5 dicas para ajudar uma mãe no puerpério

Muito se fala sobre os preparativos estruturais para a chegada de um filho: montar o quarto, comprar roupinhas, estoque de fraldas, organizar enxoval etc. Da mesma forma, existem vários textos, rodas de conversa, aplicativos, e o pré-natal, para auxiliar uma mulher no parto. Porém, pouco se fala sobre o puerpério.

O puerpério é o período pós-parto em que o corpo e o psicológico da mulher estão se reajustando e se adaptando a uma nova formatação. Existe uma nova pessoa em sua vida - uma pessoa totalmente dependente, frágil, vulnerável e indefesa -, os hormônios estão a mil e a mãe precisa encarar a rotina da amamentação (seja no seio, seja oferecendo leite de outra forma), noites sem dormir e a recuperação da intensa experiência do parto. Em termos gerais, dura em média 45 dias, mas há mulheres que relatam sentir o puerpério até os dois anos de vida do filho.

Esse, provavelmente, é o momento em que a mãe mais precisa de uma rede de apoio. Além do pai, ou de outros cuidadores prioritários, é fundamental a ajuda de avós, tios, tias, amigas e amigos, padrinhos e madrinhas. Sabemos que, atualmente, por conta da pandemia e dos protocolos de segurança, a presença física e o contato estão restritos. Porém, há várias maneiras de acolher e ajudar uma puérpera.

Listamos algumas ações simples e práticas para auxiliar uma puérpera, caso você esteja longe fisicamente ou não more com ela. Tenha sempre esta lista em mente quando uma amiga ou familiar tiver filhos.

1 - Não force a visita

Para começo de conversa, não force a visitação. Além da pandemia por conta do Coronavírus, a última coisa que uma recém-mãe precisa é se preocupar em se arrumar, organizar a casa e deixar tudo receptivo para familiares e amigos. Os primeiros dias em casa são de muita adaptação e transformações para os pais e bebê. Além disso, a mãe e o recém-nascido estão se conhecendo, se conectando e criando intimidade. Esse momento é único e merece ser vivido em paz e com tranquilidade.

Apesar de todos estarem ansiosos e animados para conhecer a nova pessoa que fará parte de suas vidas, é indicado “segurar a emoção”. Se você tiver muita intimidade, pode enviar uma mensagem perguntando se a mãe precisa de algo ou se quer a sua companhia, sempre levando em consideração as recomendações médicas.

2 - Ajude com a alimentação da puérpera

Uma mãe cuidando de um recém-nascido mal tem tempo de se alimentar, o que pode ser muito problemático, já que ela precisa de energia e nutrição para dar conta da amamentação, seja direta ou indireta, e dos cuidados com o bebê. Uma atitude simples e que pode ajudar muito é… alimentá-la. Converse com a mãe e, se ela se sentir à vontade, envie um delivery de comida para a casa dela. Se possível, você pode preparar refeições saborosas e saudáveis e entregar pessoalmente, sem transformar isso em uma visita demorada e sempre respeitando os protocolos de higienização e segurança contra Covid-19. Sem dúvida, esse gesto de carinho e suporte será bem-vindo!

3 - Se faça presente, mesmo que virtualmente

A puérpera não tem muito tempo, de fato, mas é comum ela se sentir solitária, mesmo que ela more com o pai ou outro cuidador da criança. Ligações, chamadas de vídeo, mensagens de texto ou mensagens de áudio são bem-vindas. Muitas vezes a recém-mãe consegue uma brecha para se comunicar com outras pessoas e 5 minutinhos de desabafo já são reconfortantes.

Outra ideia é indicar um grupo de mães para que ela entre e participe. Ajuda muito saber que você não está passando por tudo aquilo sozinha.

4 - Evite dar palpites ou fazer comentários que podem ser negativos

Pode parecer uma dica simples e óbvia, mas muita gente não segue. Mães no puerpério estão muito sensíveis, porque além da desregulação hormonal, elas estão sempre muito cansadas, lidando com muitas transformações. Por isso, é importante tomar cuidado com o que se fala e, principalmente, na maneira como se fala. Comentários relacionados ao seu maternar ou sobre o seu bebê podem ser mal interpretados. Se a criança estiver segura, saudável e se desenvolvendo bem, segundo diagnóstico do pediatra, evite expressar sua opinião.

É melhor falar apenas se a puérpera pedir um conselho ou uma dica. Se for um elogio ou um comentário de incentivo, fale sem medo. O mais indicado é ouvir, acolher e tentar não julgar. Cada mãe é única e tem sua maneira própria de cuidar e criar seu filho. Respeite.

5 - Se ofereça para lavar e passar roupas ou limpar a casa

As tarefas domésticas ficam totalmente em segundo plano para pessoas que acabaram de ter bebê, porém, a casa continua juntando poeira, vira e mexe o bebê golfa na camisola da mãe ou as manchas marcam todas as camisas. Como já falamos acima no texto, sabemos que são tempos difíceis e que o isolamento é a recomendação para lidar com a pandemia, porém, buscar uma muda de roupa suja e trazer tudo limpinho e cheiroso é um sonho para a puérpera. Além do bem-estar de vestir roupas limpas, essa tarefa já tira uma preocupação da cabeça dos pais. Converse com a mãe e, caso ela se se sinta confortável com a sua presença, se ofereça para faxinar a casa por um dia.


