Mostra um médico e, ao lado, uma ilustração de um fígado representando o post sobre o que causa a hepatite

O que causa a hepatite e como se prevenir deste vírus

A hepatite é uma doença silenciosa, mas quando se torna sintomática pode causar: dor muscular, fadiga, febre, mal-estar, enjoo, entre outros. Leia o nosso post completo e entenda o que causa a hepatite e muito mais. 


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O que causa a hepatite?


A hepatite é uma infecção que atinge o fígado da pessoa e pode causar desde alterações leves até graves (como fibrose, câncer hepático e cirrose). Geralmente, é uma doença “silenciosa”, mas em alguns casos, o paciente pode apresentar cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, pele e olhos amarelados, entre outros sinais. 


É importante informar que existem 5 tipos da doença (hepatites do tipo A, B, C, D e E) e as mais comuns no Brasil são causadas pelos vírus A, B e C.



Quem pode desenvolver a hepatite? 


A hepatite pode se desenvolver em pessoas de todos os sexos, idades e etnias. 


Quais são os tipos de hepatite e como se pega?


A transmissão da hepatite depende do tipo de vírus. Veja as formas mais frequentes e, em seguida, os principais sintomas:


  • Hepatite A (infecciosa): o vírus da hepatite A (HAV) é um RNA de fita simples positiva pertencente à família Picornaviridae. A transmissão ocorre pelo consumo de alimentos e água contaminados com fezes de pessoas portadoras do vírus da hepatite A. Contatos pessoais próximos e sexuais.

 

  • Hepatite B: o vírus da hepatite B (HBV) é um DNA-vírus envelopado com fita de DNA dupla incompleta pertencente à família Hepadnaviridae. A transmissão ocorre por meio de relações sexuais sem uso de preservativo, durante a gestação e o parto, compartilhamento de materiais de higiene pessoal, em procedimentos odontológicos/cirúrgicos, tatuagem ou ao colocar piercing em locais que não têm os devidos cuidados com a higienização. Saiba mais informações no post: sintomas de Hepatite B.

 

  • Hepatite C: o vírus da hepatite C (HCV) é um RNA vírus, de fita simples e polaridade positiva, pertencente ao gênero Hepacivirus, família Flaviviridae. A forma de transmissão da Hepatite C é bem parecida com a Hepatite B.

 

  • Hepatite D (delta): o vírus da hepatite D (HDV), também chamado de Delta, é um RNA subvírus pequeno, esférico e incompleto. Ele precisa do antígeno de superfície HBsAg para se replicar. A forma de transmissão da hepatite D é bem parecida com a hepatite B.

 

  • Hepatite E: o vírus da hepatite E (HEV) é um vírus pequeno, não envelopado, formado por uma fita simples de RNA positiva. Ele é pertencente ao gênero Hepevirus, família Hepeviridae. A forma de transmissão da hepatite E é bem parecida com a da hepatite A. O que muda é que também é possível passar a doença para o bebê durante a gravidez.

Quais são os sintomas da hepatite no fígado?


Agora que você já sabe o que causa a hepatite entenda que, em muitos casos, ela é uma doença silenciosa. Os vírus que causam hepatites B e C, por exemplo, podem ficar por muitos anos no organismo sem que a pessoa contaminada tenha qualquer sintoma. Quando surgem, os sinais mais comuns são:


  • Hepatite A (infecciosa): dor muscular, fadiga, febre e mal-estar. Esses sinais podem ser seguidos de sintomas gastrointestinais, como: enjoo, vômito, dor abdominal, constipação ou diarreia. A pessoa pode apresentar urina escura antes de ficar com a pele e os olhos amarelados (icterícia).

 

  • Hepatite B: eles costumam aparecer nas etapas mais avançadas e são comuns às doenças crônicas do fígado. Os sinais são bem parecidos com os da hepatite A, mas a presença de olhos e pele na tonalidade amarelada ocorre em menos de ⅓ das pessoas com hepatite B. Saiba mais informações neste post.

 

  • Hepatite C: é muito raro que pessoas com hepatite C tenham sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 80% dos pacientes contaminados com a doença não apresentam sinais.

 

  • Hepatite D (delta): quem está infectado pode não ter sintomas da doença. Caso apresentem, os sinais são iguais aos da hepatite A.

 

  • Hepatite E: quem está infectado com a hepatite E pode não apresentar sintomas da doença. Caso tenha, os sinais são iguais aos da hepatite A.

Como diagnosticar a hepatite? 


O diagnóstico das hepatites virais, geralmente, é feito a partir da coleta de sangue. Veja o que é analisado, caso a caso.


  • Hepatite A (infecciosa): exame de sangue que analisa a presença de anticorpos anti-HAV IgM (quando a infecção é inicial). Esses anticorpos podem ser detectados por aproximadamente 6 meses. Também é possível fazer a pesquisa do anticorpo IgG para avaliar a infecção passada ou a resposta vacinal de imunidade.

 

  • Hepatite B: exame de sangue que vai verificar a presença ou não dos antígenos (Ag) e anticorpos (anti) na corrente sanguínea do paciente. Se for detectada a presença do HBsAg, isso significa que a pessoa tem Hepatite B. Saiba mais informações neste post.

 

  • Hepatite C: geralmente, a doença é descoberta já na fase crônica. O diagnóstico acontece depois de um rápido exame de rotina ou após uma doação de sangue. O ideal é fazer testes rápidos ou sorológicos que possam indicar a presença de anticorpos anti-HCV.  Se o resultado for positivo, é preciso fazer exame de carga viral (HCV-RNA) para a confirmação da doença.

 

  • Hepatite D (delta): o diagnóstico sorológico da doença é feito a partir da detecção de anticorpos anti-HDV.

 

  • Hepatite E: o teste para verificar anticorpos IgM anti-HEV pode ser utilizado para o diagnóstico da infecção recente pelo vírus da hepatite E. Já a detecção em amostras de fezes - por RT-PCR - ajuda a diagnosticar os casos agudos da doença.

Como é feito o tratamento da hepatite?


Agora que você já sabe o que causa a hepatite, o tratamento depende do tipo da doença. Veja em detalhes: 


  • Hepatite A (infecciosa): não existe um tratamento específico para essa doença. A hospitalização pode ocorrer apenas nos casos de insuficiência hepática aguda.

 

  • Hepatite B: a versão crônica da hepatite B não tem cura, mas o tratamento com antivirais específicos pode ajudar a retardar a progressão da cirrose e diminuir a incidência de câncer no fígado. Saiba mais informações no post: Sintomas de Hepatite B.

 

  • Hepatite C: o tratamento é feito com antivirais de ação direta (DAA). Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de cura que o DAA proporciona é superior a 95%.

 

  • Hepatite D (delta): o tratamento é feito com medicamentos, mas eles não curam a doença. O objetivo principal dos remédios é fazer o controle do dano hepático.

 

  • Hepatite E: assim como a hepatite A, não existe um tratamento específico para essa doença.

Como prevenir a hepatite? 


A vacinação é uma das principais formas de se prevenir contra a doença. Estão disponíveis os imunizantes contra a hepatite A e B. Já as hepatites C, D e E não têm uma vacina que ofereça proteção. 


Outras formas de prevenção da hepatite são: higienizar alimentos, usar preservativo durante as relações sexuais, não compartilhar objetos como lâminas (e outros objetos de uso pessoal), exigir o uso de materiais perfurantes novos ou devidamente esterilizados.


Onde aplicar as vacinas? 


