Rotavírus: dúvida sobre as doses necessárias.

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Vanessa. Não tomar a 3ª dose da vacina rotavírus invalida o efeito das duas doses aplicadas anteriormente?


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski.


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Paracetamol altera a eficácia da vacina?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Isis, que que perguntou se o uso de paracetamol ou tylenol - para aliviar as reações do bebê, podem alterar a eficácia da vacina.


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Pentavalente: redes pública e privada.

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Joanna, que que perguntou sobre a diferença da vacina pentavalente nas redes pública e privada.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski. Para saber mais, leia a matéria do nosso Blog.


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Meningite, quais os tipos e quais vacinas devemos tomar?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Carolina, que que perguntou sobre os tipos de meningite e quais vacinas devemos tomar para prevenir a doença.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski.


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Tomar vacina duplicada, quais os efeitos?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Bruna, que que perguntou sobre os possíveis efeitos ao se tomar vacina duplicada em menos de 30 dias.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski.


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Mais uma edição do Encontro Beep!

Encontro Beep: ontem, 17 de outubro, foi dia de mais uma edição desse evento tão bacana com médicos convidados! Uma noite de troca de experiências, de atualização - prática constante no universo da medicina - e dos colegas de profissão se conhecerem.


Seguindo o mesmo modelo da primeira edição, o Encontro Beep contou com a apresentação da Beep Saúde pelo CEO, Vander Corteze. Dr. Edimilson Migowski falou sobre o Sarampo, doença que voltou a apresentar surtos em regiões do Brasil e do mundo.


A convidada especial, Miá Mello, divertiu a noite com a sua veia cômica destacando a maternidade real - tema da sua peça em cartaz “Mãe Fora da Caixa”, que está em cartaz no Fashion Mall.


Os convidados ainda tiveram a oportunidade de fazer uma visita guiada ao nosso CD - conhecendo todo o processo de armazenamento das vacinas e logística de atendimento.


Vander Corteze, Dr. Edimilson Migowski e Dra. Cristiana Meirelles.


Nossa convidada especial, Miá Mello.


Visita guiada em nosso Centro de Distribuição.


Mais um evento delicioso e que terá repeteco em novembro. Se você é pediatra ou obstetra e deseja participar do Encontro Beep, entre em contato com o nosso comercial: comercial@beepsaude.com.br ou (21)99881-2658. Vamos adorar recebê-lo no nosso Encontro!


Dia Nacional da Vacinação, saiba a importância desta data!

Neste Dia Nacional da Vacinação, além das esclarecidas palavras da nossa Gerente de Imunizações, Amanda Junqueira, destacamos as principais informações sobre a importância da vacinação para que você tenha em mãos em um formato claro e de fácil leitura. 


Vacinar, acima de tudo, é um ato de cidadania. Precisamos esclarecer isso a todos que estiverem ao nosso alcance. 


Vacinação


“Melhor prevenir do que remediar”.


Esse ditado popular é perfeitamente aplicável à vacinação. Foi ela a grande responsável por fazer com que doenças comuns no Brasil deixassem de ser um problema de saúde pública após vacinação massiva da população. 


Se as novas gerações não são familiarizadas com doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche - algumas doenças comuns do passado - devemos ao esquema vacinal implantado pela Saúde Pública. O resultado da vacinação não se resume a evitar doenças, vacinas salvam vidas! 


Imunidade


A principal função da vacina é gerar imunidade. Com os mesmos antígenos que causam a doença, porém enfraquecidos ou mortos, a vacina ensina e estimula o sistema imunológico a produzir os anticorpos que levam à imunidade. Portanto, a vacina faz as pessoas desenvolverem imunidade sem ficar doente.


Muitas doenças infecciosas estão cada vez mais raras. Pessoas nascidas a partir de 1990 podem nunca ter tido contato com pessoas com sarampo ou rubéola e, definitivamente, com poliomielite. Isso porque as constantes ações de vacinação foram capazes de controlar e eliminar essas doenças do Brasil.


Então, não preciso vacinar contra essas doenças? Precisa! Essas doenças ainda fazem vítimas em outros lugares do mundo. Com a globalização, as pessoas passam por vários continentes em uma única semana - se não estiverem vacinadas, elas podem trazer as doenças para o Brasil e transmitir para alguém que não esteja imunizado.


Pessoas não vacinadas são a porta de entrada de doenças eliminadas no Brasil.