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Um homem doente está deitado assoando o nariz. em frente tem uma mesa com alguns remédios

Coriza: entenda um dos sinais e sintomas mais comuns das doenças respiratórias

O que é a coriza? 

Coriza é uma secreção que ocorre nas vias nasais devido a algum processo inflamatório na região. É um quadro comum a algumas doenças do trato respiratório, como resfriado, gripe, rinite alérgica e Covid-19, e costuma vir acompanhada de outros sinais e sintomas (espirro, tosse, nariz entupido, entre outros). 

Na maioria das vezes, esse corrimento tem um aspecto transparente/claro podendo também ser amarelado, esverdeado ou misturado com sangue. Sua principal função é envolver o agente causador da inflamação para tentar expulsá-lo do nosso organismo. 

Uma mulher está sentada com um cobertor nas costas e assoando o nariz

Quais doenças causam a coriza?

Apesar de serem semelhantes em alguns aspectos e ainda confundirem muitas pessoas, as doenças que citamos anteriormente são diferentes e possuem suas particularidades, o que pode auxiliar no diagnóstico. Veja a seguir!

  • Resfriado

Trata-se de uma infecção respiratória mais leve, autolimitada, causada por um vírus, sendo o rinovírus o mais comum. A transmissão ocorre pelo contato com mãos infectadas, espirros ou tosse e tem alto índice de contágio. A duração média de um resfriado pode variar de 3 a 10 dias. 

Além da coriza, outras manifestações como espirros, tosse e dor de garganta, podem ocorrer. Eventualmente podem surgir complicações, como desenvolvimento de otite, sinusite ou exacerbação da asma. Para o tratamento, o recomendável é lavagem nasal com soro fisiológico, analgésicos e antitérmicos se necessário.

  • Gripe

Causada pelo vírus Influenza, a gripe não deve ser confundida com o resfriado comum, pois as características clínicas são mais intensas. O aparecimento dos sinais e sintomas da gripe é mais rápido e tem maiores índices de complicações, como pneumonia. 

No entanto, o meio de transmissão é semelhante ao do resfriado, variando apenas a durabilidade (a gripe pode persistir por até duas semanas). Os principais sinais e sintomas são: coriza, febre alta, dores no corpo e nas articulações, tosse, dor de garganta e perda do apetite.

A melhor maneira de se prevenir é tomando a vacina contra gripe. Antitérmicos e analgésicos são recomendados para aliviar os sintomas. 


Veja também:
O que é gripe, sintomas e vacinas

  • Rinite alérgica

Definida como uma inflamação da mucosa nasal, a rinite alérgica é provocada quando o organismo é exposto a algum alérgeno (substância causadora da alergia), como pólen, poeira ou até mudanças climáticas. Nesses casos, a coriza apresenta um aspecto mais transparente e vem acompanhada de espirro, coceira no nariz e congestão nasal.

De maneira geral, a rinite alérgica pode ser tratada com antialérgicos e com medidas preventivas, que englobam, principalmente, evitar o contato com os agentes responsáveis pela alergia. Se for algo constante, é aconselhável procurar um especialista para investigar o que pode estar causando a rinite e iniciar o tratamento.

  • Covid-19

A Covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2. A transmissão ocorre pelo contato com a pessoa infectada, por meio de gotículas de saliva, espirro, tosse, objetos e superfícies contaminadas (celulares, mesa, maçaneta etc.).

Os casos de Covid-19 vão desde assintomáticos até manifestações mais graves. Os sinais e sintomas podem variar entre: tosse, febre, coriza, dor de garganta, perda do paladar ou olfato, além de falta de ar e dor no peito - nos casos mais graves. 

A melhor maneira de se prevenir é tomando a vacina contra Covid-19, além do uso de máscara, distanciamento social e demais orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Clique aqui e saiba mais sobre os testes de Covid-19

Como diferenciar resfriado, gripe, alergia e Covid-19?

De acordo com o Ministério da Saúde, é possível diferenciar essas doenças por meio dos seus sintomas. 

  • Em casos de Covid-19 e gripe, é comum ter febre, sendo menos provável no resfriado;
  • Espirros são mais comuns no resfriado e raros em casos de gripe e Covid-19;
  • Nariz entupido geralmente ocorre em resfriados, eventualmente em gripe e, ocasionalmente, pode ser um sintoma do novo coronavírus;
  • As dores de cabeça são comuns na gripe, podendo ocorrer na Covid-19 e são menos comuns nos resfriados.  

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), é importante ressaltar que a febre não é um sintoma nos casos de alergia. 

Veja abaixo o comparativo feito pelo Ministério da Saúde:

Tabela com os diferentes sintomas entre gripe, resfriado e covid-19

Fonte: Ministério da Saúde

Como tratar a coriza?

O tratamento para a coriza, dependerá da causa, como uso de antialérgicos no caso da rinite. Podem ser usados antitérmicos, se houver febre e analgésicos em casos de dor. Suco de laranja e caju - fontes de vitamina C - podem colaborar com a recuperação.