Aqui na Beep, você encontra as vacinas contra a Hepatite A e Hepatite B. O melhor é que você pode aplicá-las no conforto da sua casa, de domingo a domingo e sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso aplicativo e agende agora mesmo uma visita. 


O médico responde: 


Qual é o tipo de hepatite mais grave?


As hepatites, quando evoluem para a forma crônica, podem se considerar graves devido ao fato de apresentarem mais chances de evoluir para quadros clínicos desfavoráveis. 


A hepatite C corresponde ao tipo da doença com maior porcentagem de evolução crônica. Sendo assim, uma parcela dessas formas crônicas podem evoluir para quadros com cirrose, icterícia, edema, ascite, varizes de esôfago, alterações hematológicas e hepatocarcinoma. 


Importante:


Você pode tirar suas dúvidas e fazer o agendamento dos seus exames laboratoriais e vacinas diretamente no aplicativo da Beep Saúde. É só clicar aqui para baixar!


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Agora que você sabe o que causa a hepatite, compartilhe sua experiência com a gente! Assim, você vai contribuir para ajudar outras pessoas que procuram por mais informações.


Fontes: 


Beep Saúde | OPAS/OMS | Ministério da Saúde |


uma imagem com um fundo de madeira e em cima tem duas seringas e cubos escrito a palavra poliomielite

Poliomielite: o que é, sintomas e como evitar

A poliomielite é uma doença contagiosa que atinge tanto crianças quanto adultos, podendo causar a paralisia se atingir seu nível mais grave. Apesar do último caso no Brasil ter sido registrado em 1989, a doença não está 100% erradicada ao redor do mundo e, de acordo com o Ministério da Saúde, ela permanece endêmica em 3 países: Afeganistão, Nigéria e Paquistão.


uma imagem com um fundo de madeira e em cima tem duas seringas e cubos escrito a palavra poliomielite


Transmitida mais frequentemente via fecal-oral (contato de fezes com a boca), por meio de água e alimentos contaminados ou pelo contato com a pessoa já infectada, a poliomielite nem sempre apresenta sintomas, mas, nos casos em que surgem, os mais comuns são: fadiga, febre, mal-estar, fraqueza, espasmos e constipação (prisão de ventre).


É essencial manter as campanhas de vacinação para atingir cada vez mais a meta contra essa doença e permanecer sem casos registrados.


O que é a poliomielite?


A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil ou pólio, é uma doença contagiosa causada pelo vírus poliovírus que se aloja no intestino, porém pode atingir a corrente sanguínea e o sistema nervoso central; e é nesse caso em que pode ocorrer a paralisia, alterações motoras ou óbito.


Ou seja, se o poliovírus chegar à corrente sanguínea e atingir o sistema nervoso central, pode levar à paralisia dos membros inferiores do indivíduo, geralmente, em crianças. Caso o vírus chegue às células do sistema nervoso responsáveis pela respiração e deglutição (ato de engolir), pode ocorrer o óbito.



Quais são os sinais e sintomas da poliomielite?


A poliomielite em seu grau mais grave pode causar paralisia e até levar a óbito. Entretanto, a maioria dos indivíduos infectados não costumam apresentar sintomas e, muitas vezes, a doença passa despercebida.


Segundo o Ministério da Saúde, alguns dos sinais e sintomas mais frequentes são:


  • Febre;
  • Mal-estar;
  • Dor de cabeça;
  • Dor de garganta;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Prisão de ventre;
  • Rigidez na nuca;
  • Meningite.

Quais são as causas da poliomielite?


Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, as principais causas que favorecem a transmissão do poliovírus são falta de saneamento básico, higiene pessoal precária e más condições habitacionais.


Diagnóstico


O diagnóstico da poliomielite pode ser feito por meio do exame de fezes para ajudar na identificação do vírus. Além disso, também é recomendado a realização de:


  • Exame de líquor (analisa o líquido da espinha - cefalorraquidiano);
  • Exame eletroneuromiografia (analisa a existência de lesões no tecido nervoso);
  • Teste dos anticorpos IgM (identifica a presença de infecção no sistema sanguíneo).

Como é o tratamento da poliomielite?


Não existe um tratamento específico para tratar a poliomielite. No entanto, todos os indivíduos contaminados devem ser hospitalizados para tratar os sintomas, o que pode variar de acordo com cada paciente.


E as sequelas, quais são?


As sequelas da poliomielite estão relacionadas à gravidade do desenvolvimento da infecção. Elas estão normalmente ligadas a parte motora do corpo e não têm cura. As principais são:


  • Problemas e dores nas articulações;
  • Osteoporose;
  • Paralisia de uma das pernas;
  • Paralisia dos músculos da fala;
  • Atrofia muscular;
  • Crescimento diferente das pernas.

Como acontece a transmissão da poliomielite?


A transmissão da poliomielite acontece pelo contato direto com a pessoa infectada ou por via fecal-oral, por meio de objetos, alimentos e água contaminados. Pode ocorrer também por meio de gotículas ao falar, tossir ou espirrar.


Vacinas contra poliomielite


A principal maneira de prevenção contra a poliomielite é por meio da vacinação e duas vacinas combatem essa doença: vacina VIP e vacina VOP.


O Programa Nacional de Imunizações recomenda 3 doses da Vacina VIP para bebês em seu primeiro ano de vida: aos 2, 4 e 6 meses. Sendo também indicada como rotina para crianças menores de 5 anos. Após isso, é recomendado 2 doses de reforço com a vacina VOP.


Todas as crianças menores de 5 anos devem ser vacinadas de acordo com o esquema e calendário vacinal.


Onde encontrar?


É possível encontrar as três primeiras doses do esquema infantil da vacina VIP na rede pública, nas Unidades Básicas de Saúde. As doses de reforço são feitas com a Vacina VOP e disponibilizadas somente na rede pública.


Já aqui na Beep Saúde e em outras redes privadas, a vacina VIP é disponibilizada em uma combinação com outras vacinas, sendo elas: hexavalente, pentavalente e dTpa-VIP. Entenda mais sobre elas abaixo!


Vacina VIP nas redes privadas


  • Pentavalente Acelular: previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 2 meses. 
  • Hexavalente: previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 2 meses.
  • dTpa-VIP: previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 3 anos.

Qual a diferença da VIP e VOP?


As principais diferenças entre as vacinas VIP e VOP (vacina oral poliomielite) é que enquanto a VIP é injetável, a VOP é a vacina de gotinhas. As duas protegem contra os vírus da pólio dos tipos 1, 2 e 3, entretanto, a VOP é composta pelo vírus inteiro enfraquecido.


Além disso, outra diferença é que, de acordo a Sociedade Brasileira de Pediatria e o Programa Nacional de Imunizações, a recomendação é que as 3 primeiras doses contra a poliomielite sejam a VIP e as doses de reforço, a VOP.


E se você quiser se vacinar no conforto de casa, todas as vacinas combinadas com a VIP estão disponíveis aqui na Beep. E o melhor? A nossa equipe vai até você, de domingo a domingo, sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso app agora mesmo para agendar uma visita!


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O que é difteria: entenda as causas, sintomas e tratamentos

Febre, cansaço, palidez e presença de placas acinzentadas na garganta são alguns dos sintomas dessa doença. Você ou algum conhecido está apresentando esses sinais? Entenda, neste artigo, o que é difteria, quais são as formas de prevenção e tratamento dessa enfermidade. Continue conosco! 


Mulher doente em cima da cama coloca a mão no pescoço como se estivesse com dor de garganta, representando a imagem principal do post sobre o que é difteria.


