de Imunizações.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Validade das Vacinas | Dr. Edimilson responde

Validade das Vacinas: uma dúvida frequente entre os pais. No vídeo acima, o Dr. Edimilson Migowski, renomado infectologista, esclarece o tema.


Aproveitamos para contar um pouquinho sobre a nossa Cadeia de Frio para você conhecer como a vacina é bem cuidada por toda a nossa equipe, em todos os processos, incluindo a questão da validade das vacinas, que é sempre monitorada por toda a equipe envolvida - na Beep você se vacina com segurança.


Tudo começa no nosso CD, Centro de Distribuição, que possui os mesmos equipamentos da Tecnocold - referência em distribuição de vacina.


Nosso estoque trabalha com a câmara fria INDREL®, específica para armazenamento de vacinas com gerador próprio de 48 horas de duração, garantindo a qualidade dos produtos de eventuais quedas de energia.


Para o transporte do produto do CD até a sua casa, realizamos o processo Cadeia de Frio, que garante total segurança através do uso da Câmara Fria portátil.


Desde o fabricante, passando pelo armazenamento e distribuição, até chegar em sua casa para a aplicação, a temperatura da vacina é constantemente monitorada - ficando entre 2º a 8º constantes.


Vale destacar que a nossa Câmara Fria portátil possui sistema de alarme avisando qualquer oscilação. Seu sistema de homogeneização de temperatura garante distribuição uniforme por todos os 15 litros de capacidade.


Durante o atendimento, as enfermeiras explicam todo o procedimento, as possíveis reações e colam na caderneta o adesivo do lote de cada vacina que é aplicada. Havendo qualquer dúvida, elas estão prontas para esclarecer.


Essas informações te ajudaram a esclarecer o tema? Compartilhe com os seus amigos que também apresentam essa dúvida!


Médica e criança interagindo - indique um amigo - beep

Pentavalente nas redes pública e privada

Por conta da alta demanda de perguntas que estamos recebendo, a Amanda Reis Junqueira, Gerente de Imunizações da Beep Saúde, explica a diferença da vacina Pentavalente nas redes pública e privada.

Na vacina Pentavalente da rede pública, o componente pertussis (coqueluche) possui células inteiras, já na rede privada, é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras.

E o que isso significa? A eficácia e segurança de ambas é a mesma, a diferença está nos efeitos adversos que, de acordo com estudos comparativos, são significativamente menores quando aplicada a vacina acelular, da rede privada.

Além disso, é importante saber que existe uma diferença na combinação das doenças que elas previnem. Leia abaixo com atenção:

• A Pentavalente do SUS protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e haemophilus influenzae tipo b, portanto, a poliomielite, é aplicada separadamente com mais uma picadinha.

• A Pentavalente da rede privada protege contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite inativada e haemophilus influenzae tipo b.

Por esse motivo, a aplicação da pentavalente, na rede particular, é indicada aos 4 meses dos bebês a termo, ou seja, bebês nascidos entre as 37 e as 41 semanas, que não precisam da dose de Hepatite B quando contemplados pela Hexavalente Acelular aos 2 e 6 meses de idade.

Compartilhe essa informação com os amigos e familiares, todos precisam saber a diferença da vacina Pentavalente nas redes pública e privada. Estar bem informado é essencial para cuidar da saúde de forma eficaz e preventiva.

Se a dúvida persistir, entre em contato com a Beep Saúde. Teremos enorme prazer de esclarecer todas as informações necessárias.

Agende a vacina Pentavalente na Beep Saúde e receba a aplicação no conforto da sua casa, de domingo a domingo! Nossa equipe tem "Mãos de Fada", você vai se questionar se foi utilizada uma agulha!


Setembro Amarelo | Prevenção ao suicídio

Depressão na infância no Setembro Amarelo

Estamos no Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio - tema que deve ser debatido com frequência. Então, pegando carona no tema, a Dra. Cristiana Meirelles, pediatra, fala sobre esse mal que também habita, muito mais do que imaginamos, os universos da infância e adolescência - são muitos os casos de depressão na infância.


"Nos últimos anos, estamos vivenciando um aumento do número de crianças e adolescentes com depressão.


Pesquisas demonstraram que uma em cada 37 crianças foram diagnosticadas com depressão entre 2011-2012 nos EUA. O suicídio foi a segunda causa de morte entre crianças de 12 a 17 anos em 2010, segundo dados da OMS - portanto, a situação é realmente preocupante! Precisamos falar sobre a depressão na infância.