Um homem com coriza está deitado assoando o nariz. em frente tem uma mesa com alguns remédios

É importante associar os tratamentos à limpeza da região nasal. Assoar o nariz, por exemplo, ajuda a liberar as vias aéreas diminuindo a congestão.

Veja também: Como manter a imunidade alta em tempos de Covid-19

Importante:

Você pode tirar suas dúvidas e fazer os agendamentos dos exames e vacinas desejados diretamente no aplicativo da Beep Saúde. É só clicar aqui para baixar!

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Conta pra gente o que você costuma fazer para cuidar e tratar da coriza! Assim, você vai contribuir para ajudar outras pessoas que querem mais informações. 

Fontes: 

ASBAI | Agência Brasil | Unimed | Ministério da Saúde


A maternidade de três Beepers durante a pandemia

Quando tiramos esta foto para registrar a maternidade tripla na família Beep, mal sabíamos o que estava por vir. Essas são Daniele Echeverry, Ana Luisa Santos e Amanda Junqueira. As três engravidaram pertinho uma da outra e precisaram adotar o modelo de trabalho remoto assim que a pandemia chegou ao Brasil, em março do ano passado, resguardando a saúde delas e dos bebês.

Elas são mães de primeira viagem e vivenciaram a experiência da maternidade em um cenário totalmente novo: no meio de uma pandemia. Mas toda mulher que se torna mãe ganha uma força quase mágica para enfrentar as adversidades da vida, cada uma no seu estilo.

Conversamos com elas para entender como foi a volta ao trabalho. Além do desafio da separação dos bebês ao longo do dia, elas se depararam com uma “nova Beep”, já que a empresa cresceu num ritmo acelerado nesse período de licença.

A maternidade da Ana

Do trio, Ana Luisa foi a primeira a ter o seu bebê: o Caio nasceu em maio. Na sua área - Central de Relacionamento -, saber tudo sobre a Beep é fundamental para que todos os clientes tenham suas dúvidas esclarecidas com sucesso. Quando ela retornou à Beep, além do seu time ter crescido significativamente, teve que aprofundar o seu conhecimento sobre o novo negócio da empresa: exames laboratoriais em casa.

“Foi uma nova adaptação. Busquei aprender e me envolver ao máximo para ficar na mesma página que todos”

Paralelamente, enfrentou o desafio de criar uma rede de apoio para cuidar do Caio, pois, no último minuto, não pode contar com a profissional que havia contratado para a função. “A sorte é que a minha mãe está trabalhando no esquema remoto e pode assumir a responsabilidade de ficar com o meu filho, dividindo a tarefa com outros familiares sempre que necessário”.

Profissionalmente, Ana afirma que a maternidade trouxe mudanças positivas: “É inevitável trazer o nosso olhar e experiência como mãe, principalmente por eu trabalhar diretamente com o NPS. Sinto que minha empatia aumentou ainda mais, o que facilita muito meu contato com os clientes - mães, na sua maioria”. Ela aproveitou para refletir o misto de sentimentos e emoções das mães que retornam ao trabalho: “Ao mesmo tempo que senti felicidade ao retomar o meu papel como profissional, me culpei bastante por não ter mais tanto tempo com meu filho. Sabia que perderia momentos importantes na vida dele, como agora que ele começou a andar”. Por isso, ela garante que amar o que faz está sendo fundamental neste momento.

Dani conta com rede de apoio da família

Daniele Echeverry, nossa Analista Financeira, entrou de licença no dia 4 de outubro, quando o Diego veio ao mundo. Sua rede de apoio é a família, que está ajudando bastante desde então.

“Eles foram fundamentais para eu me sentir segura em voltar ao trabalho. Ter a certeza de que o seu filho está em boas mãos é essencial para conseguirmos focar totalmente no trabalho. Estamos vivendo um momento crucial da empresa, de crescimento acelerado, então estar bem para acompanhar o ritmo é super importante”

Conta Dani, que também encontrou a sua área maior com a chegada de novos colaboradores.

Amanda recebe visitas diárias do Vitor na Beep

A Amanda teve o Vitor dois dias depois da Dani ter o Diego. As duas, inclusive, trocaram e ainda trocam muitas figurinhas sobre a maternidade, já que vivenciam as mesmas etapas juntas. Como os pais da Amanda não moram no Rio de Janeiro, a sua rede de apoio conta com uma ótima profissional e o marido. Para facilitar a logística, ela se mudou e está morando pertinho da Beep, a ponto de poder receber a visita do Vitor todas as tardes para amamentá-lo.

“A maternidade despertou em mim uma certeza de que sou capaz de enfrentar qualquer desafio. Por isso, me sinto ainda mais preparada para fazer acontecer na Beep, que está em pleno crescimento e abrindo novas frentes. Se antes me causaria um certo receio, hoje me sinto ainda mais capaz de liderar o time e agregar à empresa.”

Vibra Amanda, que é nossa Gerente de Imunizações e tem sob sua responsabilidade o time de técnicas de vacina. “Agora, como mãe, entendo ainda melhor como cada detalhe do nosso atendimento faz toda a diferença para os nossos clientes", finaliza.

Mães e clientes!

É isso: agora, além de colaboradoras, elas são consumidoras assíduas dos serviços da Beep. Como mães e clientes, as três reforçaram como as nossas técnicas têm a capacidade de passar segurança no atendimento e que isso faz toda a diferença no momento da vacinação.