O que é difteria? 


A difteria, também chamada de crupe, é uma doença transmissível grave que pode levar a pessoa à morte. Causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae, esse agente causador pode atingir as amígdalas, faringe, laringe, nariz e ocasionalmente — as mucosas e a pele. 


Alguns dos sintomas que as pessoas contaminadas com a difteria podem apresentar são: febre, cansaço, palidez e dor de garganta discreta. 



Como ocorre a transmissão da difteria?


A pessoa contaminada com a doença pode passá-la para outras (que não estão vacinadas) por meio de gotículas de saliva expelidas durante a fala, espirro ou tosse. Essa transmissão pode ocorrer mesmo quando o portador da bactéria não apresenta sintomas. 


Além disso, também é possível transmitir a difteria por meio de lesões na pele e, em casos raros, por meio de objetos capazes de absorver e transportar microrganismos, como a bactéria causadora da difteria.


Quais são os sintomas da difteria? 


Os sintomas da difteria podem surgir, em média, entre 1 a 6 dias depois do contágio. Conheça alguns dos sinais mais comuns: 


  • Cansaço;
  • Dor de garganta sutil;
  • Febre baixa;
  • Mal-estar geral;
  • Palidez;
  • Placas acinzentadas nas amígdalas.

É importante ressaltar que algumas pessoas com a difteria podem ser assintomáticas (não apresentar sintomas) ou apresentar sinais leves da doença. 


A recomendação é que, em qualquer caso de sintoma, um médico seja consultado para início do tratamento. 


Quais são as possíveis complicações da difteria?


A pessoa infectada com a difteria pode apresentar insuficiência respiratória e renal, problemas cardíacos e neurológicos, levando à morte. Raramente, nos casos mais graves, podem surgir inchaços no pescoço e gânglios linfáticos. 



Quem pode desenvolver a doença? 


Todas as pessoas de qualquer idade, raça ou sexo que não tomaram a vacina podem pegar a difteria. 


Existe algum fator de risco?


Sim. Estão mais sujeitas a contrair a doença:


  • Pessoas que não foram vacinadas;
  • Moradores de locais com condições de insalubridade e/ou superlotação;
  • Viajantes para um local onde a difteria é endêmica (frequente nos habitantes de uma determinada região ou localidade).

Por quanto tempo a pessoa pode transmitir o vírus da difteria?


Segundo a Sociedade Brasileira de Imunização (SBim), a pessoa com a difteria pode transmitir o vírus por mais de 6 meses após ter sido infectada, caso não seja tratada. 


Como diagnosticar a doença?


O médico vai fazer o diagnóstico com base nos sintomas apresentados pelo paciente. O profissional da saúde pode pedir uma coleta de secreção de nasofaringe e, caso haja suspeita de difteria na pele (cutânea), pode ser coletada amostras das lesões da pele.


Como tratar? 


O tratamento da difteria é feito com o soro antidiftérico (SAD) e com o auxílio de antibiótico. 


Como prevenir a difteria? 


A principal forma de prevenção é por meio da vacina. A primeira vacinação do bebê contra a Difteria é a Pentavalente (disponível na rede pública e privada) ou a Hexavalente (disponível apenas na rede privada de saúde) que deve ser aplicada aos 2, 4, 6 meses e entre 12 e 18 meses. 


A vacina dTpa pode ser utilizada como dose de reforço para crianças com idade entre 4 e 5 anos. O esquema vacinal também recomenda essa vacina para o reforço em adolescentes, adultos e idosos a cada 10 anos. 


Onde aplicar as vacinas? 


Se você quiser se vacinar no conforto de casa, os imunizantes citados acima estão disponíveis aqui na Beep. E o melhor? A nossa equipe vai até você, de domingo a domingo, sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso app agora mesmo para agendar uma visita! 


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Fontes: 


FioCruz | SBIm |


uma mulher profissional da saúde aplicando vacina no braço de um menino - vacina coqueluche

Vacina coqueluche: tudo o que você precisa saber sobre

Causada pela bactéria Bordetella Pertussis, a coqueluche é uma infecção respiratória transmissível que pode ser prevenida por meio da vacinação. No artigo abaixo, você entenderá mais sobre a vacina coqueluche, que protege contra essa doença, sua importância, quantas doses são recomendadas e quando tomar. Confira!


uma mulher profissional da saúde aplicando vacina no braço de um menino - vacina coqueluche


O que é a coqueluche?


A coqueluche é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis,  transmitida de pessoa para pessoa por meio de gotículas da saliva, da tosse e do espirro. Seus sintomas mais comuns podem ser parecidos com os da gripe, como febre baixa, coriza, espirro e tosse. A tosse, porém, tende a ser persistente, intensa e seca.


Segundo o Ministério da Saúde, existem alguns fatores de risco para a doença e quanto menor a criança, maior tende a ser sua gravidade. Bebês com idade inferior a 6 meses (que ainda não apresentam o esquema vacinal completo), têm mais chances de complicações e, se não houver um tratamento correto e ágil, a doença pode levar a óbito.



Dados da coqueluche no Brasil


Os casos de coqueluche no Brasil eram muito elevados nos anos 80, registrando um número de, aproximadamente, 40 mil casos anuais. Nos anos 90, devido à ampliação da cobertura vacinal, houve uma queda significativa, sendo que foram notificados, aproximadamente, 15 mil casos.


Em 2011, houve um novo aumento da doença, com pico em 2014, porém, de acordo com o informe epidemiológico do Ministério da Saúde, entre os anos de 2014 e 2019, foi observado uma queda de 83% nos casos de coqueluche e um dos fatores que contribuiu para isso foi a inclusão da vacina dTpa para gestantes e profissionais de saúde. Nos anos de 2018, 2019 e 2020 foram confirmados 1.165, 1.534 e 229 casos de coqueluche, respectivamente.


Qual a forma de prevenir a coqueluche?


A maneira mais eficaz de se prevenir contra a coqueluche é por meio da vacinação e, atualmente, existem algumas vacinas que contemplam a proteção contra essa doença. As principais delas são: vacina DTPa, vacina dTpa e vacina dTpa-VIP, vacina pentavalente acelular e vacina hexavalente.


  • Pentavalente Acelular (da rede privada de vacinação): previne os indivíduos contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP);
  • Hexavalente: a vacina hexavalente previne os indivíduos de difteria, tétano, hepatite B, haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP); 
  • DTPa e dTpa: protege os indivíduos de difteria, tétano e coqueluche; 
  • DTPa-VIP: a vacina DTPa-VIP previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche e contra a poliomielite (VIP). 

Veja abaixo mais informações sobre cada uma dessas vacinas!


Quem deve tomar a vacina da coqueluche?


  • A vacina DTPa é recomendada para crianças a partir dos 2 meses até os 7 anos. 
  • As vacinas pentavalente e hexavalente contêm a DTPa e incluem também outras vacinas do calendário realizadas na mesma idade, reduzindo assim, o número de aplicações. 
  • Já a dTpa é recomendada para crianças a partir dos 4 anos, adolescentes, gestantes, adultos e idosos.

Quantas doses da vacina são recomendadas?


Cada vacina tem sua recomendação de doses a serem administradas. Confira!


Vacina pentavalente


A vacina pentavalente da rede privada tem esquema diferente da pentavalente presente no SUS. Ela é recomendada em 3 doses como rotina: aos 2, 4 e 6 meses; e depois uma dose de reforço entre 12 e 18 meses.