Quais são as causas desses transtornos depressivos? Não há uma isolada e sim vários fatores que podem interagir levando à depressão, como questões genéticas, fisiológicas, ambientais e temperamentais.


Como muitos pais têm dificuldade em identificar a depressão nos filhos, listei os principais fatores que representam um risco maior de depressão na infância e adolescência. São eles:


  • Problemas emocionais graves durante a gestação.
  • História familiar de depressão ou transtornos psiquiátricos.
  • Tentativa de suicídio em parente próximo.
  • Depressão materna.
  • Estresse tóxico na infância, incluindo agressões físicas, morais e verbais, excesso de cobrança, abuso sexual, falta de afeto e de presença qualitativa dos pais, exposição precoce ao trabalho infantil, perda recente da figura de referência (devido à morte ou separação), agenda “mini executivo”.
  • Cyberbullying.
  • Exposição excessiva às telas, como TV, tablets e celulares.
  • Exposição a conteúdos inadequados ou violentos (por games, vídeos, filmes, desenhos e mensagens de texto).
  • Quadro de ansiedade excessiva.
  • Privação crônica de sono devido a horários inadequados de dormir e despertar e quantidade insuficiente de horas de sono pela faixa etária.
  • Terceirização da infância com redução do tempo de presença dos pais.
  • Oportunidades de brincadeiras restritas.
  • Pouca convivência com os pares.
  • Tempo ao ar livre e brincadeiras na natureza limitadas.


Como a criança não é capaz de compreender e expressar bem seus sentimentos, os adultos muitas vezes interpretam os sinais de depressão como crises da idade e essa prática também se replica, muitas vezes, ao adolescente. Por isso, a doença é mais difícil de ser diagnosticada.


Você sabe quais são os principais sinais e sintomas da depressão para os quais devemos estar atentos? Também listei alguns. São eles:


  • Sentimento de culpa ou baixa autoestima; dificuldade de tomar decisões.
  • Distúrbios do sono, como sonolência excessiva, insônia, despertar precoce.
  • Apatia.
  • Desinteresse pelas atividades habituais e por brincadeiras.
  • Redução da energia ou irritabilidade/agitação.
  • Dificuldade de concentração.
  • Alterações do apetite, desde comer em excesso à anorexia e alterações do peso.
  • Agitação psicomotora ou lentidão.
  • Pensamentos suicidas, comportamento de auto injúria.


Se estes sintomas estiverem presentes por mais de duas semanas e acarretarem prejuízo nas atividades da criança ou adolescente na escola e no seu meio social, há forte suspeita de depressão.


Além desses, existem outros sinais inespecíficos que podem
estar presentes nas crianças menores de 12 anos, como:


  • Dor na barriga, dor de cabeça, enjoo, dores nas pernas (sem causas aparentes).
  • Choro fácil.
  • Comportamento de roer unhas ou morder lápis, mutismo seletivo abrupto (recusa em falar) e tiques.
  • Distúrbios do sono, como insônia, medo de dormir sozinho, pesadelos frequentes, terror noturno, sonolência excessiva.
  • Enurese noturna (voltar a fazer xixi na cama).
  • Recusa em ir à escola.
  • Dificuldades escolares e queda do rendimento escolar.
  • Agitação, irritabilidade, agressividade.
  • Comportamento opositor.


Essas queixas não devem ser minimizadas pelos pais, familiares e professores e as crianças devem sempre ser levadas às consultas com o pediatra assistente.


O que podemos fazer quando há risco de depressão na
infância?


Organizar a rotina de sono, com horário e tempo satisfatórios por idade, é essencial. Também devemos nos atentar ao tempo e conteúdo de tela, sempre seguindo as recomendações por idade. Brincadeiras e atividades de lazer, principalmente com a participação dos pais, é imprescindível - aliás, é recomendada atividade física de 60 minutos ao dia. Praticar técnicas de relaxamento ou "mindfulness" também é um estímulo indicado. É de extrema importância que a escola esteja continuamente orientada para saber lidar e guiar a criança da forma mais adequada.


E qual o tratamento da depressão? Além das medidas acima, a criança e a família devem ser encaminhadas para psicoterapia. Técnicas de meditação e atenção plena podem ajudar. Além disso, medicações ansiolíticas e antidepressivas devem ser usadas nos casos de depressão moderada a grave, prescritas por profissional experiente.


Proporcionar um ambiente afetuoso, harmonioso e estimulante torna o processo de cura mais rápido e efetivo."


Fonte | Departamento Científico Pediatria do
Desenvolvimento e Comportamento (2016-2018) • Sociedade Brasileira de Pediatria
(agosto/2019).