“Estar no papel de mãe e cliente é ser totalmente diferente da Daniele profissional do Financeiro. Pude, pela primeira vez, viver uma experiência completa como cliente Beep e, por mais que já conheça o padrão, o encantamento acontece como se eu nunca tivesse tido contato com nada da Beep. Fiquei impressionada e ainda mais orgulhosa de fazer parte da empresa e ver como as nossas meninas dão um verdadeiro show nas casas dos nossos clientes”

Dani Echeverry, Analista Financeira da Beep

Encantamento é o nosso combustível diário dentro e fora da Beep, portanto, para o trio conhecer os novos colaboradores, fizemos o famoso tour do nosso onboarding. Afinal, retornar após um longo período de home office e licença é uma espécie de recomeço. As três afirmam estar positivamente impactadas com o acolhimento de todos os Beepers após o retorno e isso reforça a força da nossa cultura.


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mãos de uma pessoa segurano o pezinho de um bebê fazendo exame

Teste do Pezinho: o que é e quando fazer?

Exame realizado em bebês recém-nascidos ajuda a descobrir se existe alguma doença metabólica, imunológica ou infecciosa.


Hoje vamos falar sobre o famoso Teste do Pezinho, que é capaz de detectar doenças genéticas ou congênitas que, ao serem identificadas precocemente, permitem o tratamento e acompanhamento desde cedo.  Destacamos informações que a nossa Coordenadora Médica, a pediatra e infectologista Dra. Cristiana Meirelles, preparou para vocês ficarem bem informados.


mãos de uma pessoa segurano o pezinho de um bebê fazendo exame


O que é o Teste do Pezinho?


O Teste do Pezinho faz parte da triagem neonatal e é um exame realizado a partir de gotas de sangue do recém-nascido, colhidas em papel filtro especial. Dependendo da metodologia usada, o Teste do Pezinho pode ser coletado a partir de 24h de vida do bebê.


É recomendado a realização o mais precocemente possível antes de completar 5 dias de vida e não ultrapassando 30 dias. Bebês prematuros podem realizar o teste do pezinho no mesmo período, mas deve ser repetido posteriormente.


Para que serve o Teste do Pezinho?


O objetivo do teste é detectar se o recém-nascido corre o risco de ter alguma das doenças metabólicas, imunológicas e infecciosas pesquisadas. A maioria destas doenças podem ser detectadas ainda na fase assintomática, quando o bebê ainda não apresenta os sintomas. Mesmo não havendo histórico familiar, é extremamente importante a realização do Teste do Pezinho, pois nem sempre são hereditárias. Além disso, o diagnóstico tardio pode causar sequelas irreversíveis.


Como é feito o Teste do Pezinho?


O sangue é normalmente colhido do calcanhar do bebê, por ser uma parte do corpo rica em vasos sanguíneos e segura para a coleta. Em alguns casos, também pode ser coletado por meio de punção venosa.


mãos de uma pediatra segurando o pezinho do bebê fazendo o teste do pezinho


Quais doenças são detectadas no Teste do Pezinho?


Algumas das doenças que o Teste do Pezinho pode detectar são:

  • Hipotireoidismo congênito - o bebê já nasce sem a capacidade de produzir os hormônios tiroidianos ou produz em quantidade insuficiente.
    Alguns dos sintomas e sinais são: hérnia umbilical, anemia, aumento do volume da língua, atraso na formação da dentição inicial e dificuldade respiratória, entre outros.


    Apesar de não haver cura, o tratamento é feito por meio de reposição hormonal para evitar maiores complicações, possibilitando o desenvolvimento da criança normalmente.


     

    Deficiência de biotinidase - doença que se manifesta a partir da 7ª semana de vida do bebê e há ausência da enzima que absorbe e metaboliza a biotina, ocasionando distúrbios cutâneos e neurológicos. Pode deixar sequelas auditivas, visuais e motoras. Alguns dos sintomas são: queda de cabelo, conjuntivite, problemas respiratórios, infecções fúngicas e aumento do fígado e do baço, entre outros.


  • Fibrose cística - doença crítica que prejudica os pulmões e pâncreas, causada pelo aumento de secreções e viscosidade do muco. Com isso, as vias aéreas são obstruídas e ocorrem infecções crônicas. Algumas alterações clínicas dessa doença podem variar de acordo com a faixa etária.

    Por exemplo: em bebês e crianças menores pode ocorrer tosse com secreção, desidratação e dificuldade em ganhar peso; já em idades mais avançadas, pode ocorrer desnutrição, sinusite, diabetes, infecção respiratória e perda de peso.


    Nesse caso, o tratamento vai depender dos sintomas apresentados, pois é realizado por equipe multidisciplinar e por diferentes especialidades médicas.


  • Anemia falciforme - a estrutura das moléculas de hemoglobina é alterada que gera alteração do formato da hemácia (ou glóbulos vermelhos) e uma deficiência no transporte de oxigênio pelo sangue. A anemia falciforme tem como característica dores intensas, obstrução dos vasos sanguíneos e baixa oxigenação do sangue.