Vacina Hexavalente


A vacina hexavalente pode seguir a mesma orientação da pentavalente realizada em 3 doses de rotina: aos 2, 4 e 6 meses; e depois uma dose de reforço entre 12 e 18 meses. Como ela contém a vacina contra Hepatite B, que não precisa ser oferecida aos 4 meses, pode substituir, nesta idade, a hexavalente pela vacina pentavalente (da rede privada), a critério do médico prescritor.


Vacina DTPa (tríplice bacteriana infantil)


É recomendada em 3 doses de rotina:  aos 2, 4 e 6 meses; e depois uma dose de reforço entre 12 e 18 meses.


Vacina dTpa (tríplice bacteriana adulto)


É recomendada como reforço para crianças a partir dos 4 anos, adolescentes, adultos e idosos.


Gestantes devem receber uma dose da vacina dTpa a partir da 20ª semana de gravidez. Caso não seja realizada durante a gestação, deve-se receber a vacina após o parto, de preferência ainda na maternidade.


Vacina dTpa-VIP


A vacina dTpa-VIP é recomendada para crianças como reforço a partir dos 4 anos. Para adultos ainda não vacinados, recomenda-se o esquema de 3 doses, sendo necessários reforços a cada 10 anos. Pode substituir qualquer dose da dTpa.


Todas essas vacinas têm sua aplicação por via intramuscular.



Quais são as contraindicações da vacina?


Principais contraindicações


  • Indivíduos com história de anafilaxia, com sintomas neurológicos causados por algum componente da vacina ou após a administração de dose anterior. 
  • Também existe contraindicação em relação à idade de uso, de acordo com o tipo de vacina que contém a DTPa. 

Qual a relação da vacina contra a coqueluche e a gravidez?


A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Febrasgo, passou a recomendar que toda a gestante, em cada gestação, receba uma dose da vacina dTpa após a 20ª semana de gravidez  e até 15 dias antes do parto.


De acordo com alguns dados coletados pelo Programa Nacional de Imunizações obtidos pela Febrasgo, a meta de imunização de gestantes é de 95%, entretanto, em 2020, a cobertura vacinal ficou em apenas 45%.


“A vacina dTpa é segura e está disponível a todas as gestantes, em unidades públicas de saúde. A imunização previne complicações gestacionais evitáveis e, principalmente, que o bebê seja infectado num momento em que sua imunização primária não está completa. Nos pequenos, sobretudo, menores de seis meses, a coqueluche, por exemplo, está associada a elevado risco de morte. Entre 2012, 2014 e, mais recentemente, em 2018, observamos expressivo aumento de casos de coqueluche, no Brasil. Ao mesmo tempo, a cobertura vacinal tem se mantido baixa. Mais do que nunca, precisamos evitar que novos surtos aconteçam”, explica a ginecologista Dra. Cecilia Roteli Martins, presidente da Comissão Nacional Especializada em Vacinas da Febrasgo.


Importância da vacinação


Os dados e registros da queda de casos de coqueluche só mostram e confirmam a importância da vacinação e como ela  previne a doença e suas complicações. A vacinação contra a coqueluche é um dos principais cuidados que a mãe deve ter para cuidar do bebê, garantindo imunidade à criança.


Acompanhamento médico


A Beep segue as orientações e calendários da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Imunizações. No entanto, é essencial sempre avaliar em conjunto com o seu médico.


Onde encontrar a vacina coqueluche?


Todas as vacinas que protegem contra a coqueluche estão disponíveis aqui na Beep. E o melhor? A nossa equipe vai até você, de domingo a domingo, sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso app agora mesmo para agendar uma visita!


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Tem uma mesa branca com um copo de leite em cima e na sua frente tem uma mulher sentada em um sofá com os braços envoltos da barriga, demonstrando ter intolerância à lactose

Intolerância à lactose: o que é, sintomas e diagnóstico

A intolerância à lactose é uma condição presente na vida de muitas pessoas que, às vezes, demoram certo tempo para perceberem que existe alguma disfunção no organismo. Náuseas, estufamento e dores de barriga, enxaquecas são sintomas representativos de muitas doenças.


No entanto, quando apresentados de maneira frequente, depois das refeições, podem indicar intolerância alimentar. Neste artigo, você entenderá sobre o que é a lactose, quais alimentos devem ser evitados, como tratar e mais. Confira!


Tem uma mesa branca com um copo de leite em cima e na sua frente tem uma mulher sentada em um sofá com os braços envoltos da barriga, demonstrando ter intolerância à lactose


Mas o que é a lactose?


A lactose é o açúcar que está presente no leite e em seus derivados, proporcionando o sabor adocicado dos alimentos. Sua principal função é fornecer energia ao organismo para abastecer nossas células.



O que é a intolerância à lactose?


A intolerância à lactose é um distúrbio digestivo que ocorre quando o organismo não consegue digerir o açúcar presente no leite ou derivados, ocasionando alguns sinais e sintomas, como: inchaço abdominal, diarreia, cólica e gases.


Quando ingerimos a lactose, ela se divide e se transforma em dois tipos de açúcar: a galactose e a glicose, para ser utilizada como fonte de energia para o organismo.


Caso o corpo não produza a quantidade suficiente da lactase (enzima responsável por fazer a quebra e digestão da lactose), a decomposição desses açúcares não acontece. Com isso, nosso organismo não absorve toda a lactose, causando a intolerância.


> Veja também: alergia alimentar - quais são as causas e os sintomas <


Em quais alimentos a lactose está presente?


O principal alimento que contém lactose é o leite de origem animal e seus derivados. Veja abaixo alguns outros que um indivíduo com intolerância deve evitar:


  • Leite;
  • Requeijão;
  • Queijo;
  • Iogurte;
  • Manteiga;
  • Creme de leite;
  • Leite condensado;
  • Leite fermentado, entre outros.

Quais são os sinais e sintomas mais comuns?


Os sinais e sintomas da intolerância à lactose podem levar minutos ou até horas para surgirem e a intensidade vai depender da quantidade de lactose ingerida e quanto o organismo suporta. Alguns exemplos são:


  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Dor abdominal;
  • Inchaço abdominal;
  • Gases;
  • Cólica;
  • Enjoo;
  • Indisposição;
  • Enxaqueca;
  • Fraqueza, entre outros.

Quais são as possíveis causas?


Existem algumas causas que explicam o porquê do indivíduo ter essa resistência ao leite e seus derivados. De acordo com o Ministério da Saúde, essas causas são:


  1. A criança já nasce com um problema genético (deficiência da enzima) que impossibilita a produção de lactase;
  2. Diminuição da produção de lactase devido a doenças intestinais;
  3. Diminuição da produção de lactase devido ao envelhecimento. Essa deficiência é mais evidente em até 80% dos adultos negros e 20% dos adultos brancos.

Quais testes fazer para obter um diagnóstico?


Para ter um diagnóstico completo e correto, é recomendado se consultar com um médico especialista, como um gastroenterologista, para realizar os devidos testes que ajudam a confirmar o diagnóstico da intolerância alimentar. São eles:


Teste da exclusão alimentar


Uma maneira de verificar se o indivíduo realmente está com intolerância é fazendo um teste de exclusão alimentar, em que é necessário deixar de consumir por 7 dias o alimento que se suspeita que está causando a intolerância.


Se neste período não surgirem os sintomas, ingira um pouco do alimento e veja como o organismo irá reagir. Se os sinais aparecerem novamente, é possível que seu corpo não esteja recebendo bem o alimento, causando a intolerância.