Serviço de Saúde 


Pessoas não vacinadas, quando doentes, sobrecarregam os serviços de saúde, que deixarão de atender outras doenças para cuidar dessas que poderiam ser evitadas por meio da vacinação. 


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas evitam entre 2 e 3 milhões de mortes por ano. Como explicar à sociedade que um dos maiores avanços contra as doenças na história da humanidade são as vacinas? Como fazer com que todas as pessoas entendam que quando a cobertura vacinal cai, aumentam as chances de surgirem epidemias?


Impacto Econômico e Social 


A vacinação evita doenças, salva vidas e está diretamente ligada às áreas econômica e social. No ponto de vista econômico, quando há surtos, o turismo diminui refletindo nas redes hoteleiras, restaurantes e afins, diminuindo a circulação de dinheiro na cidade, estado, país. Vale ressaltar que quando uma pessoa fica doente, precisa parar de trabalhar. Se ela tem carteira assinada, vai ficar no INSS, se ela não tem, vai deixar de ter remuneração no período em que está doente. 


Na questão social, quando a população deixa de ser vacinada, as pessoas ficam suscetíveis, possibilitando a circulação de agentes infecciosos. E assim, não só quem deixou de se vacinar fica comprometido, mas também aqueles que não podem ser imunizados - seja porque ainda não tem idade suficiente para entrar no calendário nacional, seja por sofrer algum comprometimento imunológico.


Conclusão


Esperamos que o conteúdo tenha esclarecido os pontos mais importantes que precisamos destacar sobre o tema. Se você gostou e conhece alguém que precisa se elucidar sobre a importância da vacinação, compartilhe! Essa é a intenção do Dia Nacional da Vacinação! Como cidadãos, temos a missão de difundir as informações corretas, ajudando a desmistificar o tema e a derrubar o movimento antivacinas que existe, não só no Brasil, mas em diversas regiões do mundo inteiro - afinal, esse movimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma das dez ameaças para a saúde mundial. 


Fonte | Blog da Saúde/Ministério da Saúde


Vacinação | Mitos que precisam ser derrubados.

Amanhã, dia 17 de outubro, é celebrado o Dia Nacional da Vacinação. A data foi promovida para conscientizar a população sobre a importância das vacinas, afinal, elas salvam vidas e ajudam a eliminar doenças que já causaram muitas vítimas no passado, como varíola e poliomielite. Campanhas de imunização impedem a ocorrência de epidemias. Mas ainda há muitos mitos sobre a vacinação que precisam ser derrubados, pois cria-se um movimento antivacina prejudicial para toda a sociedade. Destacamos 10 mitos que precisam ser esclarecidos.


Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias.


MITO. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos. Se as pessoas não forem vacinadas, doenças que se tornaram raras, como a poliomielite e o sarampo, reaparecerão rapidamente.


As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal.


MITO. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. A poliomielite, por exemplo, pode causar paralisia; o sarampo pode causar encefalite e cegueira; e algumas doenças preveníveis por meio da vacinação podem até resultar em morte. Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja muito relevante, os benefícios da imunização superam em muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.


A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil.


MITO. Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. É importante lembrar que essas quatro doenças são fatais e que os bebês não vacinados contra elas estão em sério risco de morte ou incapacidade grave.


As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar.


MITO. Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido). Dessa forma, as duas principais razões para a vacinação são proteger a nós mesmos e também as pessoas que estão à nossa volta. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos. Não devemos apenas confiar nas pessoas ao nosso redor para impedir a propagação da doença; nós também devemos fazer tudo o que pudermos.


Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida.


MITO. As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser "fatos da vida". Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte. Todas essas doenças e o sofrimento que elas causam podem ser prevenidos com vacinas. O fato de não vacinar as crianças faz com que elas fiquem desnecessariamente vulneráveis.


Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico.


MITO. Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias. O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança é exposta a muito mais antígenos de um resfriado comum ou dor de garganta do que de vacinas. As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado. Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.


Gostou das informações levantadas nesse texto? Compartilhe com a família e amigos! E todos que você deseja uma vida saudável e protegida!


Fonte | Ministério da Saúde


Vacinas de Laboratórios diferentes, podemos tomar?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Jaque, que que perguntou sobre as constantes faltas de vacinas no mercado. Se há problema tomar vacina de laboratórios diferentes no caso de estar em falta.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski.


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Herpes Zóster, porque o intervalo de 12 meses?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Maria sobre a Herpes Zóster - porque há o intervalo de 12 meses entre a doença e a vacina?


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimilson Migowski.


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