Mitos e Verdades sobre o Alzheimer

Alzheimer

Preparamos o Mitos e Verdades obre o Alzheimer, já que estamos em Setembro, o mês da doença, que tem o dia 21 de setembro como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer (MMDA). A doença de Alzheimer, o tipo de demência mais comum, afeta hoje 35,6 milhões de pessoas — 1,2 milhão delas no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse número vai subir para assustadores 65 milhões em 2030 e para 115 milhões em 2050.


Infelizmente, ainda não há uma vacina de prevenção contra a doença. Estamos aqui para esclarecer algumas dúvidas constantes sobre o tema.


Listamos algumas informações que podem nos confundir devido a alguns mitos da 'sabedoria' popular. A Euroimmun, laboratório especializado no diagnóstico de doenças autoimunes, infecciosas, alergias e genéticas, listou oito mitos e verdades sobre o Alzheimer e replicamos na íntegra para você.


Alzheimer é uma doença genética


MITO. Apenas 2 a 5% dos casos de Alzheimer são causados por mutação genética, e mesmo assim sem correlação de hereditariedade. A maioria das desordens mentais, como o Alzheimer, são aleatórias e o fator de risco mais importante é a idade.


O primeiro sintoma da doença de Alzheimer é a perda de memória.


MITO. A perda de memória é um sinal comum do Alzheimer mas nem sempre é o sintoma inicial. A dificuldade de linguagem, desorientação no tempo e espaço, alterações de comportamento e humor e dificuldade de planejamento são em muitos casos os primeiros sintomas da doença.


Nem todos os problemas de memória são devido ao Alzheimer


VERDADEIRO. O Alzheimer é apenas uma das doenças que podem afetar a memória. O estresse, depressão, diabetes, doença da tireóide e outras demências como Doença de Parkinson e esclerose múltipla, podem afetar a memória.


Mulheres têm mais chance de desenvolver Alzheimer


VERDADEIRO. A doença de Alzheimer afeta duas vezes mais mulheres que os homens! O fato é que as mulheres vivem mais que os homens e um dos principais fatores de risco da doença é a idade.


Demências são consequências do envelhecimento


MITO. Primeiro devemos explicar que demência não significa loucura. Demência é um quadro diagnóstico cujo paciente apresenta perda cognitiva progressiva. As demências não são consequência do envelhecimento, apesar de comum, as demências não fazem parte do envelhecimento normal.


O diagnóstico do Alzheimer é muito difícil


MITO. Não existe um único critério específico e confiável para o diagnóstico de Alzheimer, mas uma combinação de testes, e todos disponíveis na medicina laboratorial. A combinação de anamnese, perfil neuropsicológico, imagens cerebrais e biomarcadores de líquor (proteína total tau, tau fosforilada, Beta-amilóides 1-40 e 1-42) diferenciam o Alzheimer de outras demências ainda no estágio inicial da doença. Esses testes estão todos disponíveis no Brasil atualmente, converse com seu médico.


A doença de Alzheimer não tem cura.


VERDADEIRO. Apesar de não ter cura, alguns tratamentos podem retardar a evolução da doença e minimizar os sintomas. Por isso o diagnóstico precoce é um importante aliado para retardar a progressão da doença.


É possível evitar o Alzheimer.


PARCIALMENTE VERDADEIRO. Atividades cognitivas, alimentação saudável e exercícios físicos apesar de não impedirem o desenvolvimento da doença, contribuem para retardar o início e o aparecimento dos sintomas.


Fontes | Exame e Saúde Abril


Tudo sobre a Dose zero do Sarampo

Estamos recebendo muitas perguntas sobre a Dose Zero do Sarampo, vai aqui um breve esclarecimento! Escute o áudio e leia as informações complementares. Se ainda assim a dúvida persistir, entre em contato com a gente!


Devido o aumento de casos de Sarampo em alguns estados, o Ministério da Saúde recomendou que todas as crianças do país com idade entre seis meses e um ano tomem uma dose zero do Sarampo. Segundo o ministério, a medida deve alcançar 1,4 milhão de crianças. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, afirmou que essa faixa etária é a mais suscetível a contrair a doença.


Mas, atenção, a “dose zero”, conforme afirma o Dr. Edmilson no áudio, não exclui a primeira dose, aos 12 meses de idade, e a segunda dose, aos 15 meses de idade, última dose por toda a vida. Elas são fixas do calendário vacinal e mesmo tomando a dose extra, devem ser mantidas! 


As vacinas são ofertadas em unidades públicas nas mais de 36 mil salas de vacinação em postos de saúde em todo o Brasil.


Fonte | Ministério da Saúde