Teste de tolerância à lactose


Feito por meio de um exame de sangue, nesse teste é ingerido a lactose e pessoas que não sejam intolerantes apresentarão uma elevação da glicemia (a glicose gerada devido à quebra da lactose) em valor superior a 20 mg/dl. Isto não acontece em pessoas com intolerância à lactose.


Teste genético


Nesse caso é realizada uma avaliação genética para investigar alterações responsáveis pela manutenção da tolerância à lactose.


Tratamento


Segundo o Ministério da Saúde, a intolerância à lactose não é uma doença e sim uma carência do organismo possível de controlar com uma dieta adequada e os medicamentos indicados pelo médico.


Deve-se evitar os alimentos que estão ocasionando o problema, além de mudar os hábitos alimentares incluindo na dieta alimentos que não levam lactose, como:


  • Leite de soja, de aveia ou arroz;
  • Verduras e legumes;
  • Frutas;
  • Carnes e ovos;
  • Feijão, lentilha, grão de bico, entre outros.

É recomendado consultar um nutricionista para avaliar seu caso e receitar a melhor dieta para você no momento.


Diferença entre intolerância à lactose e alergia ao leite


Embora muitas pessoas acreditem que intolerância à lactose e alergia ao leite são a mesma coisa, essas duas condições são distintas.


No caso da intolerância, o problema está na falta do enzima que digere a lactose. Enquanto a alergia nada mais é do que uma defesa do nosso organismo ao leite de vaca, pois ele entende ser algo adverso ao nosso corpo.


Ou seja, a lactose não é algo que gere uma alergia e sim uma intolerância. Enquanto isso, a proteína do leite da vaca pode desencadear uma alergia.


 Aqui na Beep você pode fazer exames laboratoriais e receber a vacinação no conforto da sua casa, de domingo a domingo e sem pagar taxa domiciliar. Baixe o nosso app e agende uma visita! 


Importante:


Você pode tirar suas dúvidas e fazer o agendamento dos seus exames laboratoriais e vacinas diretamente no aplicativo da Beep Saúde. É só clicar aqui para baixar!


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uma mão com luva verde segurando uma seringa com a descrição de vacina vip

Vacina VIP: por que você precisa vacinar seus filhos contra a Poliomielite Infantil

A poliomielite é uma doença contagiosa que pode atingir crianças e adultos, e em seu grau mais grave, pode provocar paralisia. No artigo abaixo você entenderá mais sobre a Vacina VIP, que protege contra essa doença, quantas doses são recomendadas, quando tomar e muito mais. Confira!


Para que serve a vacina VIP?


A vacina VIP, Vacina Inativada Poliomielite, é a recomendada para prevenir crianças e adultos contra a poliomielite, evitando que se agrave e gere um quadro de paralisia.


Diferentemente da rede pública, onde é aplicada a vacina VIP de maneira isolada, aqui na Beep, ou em outra rede privada, a VIP é acoplada às vacinas hexavalente, pentavalente e DTPa-VIP. Falaremos sobre elas mais abaixo!


uma mão com luva verde segurando uma seringa com a descrição de vacina vip


O que é a doença poliomielite?


A poliomielite é uma doença contagiosa causada pelo vírus Poliovírus que, em seu grau mais grave, pode causar paralisia. Conhecida também por paralisia infantil, devido ao fato de ser mais comum se contaminar durante a infância, essa doença também atinge os adultos.


Entretanto, a maioria das pessoas infectadas não desenvolve sintomas graves, o que faz com que a doença passe despercebida. Alguns dos sinais e sintomas mais frequentes são:


  • Febre;
  • Mal-estar;
  • Dor de cabeça;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Rigidez na nuca, entre outros.

A transmissão acontece via oral, por meio de água ou alimentos contaminados com o vírus. Além disso, havendo contato com fezes ou secreções expelidas pela boca de pessoas infectadas, também pode haver a contaminação.



Do que é feita a vacina VIP?


A Vacina VIP é composta por partículas do vírus da pólio tipos 1, 2 e 3 e por ser inativada, não causa a doença.


Para quem e quantas doses são recomendadas da Vacina VIP?


O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda 3 doses da Vacina VIP para bebês em seu primeiro ano de vida: aos 2, 4 e 6 meses. Sendo também indicada como rotina para crianças menores de 5 anos.


No PNI, os reforços com 15 a 16 meses e com 4 anos são feitos com a VOP (vacina oral de poliomielite) composta pelos poliovírus 1,2 e 3 que são vivos atenuados.


Pela SBIM e SBP, o recomendado são 5 doses de VIP acopladas em hexa ou pentavalente (com 2,4 e 6 meses e reforços com 15 a 18 meses e 4 anos).


Quais são as contraindicações da vacina VIP?


A vacina VIP é contraindicada para indivíduos que tiveram histórico de reação alérgica grave (anafilaxia) à dose anterior da vacina ou a algum de seus componentes.


Onde encontrar a Vacina VIP?


É possível encontrar as três primeiras doses do esquema infantil da vacina VIP na rede pública, nas Unidades Básicas de Saúde. As doses de reforço são feitas com a Vacina VOP.


Na rede privada, a VIP é disponibilizada em uma combinação com outras vacinas, sendo elas: hexavalente, pentavalente e DTPa-VIP. Entenda mais sobre elas abaixo!


Vacina VIP nas redes privadas

  • Pentavalente Acelular: a  vacina pentavalente acelular previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 2 meses.

  • Hexavalente: a vacina hexavalente previne os indivíduos de difteria, tétano, hepatite B, Haemophilus influenzae tipo b e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 2 meses.

  • DTPa-VIP: a vacina DTPa-VIP previne os indivíduos de difteria, tétano, coqueluche e contra a poliomielite (VIP). Ela é aplicada via intramuscular e é indicada para crianças a partir dos 3 anos.

Qual a diferença da VIP e VOP?


A principal diferença entre as vacinas VIP e VOP (vacina oral poliomielite) é que enquanto a VIP é injetável, a VOP é a vacina de gotinhas. As duas protegem contra os vírus da polio dos tipos 1, 2 e 3, entretanto, a VOP é composta pelo vírus inteiro enfraquecido.


A VOP, por ser de vírus atenuado, deve ser evitada em imunodeprimidos e em crianças com contato com imunodeprimidos, pois o vírus, mesmo enfraquecido, passa pelas fezes e contamina o ambiente (imunidade de rebanho).


Importância da vacinação


Segundo o Ministério da Saúde, desde 1989, não há mais registros dessa doença no Brasil e isso se dá graças à campanha de vacinação em massa.


Isso só mostra e confirma a importância da vacinação e como ela  previne as doenças e maiores complicações. A vacinação contra a poliomielite é um dos principais cuidados que a mãe deve ter para cuidar do bebê, isso vai garantir imunidade à criança.


Acompanhamento médico


A Beep segue as orientações e calendários da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Imunizações. No entanto, é essencial sempre avaliar em conjunto com o seu médico.


E se você quiser se vacinar no conforto de casa, todas as vacinas combinadas com a VIP estão disponíveis aqui na Beep. E o melhor? A nossa equipe vai até você, de domingo a domingo, sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso app agora mesmo para agendar uma visita!


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Testa de uma pessoa com as pequenas bolhas avermelhadas que formam as vesículas, representando o que é cobreiro

O que é Cobreiro: sintomas, causas, tratamentos e prevenção

Você ou alguém próximo notou o aparecimento de pequenas bolhas na pele, coceira e outros sintomas? Até pensou em ir ao dermatologista tentar entender o que é, mas gostaria de ter uma ideia antes do que poderia ser? Entenda o que é cobreiro, quando ele surge e se há tratamento. Leia o artigo completo!