    Além disso, alguns dos outros sintomas são: dores nos ossos e articulações, atraso no crescimento, feridas nas pernas, fadiga e problemas neurológicos, cardiovasculares, pulmonares e renais. Inicialmente, é recomendado o uso de analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar a dor. Em casos de anemia, pode ser necessária a realização de transfusão sanguínea.


  • Hiperplasia adrenal congênita - doença genética caracterizada pela ausência ou insuficiência de produção de hormônios das glândulas adrenais (ou também conhecidas como suprarrenais), o que pode afetar o crescimento e desenvolvimento da criança. Alguns dos sintomas apresentados são: vômito, pressão baixa e desidratação (em casos de bebês recém-nascidos).

    Em outras faixas etárias, os sintomas costumam ser de puberdade precoce, crescimento mais rápido, desenvolvimento anormal da genitália e excesso de pelos no rosto, entre outros. O tratamento se inicia após a identificação dos hormônios que sofreram alterações e, por isso, a reposição hormonal é indicada.


Quando fazer o Teste do Pezinho?


Quanto maior a rapidez na identificação e início do tratamento das doenças, maior a possibilidade de evitarmos sequelas como:

  • Deficiência mental;
  • Microcefalia; 
  • Convulsões;
  • Fibrose do pulmão;
    Entre outras complicações, inclusive a morte.


    Como recomendação geral e para maior efetividade do teste, deve-se realizar a coleta da amostra de sangue entre o 1º e o 5º dia de vida do bebê.


Existe mais de um tipo de teste?


Existem várias tecnologias a serem aplicadas nos exames do Teste do Pezinho. Dependendo da metodologia aplicada pode variar o tempo recomendado para a coleta, a forma de coletar e o tempo de liberação do resultado do exame.


Confira a tabela abaixo: 

Tabela da Beep Saúde para agendamento do Teste do Pezinho


Qual tipo de Teste do Pezinho o SUS oferece?


No Brasil, o teste básico deve ser realizado em todo recém-nascido de forma obrigatória conforme determinação do Ministério da Saúde. O Teste do Pezinho no Sistema Único de Saúde (SUS) possibilita o diagnóstico precoce de fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.


Teste do Pezinho na rede privada


O Teste do Pezinho, realizado na rede privada, abrange um número maior de exames. Eles podem contemplar mais de 50 diferentes doenças, tais como:

  • Imunodeficiência Combinada Grave - essa síndrome abrange algumas doenças presentes no bebê desde o nascimento, devido à alteração da imunidade quando os anticorpos e os linfócitos se encontram em níveis mais baixos. Quando infecções como pneumonia, meningite e sepse começam a aparecer em recorrência, temos um sintoma da Imunodeficiência Combinada Grave.

    Outro sintoma muito presente é a diarreia, que muitas vezes é persistente e acaba gerando desnutrição e perda de peso.  O tratamento é realizado por meio de transplante de células-tronco provenientes da medula óssea ou do sangue do cordão umbilical, permitindo a substituição das células deficientes por células saudáveis.


  • Agamaglobulinemia congênita - doença hereditária que causa a falta de células B e baixos níveis de anticorpos. É uma imunodeficiência ligada ao cromossomo X.


    Os sintomas, geralmente, começam a aparecer a partir do 6º mês de vida e incluem crises de tosse e infecções nasais e/ou auditivas. Podem ocorrer casos de infecção nas articulações também. O tratamento é realizado por meio de reposição de imunoglobulina para ajudar na prevenção de infecção, além de restabelecer o nível de anticorpos.


  • Deficiência de G6PD - G6PD significa Glicose-6-Fosfato Desidrogenase e é a enzima responsável pela proteção dos glóbulos vermelhos presentes nas células.


    Os sintomas apresentados são: palidez, urina mais escura, febre e dores abdominais e nas costas. Não existe um tratamento específico. Normalmente a pessoa carrega por muito tempo essa falta de enzimas, mas o recomendado é evitar drogas oxidantes e ter a vacinação sempre em dia, além de restringir o uso de medicamentos como paracetamol e dipirona.


  • Galactosemia - doença que torna o organismo incapaz de transformar a galactose (açúcar monossacarídeo, menos doce, obtido por meio da hidrólise da lactose) em glicose. Alguns dos sintomas são: convulsão, má alimentação, dificuldade em ganhar peso, hipoglicemia e aumento do tamanho do fígado, entre outros.

    O tratamento mais indicado é por meio da restrição de alimentos derivados do leite ou que contenham lactose ou galactose.


  • Leucinose - essa doença é hereditária e acontece devido à falta de enzimas, o que gera acúmulo de determinados aminoácidos (leucina, isoleucina e valina) em grandes quantidades no organismo.  Alguns dos sintomas são: vômito, perda de peso, odor na urina, perda de audição e visão, e dificuldade para se locomover.

    O tratamento é por meio de uma alimentação restrita em proteína e suplementos com componentes de aminoácidos.


Clique aqui para agendar o Teste do Pezinho


Como é o resultado do Teste do Pezinho?


O Teste do Pezinho faz rastreamento de doenças específicas e não exclui a possibilidade do bebê desenvolver atraso de desenvolvimento físico e cognitivo, pois estas alterações não são alterações exclusivas das doenças rastreadas. O teste também não diagnostica alterações cromossômicas, como, por exemplo, a Síndrome de Down.


Portanto, converse bastante com seu médico para saber exatamente quais exames deve fazer para detectar cada doença.


Dia Nacional do Teste do Pezinho


O Dia Nacional do Teste do Pezinho é comemorado em 6 de junho, após a data ser instituída pelo Ministério da Saúde.


O Teste do Pezinho chegou ao Brasil no final dos anos 70, sendo o primeiro país da América do Sul a realizar esse exame, mas só em 1992 passou a ser obrigatório. Já em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal. O objetivo seria conscientizar a população sobre a importância de realizar o exame em bebês recém-nascidos.


Consulta pré-natal


Toda mulher no 3º trimestre de gestação deve fazer uma consulta pré-natal com o futuro pediatra do bebê. O profissional irá orientar tudo sobre o Teste do Pezinho e outros exames de triagem neonatal. São eles: o Teste do Olhinho (reflexo vermelho), o Teste da Orelhinha (exame de Emissões Otoacústicas Evocadas) e o Teste do Coraçãozinho (oximetria de pulso).


Quer ler mais sobre o assunto? Então visite a nossa página no site. Quer agendar com a Beep? Clique aqui e baixe o app!


Importante:


Para tirar suas dúvidas referentes aos exames e vacinas necessárias, é só clicar aqui para acessar o site da Beep Saúde!


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E se você já fez o Teste do Pezinho no seu bebê, conte aqui embaixo como foi. Assim, você vai contribuir para ajudar outras pessoas que querem mais informações sobre os exames.


Fontes:


Blog da Saúde | Hermes Pardini | Tua Saúde | Revista Médica de Minas Gerais |
Drauzio Varella | Mãe que ama | PEBMED | SBEM | Manual MSD | CCM Saúde | Bebê Abril | Hemo Amapá | Minha Vida


Vacinas para gestantes: entenda quais são! | #MêsDasMães

A gravidez é um momento de muitas dúvidas e descobertas. Quando uma mulher grávida começa o pré-natal, ela aprende que precisa ter uma série de cuidados e preparativos fundamentais para a chegada de seus filhos ou filhas. São meses de alimentação regrada, consultas, exames, ultrassons, consumo de vitaminas… e vacinas! Sim, existe uma lista de vacinas indicadas para gestantes. Todas são comprovadamente seguras e eficazes para a mãe e para o bebê. Inclusive, a imunização de grávidas é considerada prioritária pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Manter a vacinação em dia durante a gravidez é essencial para a proteção da mãe e do bebê, já que tanto o feto quanto o recém-nascido têm um sistema imunológico muito imaturo, que segue se desenvolvendo até os seus 12 primeiros meses de vida. A mulher pode (e deve) se vacinar, principalmente a partir da 20ª semana de gestação, pois passa anticorpos para o seu filho via placenta. Depois do parto, essa proteção mãe-bebê continua por meio do aleitamento materno.



Estratégia Cocoon


A imunização é fundamental para evitar a transmissão de doenças graves como a coqueluche, por exemplo. Por isso, é indicado que outros membros da família também se vacinem para criar uma rede de proteção, sejam pais, irmão(a)s, avós, tio(a)s, padrinhos e madrinhas, qualquer pessoa que fará o papel de cuidador ou que terá contato frequente com o recém-nascido. Essa ação coletiva é chamada de “Estratégia Cocoon”, que vem do inglês e significa “casulo”. Aqui no blog temos um texto completo sobre o assunto: vale a leitura!


Por que se vacinar?


A vacinação na gestante é importante por, basicamente, duas razões: a primeira, é para proteger a mulher, que fica com a imunidade um pouco mais baixa nesse período e, por isso, sujeita a infecções mais graves. A segunda, é para proteger o bebê, já que infecções em grávidas podem ter como consequências o nascimento prematuro, malformações fetais ou, até mesmo, causar uma perda. Como já explicamos acima, os agentes de defesa da mãe passam para o filho por meio da placenta e, após o nascimento, pelo leite materno. Por isso, é indicado que, caso a mulher esteja pretendendo engravidar, já se antecipe e tome as vacinas do Calendário de Vacinação do adulto.


E, afinal, quais são as vacinas essenciais para as gestantes?


Para entender melhor quais são as principais vacinas recomendadas para as gestantes, explicamos um pouco sobre elas aqui no blog. Em alguns casos específicos, outras vacinas podem ser necessárias, mas é preciso ter orientação médica. Aliás, lembre-se sempre de consultar um médico para qualquer dúvida ou indicação.

O Ministério da Saúde oferece, de forma gratuita, quatro vacinas para gestantes: a dTpa (difteria, tétano e coqueluche); a dT (difteria e tétano); a hepatite B e, durante o período de campanha de vacinação, a vacina contra gripe (Influenza). Elas também estão disponíveis na rede privada e, para agendar a sua vacinação em casa com a Beep, é só baixar o app.


dTpa ou dT


A vacina dTpa (tríplice bacteriana) previne contra difteria, tétano e coqueluche, uma doença grave, principalmente em recém-nascidos com até três meses de vida. Tanto a Sociedade Brasileira de Pediatria quanto o Ministério da Saúde recomendam que a gestante receba, a partir da 20ª semana de gestação, uma dose dessa vacina para reduzir, em cerca de 90%, o risco de infecção no bebê. A dTpa também protege o feto contra o tétano neonatal e a difteria. 