Testa de uma pessoa com as pequenas bolhas avermelhadas que formam as vesículas, representando o que é cobreiro


O que é Cobreiro? 


Cobreiro é o nome popular da doença de pele herpes-zóster. Causado pelo mesmo vírus da catapora, que é a varicela-zóster (Herpesvírus humano tipo 3), ele é uma infecção viral que surge nos adultos e idosos principalmente. É uma doença com tratamento e, apenas em casos raros, pode levar a pessoa à morte. 


E por que a herpes-zóster é comum em pessoas mais velhas? Porque depois que a pessoa tem a catapora (geralmente durante a infância), o vírus varicela-zóster pode ficar “oculto” no sistema nervoso da pessoa durante anos. Entretanto, em algum momento, esse mesmo vírus pode reativar e causar o cobreiro. 


A imagem mostra a pele repleta de pequenas bolhas (chamadas de vesículas) para mostrar o que é cobreiro e seus sintomas.



Por que o vírus causador do cobreiro pode ser reativado? 


O vírus causador do cobreiro pode ser reativado por vários motivos e um dos mais importantes deles é a baixa imunidade. É justamente por isso que o cobreiro é muito comum em idosos, pois eles apresentam uma diminuição da imunidade ao vírus naturalmente.


Mas não são só as pessoas mais velhas que desenvolvem a doença. O número de registros de jovens com cobreiro vem crescendo devido a uma queda na imunidade, associada a fatores como o estresse. 


De maneira geral, independentemente da idade, quem já teve catapora deve ter cuidado se surgirem os sintomas, pois é possível desenvolver o cobreiro em alguma etapa da vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, o cobreiro pode ocorrer mais de uma vez com a mesma pessoa. 


Como se pega o cobreiro?


Não é possível pegar o cobreiro (herpes-zóster), mas sim o vírus varicela-zóster. A forma de transmissão do vírus é feita de pessoa para pessoa e ocorre por meio de contato direto com a pele ou secreções respiratórias, mas isso é mais comum de acontecer na catapora.


Quando há o contato direto com o líquido que sai das “pequenas bolhas” (vesículas), ela pode acabar espalhando o vírus tanto para quem nunca teve varicela quanto para pessoas que ainda não tomaram a vacina. Agora, quando a lesão vesicular do cobreiro é coberta, há uma menor chance de disseminar o vírus.


Por esse motivo, a recomendação que fica é: quem nunca teve catapora deve ficar longe das pessoas contaminadas com uma dessas duas doenças causadas pelo vírus varicela-zóster e evitar ter contato com objetos pessoais, roupas de cama, entre outros.


Como aparece o cobreiro na pele?


A pessoa pode sentir coceira, dor ou formigamento no local onde se desenvolve o cobreiro, antes mesmo do surgimento das vesículas — pequenas bolhas cheias de líquido que são cercadas por uma área avermelhada. 


Pessoa de costas mostrando um dos sintomas da doença: pequenas bolhas avermelhadas., que representam o que é cobreiro.


Esses sintomas devem aparecer dias antes do surgimento da lesão. Após esse período, as vesículas costumam se agrupar e seguir uma espécie de “faixa” pela pele. Elas apresentam um líquido que tem o vírus varicela-zóster. 


Além dos sintomas que citamos acima, a pessoa pode apresentar também dor de cabeça e febre. 


Possíveis complicações do cobreiro


Nos casos mais graves, a doença pode evoluir para cegueira, meningite e surdez. Pessoas com mais de 60 anos com cobreiro podem ter algumas complicações, como: a neuralgia pós-herpética. Ela causa dor forte, sensibilidade ao toque, forte sensação de coceira que pode durar semanas ou meses depois do desaparecimento das lesões.


Em quais regiões do corpo o cobreiro mais aparece? 


As regiões do corpo que são mais afetadas pelo cobreiro são: face, tronco e membros. 


O cobreiro pode matar?


Em casos raros, pode levar a pessoa a óbito. Entretanto, o tratamento tem o objetivo de reduzir a duração do cobreiro, limitar sua extensão e gravidade e prevenir justamente essas complicações.


Fatores de risco


Alguns fatores de risco para o desenvolvimento do cobreiro são pessoas com:


  • Câncer;
  • Diabetes;
  • Doenças crônicas;
  • Estresse físico ou psicológico;
  • HIV/AIDS;
  • Idade superior a 50 anos;
  • Quimioterapia ou utilização de remédios que diminuem a imunidade.

Como fazer o diagnóstico?


O diagnóstico do cobreiro é clínico e, geralmente, não tem a necessidade de fazer exames complementares. De maneira geral, a doença é diagnosticada por meio do histórico clínico da pessoa e análise das lesões. 


Em casos de cobreiro com apresentações menos típicas, exames complementares — como a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) — podem ajudar a confirmar a doença. 


Como tratar o cobreiro?


O tratamento do cobreiro tem o objetivo de diminuir a duração da doença, limitar sua extensão e gravidade e prevenir possíveis complicações.


Os médicos podem prescrever para pacientes com cobreiro o uso de antivirais e analgésicos para aliviar a dor. Caso surjam lesões no rosto (como no nariz e olhos, por exemplo), pode ser necessário fazer o uso de medicação por via intravenosa.


Outros cuidados que a pessoa tem que ter ao ser diagnosticada com cobreiro é: 


  • Lavar as “pequenas bolhas” com água e sabão neutro sem esfregar;
  • Usar roupas confortáveis que não pressionam a região lesionada;
  • Utilizar apenas as pomadas prescritas por um médico para evitar a irritação da pele e prejudicar as vesículas.

Como prevenir a doença? 


A forma de prevenir o cobreiro é por meio da aplicação de vacinas como a Tetravalente viral (que protege contra o sarampo, caxumba, rubéola e varicela) e a vacina Varicela que são indicados no calendário de vacinação infantil. 


Já a vacina contra a herpes-zóster só está disponível para aplicação em quem tem mais de 50 anos.


Onde aplicar as vacinas?


As vacinas Varicela e Herpes-Zóster estão disponíveis aqui na Beep. A melhor parte é que você não precisa sair de casa para aplicá-las. 


A nossa equipe altamente especializada vai até você, de domingo a domingo, e sem cobrar taxa domiciliar. Baixe o nosso app agora mesmo e agende uma visita!


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Fonte: 


Beep Saúde 

 


Profissional de enfermagem usando o swab (uma espécie de cotonete grande) na boca da paciente, um tipo de coleta domiciliar feito pela Beep Saúde

Por que fazer coleta domiciliar?

Se tem uma coisa que pode tirar o ânimo de muita gente na hora de cuidar da saúde, é ter que sair de casa para fazer exames. Pegar senha e ficar horas esperando na fila — sem saber quando vai sair de lá — são alguns dos motivos que fazem a coleta domiciliar ficar ainda mais atrativa para muitas pessoas. 


Mas você sabe quais são as demais vantagens desse tipo de serviço, ou como ele funciona? Você pode tirar essa e muitas outras dúvidas neste post. Leia o artigo completo! 


Profissional de enfermagem usando o swab (uma espécie de cotonete grande) na boca da paciente, um tipo de coleta domiciliar feito pela Beep Saúde


O que é coleta domiciliar?