O recomendado são 3 doses contendo o componente tetânico. Para gestantes que já possuem histórico vacinal completo, fazer apenas a dTpa. Para aquelas com o histórico desconhecido ou incompleto, realizar 1 dose da dTpa a partir da 20ª semana, seguida de 2 doses da dT (difteria e tétano), respeitando o intervalo mínimo de 1 mês entre as doses. Mulheres que não tomaram a dTpa na gravidez devem ser imunizadas no período pós-parto, o mais cedo possível.


Hepatite B


A vacina contra hepatite B protege a mãe e o bebê contra a hepatite causada pelo vírus B (HBV), doença que atinge o fígado e pode evoluir para cirrose ou câncer. Se a gestante não foi vacinada antes de engravidar, ou se não completou todo o esquema de vacinação, precisará tomar a vacina contra hepatite B o quanto antes. Ao total, são três doses, podendo ser iniciadas já no primeiro trimestre, com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda e 6 meses entre a primeira e a terceira dose. Gestantes que já possuem a vacinação contra Hepatite B comprovadamente em dia não precisam se vacinar novamente.


Influenza (gripe)


A vacina contra gripe previne o contágio pelo vírus Influenza, que em mulheres grávidas pode ter consequências muito graves, levando até mesmo a óbito. Anualmente, um número significativo é vítima da doença e de suas complicações. Por isso, elas são consideradas um grupo de risco.

Além disso, uma infecção por Influenza pode acarretar hospitalizações e quadros respiratórios graves nos primeiros meses de vida de um bebê. Como a vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses, é fundamental manter a mãe com anticorpos contra gripe para serem passados para o filho, em caso de aleitamento materno. Nos casos de mães que não amamentam, a família vacinada cria a rede de proteção.

A dose é anual e a composição da vacina é mutável, por isso é fundamental que seja tomada todo ano. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações e a Sociedade Brasileira de Pediatria, a vacinação pode ser feita em qualquer momento da gestação, mas os níveis de anticorpos caem gradativamente após 6 meses de aplicação.

A vacina contra gripe é oferecida pelo sistema público de saúde (SUS), sazonalmente, para grupos prioritários, em campanhas do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Na rede privada, a vacina é liberada para todas as faixas etárias, a partir dos 6 meses de vida, além de possuir uma cobertura maior contra as cepas, já que é quadrivalente (1 cepa a mais que na rede pública). É só baixar o app da Beep e agendar.


Alguma vacina é contraindicada para gestantes?


Sim. Vacinas vivas e atenuadas não são recomendadas para as grávidas, como por exemplo, a tríplice viral e varicela. Idealmente essas vacinas devem ser administradas antes da gestação. Quando isso não for possível, elas poderão ser feitas logo após o parto, ou durante a amamentação, sem nenhum risco.

Mesmo que seja inativada e não tenha componentes vivos, a vacina contra HPV também não é recomendada durante a gestação. Por precaução, também não é indicada a vacinação contra a febre amarela para gestantes, exceto em casos de surtos da doença. Nessas situações, o serviço de saúde avalia o risco x benefício. Se uma mulher tomou essas vacinas durante a gravidez, sem saber que estava grávida, não é necessário nenhuma conduta especial. Mas é aconselhável sempre ter um  acompanhamento médico.


Fontes:

Ministério da Saúde

Ministério da Saúde | Tétano

SBIm

Calendário de Vacinas para Grávidas da SBIm

SBP | Calendário de Vacinação


uma mesa com frutas, leite, peixe e castanhas

Alergia alimentar: quais são as causas e os sintomas

O que é alergia alimentar?


Alergia alimentar é a reação que nosso sistema imunológico apresenta após a ingestão de determinados componentes presentes nos alimentos, os quais nosso organismo entende como nocivo e reage contra. O sistema imunológico protege nosso corpo contra micro-organismos e moléculas que possam ser nocivas, como bactérias, vírus e toxinas.


uma mesa com frutas, leite, peixe e castanhas


Quando ele entra em contato com a substância de algum alimento que pode desencadear a alergia, gera uma resposta imunológica. No primeiro contato com essas substâncias, nosso organismo produz um tipo de anticorpo denominado imunoglobulina (IgE), causando mais sensibilidade ao alimento. O resultado disso são reações alérgicas, que podem ocorrer na pele, no sistema digestório ou respiratório.


Quais alimentos podem causar alergia alimentar?


Os alimentos mais comuns e propensos a causar alergias são:

  • ovo;
  • leite de vaca; 
  • trigo; 
  • soja; 
  • amendoim; 
  • castanhas;  
  • frutos do mar.

Eles são responsáveis por, aproximadamente, 90% dos casos. Dentre esses alimentos, o amendoim, os crustáceos, o leite de vaca e as nozes se destacam por provocarem alergia alimentar grave (anafiláticas) em maior frequência. Os casos mais recorrentes de alergia alimentar são devido à sensibilidade a 1 ou 2 alimentos, normalmente.


Quais são os sintomas mais recorrentes de uma alergia alimentar?