A coleta domiciliar é oferecida por algumas empresas de saúde. Esse tipo de serviço facilita a vida do paciente, já que, ao invés da pessoa ter que ir até o laboratório, os profissionais vão até a casa do cliente para fazer os exames. 


Só que essa praticidade não é algo recente. Antigamente, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção já contavam com alguns serviços desse tipo. A diferença é que, hoje, ele está ficando popular e ganhando cada vez mais adeptos. 



Quais são as vantagens de fazer exames em casa?


As pessoas que escolhem deixar de fazer exames na clínica para realizá-los em casa podem ter algumas vantagens, como: 


  • Contar com a mesma segurança dos exames feitos presencialmente nas clínicas e laboratórios;
  • Escolher o horário que mais se encaixa na sua rotina; 
  • Excelente alternativa para quem tem dificuldade de se locomover, como: idosos, grávidas e deficientes;
  • Não ter que enfrentar filas, pegar senhas, entre outros. 

E se a pessoa escolher fazer os seus exames aqui na Beep, ela pode selecionar uma data de domingo a domingo e sem pagar taxa domiciliar. 


Quais tipos de exames você pode fazer em casa?  


É possível fazer desde exames genéticos até o teste do pezinho no conforto de casa. Veja quais são os principais oferecidos pela Beep Saúde:



Como funciona a coleta domiciliar?


Primeiro, o cliente precisa fazer o agendamento pelo nosso aplicativo. No horário combinado, a nossa equipe se desloca até a casa da pessoa para realizar o exame solicitado. A partir desse momento, a coleta é feita de formas diferentes:


1) Coleta domiciliar de exames de sangue: 


O profissional irá orientar o paciente a se sentar em um local com encosto firme e algum tipo de apoio onde seja possível esticar o braço. 


Depois, será feita uma limpeza na região onde será coletado o sangue, geralmente, com álcool 70. Para facilitar a localização da veia, pode ser utilizado o Beep Scan, uma ferramenta que ajuda a encontrá-la com maior precisão. 


Após a coleta, o tubo com a amostra de sangue, previamente identificado, será encaminhado ao laboratório para análise. 



2) Coleta domiciliar de exames de fezes e de urina: 


Nesses tipos de exames, a equipe da Beep vai até à casa do cliente buscar a amostra de fezes e/ou urina coletada pelo paciente. Os profissionais fazem a identificação do material e encaminham até o laboratório responsável pela análise. 



3) Coleta domiciliar do Painel de 4 vírus respiratórios (RT-PCR):


Os profissionais da Beep Saúde utilizam um swab, também chamado de haste flexível, para fazer a coleta da amostra do nariz e garganta. Após a identificação do material, ele é encaminhado para o laboratório fazer a análise e identificar se há a presença de Influenza A e B, Vírus Sincicial Respiratório e SARS-CoV-2. 



4) Coleta domiciliar do Teste do Pezinho: 


A equipe técnica da Beep vai até à casa do cliente e, com todo o carinho e cuidado, é feita a coleta do sangue do bebê por meio de um furo pequeno no calcanhar. Algumas gotas serão absorvidas em um papel filtro específico. Após a coleta, o material será identificado e encaminhado para o laboratório. 



Como agendar exame de sangue em casa?


Aqui na Beep, você agenda o exame de sangue da seguinte maneira: 


  • Escolher a opção “exame domiciliar” e, em seguida, “particular” ou “plano de saúde”;
  • Caso selecione a opção “plano de saúde”: informe o plano, envie a foto da carteirinha, do documento oficial (identidade-RG, carteira de habilitação-CNH ou certidão de nascimento) da pessoa que vai fazer o exame e uma foto do pedido médico; 
  • Caso selecione a opção “particular”: busque o exame desejado, selecione-o e, depois do agendamento, escolha a forma de pagamento.

Depois disso, é só aguardar a visita da equipe da Beep. Lembrando que o nosso atendimento é feito de domingo a domingo e sem cobrar taxa domiciliar. 


Importante:


Você pode tirar suas dúvidas e fazer o agendamento dos seus exames laboratoriais e vacinas diretamente no aplicativo da Beep Saúde. É só clicar aqui para baixar!


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Agora que você já sabe como funciona a coleta domiciliar, compartilhe sua experiência com a gente! Assim, você vai contribuir para ajudar outras pessoas que procuram por mais informações.


Fonte:


Beep Saúde


Oswaldo Cruz é Beep Saúde

Se você conhece a Beep há algum tempo, já ouviu falar do Oswaldo, nosso sistema operacional que integra todas as etapas do processo responsável por conectar o cliente aos serviços que oferecemos. De acordo com o nosso time de Tecnologia - que brilhou ao criá-lo -, esse é o coração da nossa operação!


Não por acaso, foi inspirado em um dos maiores “corações” da saúde no Brasil: o médico e cientista Oswaldo Cruz. Conhecido especialmente por suas benfeitorias na área das vacinas, ele esteve à frente de campanhas para combater doenças como a febre amarela e varíola.


Na cidade do Rio de Janeiro, a Fundação Oswaldo Cruz se encarrega por homenagear esse grande sanitarista, atuando de forma significativa nas pesquisas acerca do tema. Imagine, agora, se a Beep pudesse facilitar a vida de todas as pessoas por trás dessa entidade tão renomada… Parece um sonho, não é? 


E ele acaba de se tornar realidade! A partir de hoje, quem tem o plano FioSaúde vai poder fazer todos os exames laboratoriais, no conforto de casa, sem pagar taxa domiciliar.


De domingo a domingo, mais de 11 mil vidas no estado fluminense (de acordo com dados da operadora) vão ter acesso a tudo de melhor que a Beep oferece. O passo a passo é fácil: depois de fazer o download do nosso aplicativo, complete seu cadastro e selecione “Exame domiciliar”. Em seguida, selecione “Plano de saúde” e, posteriormente, “FioSaúde”. Escolha o perfil da pessoa que vai fazer o exame, tire fotos (ou envie capturas de tela) do pedido médico, do documento oficial e da carteirinha. Por fim, basta escolher a data e horário da sua coleta e concluir a solicitação de agendamento. Nossa Central de Relacionamento fará a checagem de dados e, assim que finalizar esse processo, você receberá um e-mail com todas as informações necessárias para a realização dos exames.


“A FioSaúde é um dos planos mais importantes dentro do segmento da autogestão. Para nós, é uma honra atender os profissionais da Fiocruz e seus familiares, levando nossa tecnologia e nosso carinho humano para essa instituição de excelência acadêmica!”

- Marcelo Frota, Head de Saúde Suplementar


Lembrando que, no Rio de Janeiro, além da FioSaúde, os planos que aceitam a Beep são:

  • Bradesco Saúde (Preferencial Plus, Nacional Flex, Nacional e Nacional Plus) para exames laboratoriais e algumas vacinas (exclusividade para alguns produtos do plano Nacional Plus); 
  • Mediservice (Básico Inativos, Branco, Ouro, Prata e Bronze) para exames laboratoriais; 
  • Care Plus (Básico, Especial, Executivo e Master) para exames laboratoriais e vacinas; 
  • FAPES (PAS) para exames laboratoriais e vacinas; 
  • Omint (Premium, Access, Corporate, Skill e Skill Max) para algumas vacinas;
  • Amil (a partir do Amil 400) e Amil One para exames laboratoriais e Amil One para algumas vacinas;
*Confira sempre a cobertura do seu plano.

Não encontrou sua operadora? Não se preocupe: estamos ampliando nossa parceria com outras operadoras para que você continue recebendo o melhor atendimento possível!


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Mulher com blusa rosa segurando um laço rosa, símbolo da campanha outubro rosa e autoexame

Outubro Rosa: como fazer o autoexame de mama

O câncer de mama é uma doença temida por muita gente. Entretanto, quando descoberto de forma precoce, pode aumentar as chances de cura. É exatamente isso que a campanha “Outubro Rosa” quer conscientizar. Quer entender melhor o que é o outubro rosa e a importância do autoexame para prevenir o câncer de mama? Confira o post completo!


Mulher com blusa rosa segurando um laço rosa, símbolo da campanha outubro rosa e autoexame


O que é Outubro Rosa?


O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para detectar o câncer de mama de forma precoce. Criado no começo da década de 1990, ele ocorre tanto no Brasil quanto no exterior.


O que é feito no Outubro Rosa?


O objetivo desse movimento é divulgar informações e conscientizar as pessoas sobre o câncer de mama para ajudar no diagnóstico precoce e diminuir o número de mortes pela doença.



Quais exames fazer no Outubro Rosa?


Os exames indicados para a detecção do câncer de mama de forma precoce são a mamografia de rastreamento e o autoexame (toque nas mamas). 


O que é mamografia de rastreamento? 


A mamografia de rastreamento é um exame de rotina para identificar o câncer de mama bem antes de surgirem os sintomas. A recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres com idade entre 50 e 69 anos façam esse exame a cada 2 anos. 


Já a Sociedade Brasileira de Mastologia indica que toda mulher com 40 anos ou mais deve realizar a mamografia de rastreamento anualmente. 


Como fazer o autoexame no Outubro Rosa?


As mulheres não precisam esperar a campanha Outubro Rosa para fazerem o autoexame. Ele pode ser realizado uma vez por mês, de preferência no 7º ou 8º dia depois do início da menstruação. Em casos em que a mulher não menstrua mais, ele pode ser feito em uma data fixa. O mesmo vale para homens.


O ideal é que se faça o autoexame nos seguintes momentos:


O ideal é que se faça o autoexame nos seguintes momentos: Autoexame em frente ao espelho Tire a roupa, vá até um espelho e observe as mamas. Primeiro, você vai colocar os braços para baixo, depois para cima, dobrados atrás do pescoço e, em seguida, com as mãos na bacia. Avalie a cor, forma e tamanho dos seios. Veja também se há inchaço, saliência e rugosidade. Autoexame em pé Quando estiver no banho, o ideal é aproveitar para tocar as mamas com o corpo molhado e as mãos com sabão. É importante que os dedos estejam esticados e que se faça movimentos circulares, de cima para baixo. Veja as recomendações: Ponha um dos braços atrás da cabeça; Com a mão que está abaixada, apalpe a mama até a axila suavemente; Repita os dois passos anteriores com o outro seio; Por fim, pressione os mamilos de forma suave e observe se vai sair algum líquido do bico. Autoexame deitada O autoexame deitado é similar ao autoexame em pé. É necessário repetir os quatro passos do tópico anterior, porém em posição horizontal. Lembrando que eles podem ser feitos em qualquer época do ano e não só durante a Campanha Outubro Rosa.

Qual a importância do autoexame de mamas?

A importância do autoexame das mamas e da mamografia de rastreamento é descobrir a doença nas fases iniciais para aumentar a possibilidade da pessoa fazer tratamentos menos agressivos e até se curar. 



O que é câncer de mama? 


O câncer de mama ocorre a partir da multiplicação desordenada de células anormais da mama. Juntas, elas podem formar um tumor com um grande potencial de atingir outros órgãos do corpo humano e levar à morte. Apesar de raro, o câncer de mama também pode ocorrer em homens. 


A evolução do câncer de mama varia, pois ela pode ocorrer de forma rápida ou lenta. Agora, se for descoberto de forma precoce e tratado adequadamente, há grandes chances de cura. 


Quais são os principais sinais e sintomas?


O sinal mais percebido pelas pessoas é a presença de um ou mais nódulos fixos na mama. Nem sempre esse “caroço” causa dor e ele pode surgir em outras partes do corpo, como na axila e no pescoço. 


Além desse sinal, a pessoa pode apresentar na mama: 


  • Pele retraída, avermelhada ou parecida com uma casca de laranja;
  • Alteração no bico do mamilo;
  • Saída de secreção ou líquido anormal pelo mamilo. 

Outubro Rosa autoexame: Sinais do câncer de mama: Nódulo, Pele retraída, Mudança de cor, espessura ou textura da mama, Presença de retração, alteração de posição ou forma do mamilo, Saída de secreção ou líquido anormal pelo mamilo


Senti um desses sinais do câncer de mama. O que fazer?


Primeiro, mantenha a calma. Nem sempre esses sinais indicam que você realmente está com câncer de mama. Em seguida, procure um ginecologista ou mastologista o mais rápido possível. 


Na consulta, o médico pode fazer o exame clínico das mamas (toque) e prescrever outros exames: 


  • Mamografia diagnóstica;
  • Ultrassonografia; 
  • Ressonância magnética. 

Agora, para a confirmação do câncer de mama, é preciso fazer uma biópsia. Esse procedimento retira uma parte do nódulo ou lesão com punções (extração por agulha) ou uma pequena cirurgia. Em seguida, o material é enviado para a análise para a confirmação do diagnóstico. 


Existem fatores de risco? 


Pessoas com mais de 50 anos têm mais risco de desenvolver câncer de mama, mas outros fatores também podem influenciá-la:


 Outubro Rosa e autoexame: Fatores ambientais e comportamentais Obesidade e sobrepeso Falta de prática de atividade física Consumo de bebida alcoólica Exposição frequente a radiações ionizantes para tratamento (radioterapia) ou exames diagnósticos (tomografia, Raios-X, mamografia, etc) Tabagismo - há evidências sugestivas de aumento de risco, Fatores da história reprodutiva e hormonal Primeira menstruação antes de 12 anos Não ter tido filhos Primeira gravidez após os 30 anos Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona) Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos, Fatores genéticos e hereditários História familiar de câncer de ovário Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos História familiar de câncer de mama em homens Alteração genética, especialmente, nos genes BRCA1 e BRCA2


Como tratar? 


As opções de tratamento disponíveis são: cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e terapia biológica (terapia alvo).


O tipo de tratamento do câncer de mama vai depender tanto da fase em que a doença foi descoberta quanto do tipo de tumor. Se ele for descoberto no começo, tem mais chances de cura. 


Agora, se o câncer de mama já se espalhou para outros órgãos do corpo (metástase), o tratamento pode prolongar o tempo e a qualidade de vida da pessoa. 


Como prevenir?


Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), aproximadamente 30% dos casos de câncer de mama podem ser prevenidos com os seguintes hábitos: 


  • Evitar bebidas alcoólicas e fumar;
  • Fazer atividade física;
  • Manter o peso adequado.

Caso a mulher tenha acabado de ter filhos, amamentar é um fator de proteção contra o câncer.


Mantenha sempre a sua saúde em dia! 


Além dos cuidados com a prevenção do câncer, faça sempre exames laboratoriais de rotina para checar como está a sua saúde de uma maneira geral. 


A Beep oferece exames de sangue, fezes e urina. Todos eles podem ser feitos na sua casa, de domingo a domingo, pelo plano e sem pagar taxa domiciliar. Baixe o app e marque uma visita agora mesmo!  


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Fontes: 


INCA | MD Saúde | Drauzio Varella |