Os sintomas da alergia alimentar podem variar e se manifestar de maneiras diferentes, dependendo da gravidade. Os principais são:

  • Gastrointestinais


Diarreia e vômito imediatos; em casos não mediados pelo anticorpo IgE (mecanismo imunológico), os sintomas podem incluir, também, refluxo e perda de peso, e o aparecimento ocorre algumas horas ou dias após a ingestão. Os alimentos mais comuns nesses casos são o leite e a soja.


  • Respiratório


Nesse caso, imediatamente após a ingestão do alimento, de modo súbito, as possíveis reações são falta de ar e chiado no peito. Os pacientes com quadro de asma não controlada são mais propensos a esses sintomas. Entretanto, tanto a asma quanto a rinite raramente se manifestam em alergia alimentar.


  • Cutâneas


Inchaços na boca, olhos e orelhas; coceiras e placas avermelhadas pelo corpo, que podem ser pequenas ou grandes e também chamadas de placas de urticária.


uma mulher coçando o braço que está todo vermelho


  • Cardiovasculares


Queda de pressão arterial, desmaio, tontura e hipóxia (baixa concentração de oxigênio) podem indicar choque anafilático, tornando o quadro alérgico ainda mais grave.


É possível ter alergia alimentar no primeiro contato com o alimento?


Após ter o primeiro contato com algum componente do alimento, o paciente passa a ter uma certa sensibilidade e, posteriormente, pode desenvolver a alergia alimentar. Os sintomas nem sempre surgem na primeira exposição, mas podem sim ocorrer.


Essa sensibilização pode ocorrer, por exemplo, por meio de um creme hidratante que tenha componentes do leite. É possível ingerir o alimento diversas vezes até apresentar os primeiros sintomas da alergia.


Tipos de manifestações alérgicas


  • Mediadas por IgE (anticorpo imunoglobulina)


Essas são as manifestações mais comuns na alergia alimentar e costumam ocorrer em até 2 horas após a ingestão do alimento.


  • Não-mediadas por IgE


Manifestações que ocorrem com um intervalo maior após a ingestão do alimento.


Como diagnosticar a alergia alimentar?


O diagnóstico se inicia após o paciente descrever os sintomas e quais alimentos teve contato recentemente. Alguns testes podem ser feitos para ajudar no diagnóstico. São eles:


  • Teste cutâneo ou Prick test


Os testes cutâneos são feitos para detectar a sensibilização apenas aos componentes alimentares testados e devem ser executados por um alergista. A recomendação é que seja realizado apenas com os alimentos suspeitos da alergia.


um exame de alergia sendo feito no braço de uma pessoa.


  • Dosagem de IgE específica


Conhecido também como “Teste in Vitro”, tem o intuito de dosar a IgE específica do componente alimentar suspeito. Nesse caso, também é recomendado que seja realizado apenas com os alimentos suspeitos da alergia.


  • Dieta de exclusão


Após a realização dos exames, a confirmação de suspeita de determinados alimentos e da análise do histórico do paciente, é recomendado uma dieta alimentar com restrições dos devidos componentes suspeitos. Estima-se que os sintomas desapareçam entre 2 a 6 semanas de dieta. O passo seguinte é procurar um médico para confirmar o diagnóstico.


Atenção: se o paciente for pediátrico, a dieta de exclusão não deve ser muito extensa. No caso dos pacientes lactentes (ou seja, que ainda se alimentam apenas do leite materno), a mãe é quem deve realizar a dieta de exclusão, uma vez que pode ocorrer a passagem de alérgenos pelo leite. Como exemplo, mães que amamentam devem restringir totalmente a ingesta de leite e derivados quando no bebê há suspeita de alergia ao leite de vaca.


  • Teste de provocação oral


Confirmando a ausência dos sintomas - após a realização dos testes e da dieta de exclusão -, é realizado um teste de provocação oral, aplicando o mesmo alimento suspeito da alergia. O diagnóstico de alergia alimentar é confirmado caso os sintomas reapareçam depois do teste. Vale ressaltar que ele é a única maneira de confirmar o diagnóstico de alergia.


Qual o tratamento para alergia alimentar?


Até o momento, não existe um medicamento ou uma vacina específicos para curar a alergia alimentar. Após a confirmação do diagnóstico, medicamentos que auxiliam na melhora dos sintomas são recomendados e prescritos, além de haver a necessidade de mudar a alimentação para evitar contato com os alimentos confirmados na alergia.


Muitos alimentos no alérgico devem ser excluídos para sempre; alguns, como o leite, podem ser tentada a reinserção após um sem usar e com acompanhamento médico.


É importante lembrarmos que, ao comprar determinados produtos, é necessária uma análise mais criteriosa do rótulo e de seus ingredientes. Afinal, o objetivo é evitar as reações alérgicas ao componente visto que mesmo traços do alérgeno podem causar reações.


Intolerância alimentar


Atualmente, no Brasil, aproximadamente entre 6% a 8% das crianças apresentam algum tipo de alergia alimentar; em adultos, esse número cai para 2% a 3%.


Existe também a intolerância alimentar que diferente da alergia é mais frequente, como exemplo quanto ao leite - a alergia é contra a proteína do leite de vaca, já a intolerância é contra a enzima lactose. Assim, na maioria dos casos, o indivíduo desenvolve intolerância alimentar e não, necessariamente, alergia, quando ocorre com o leite.


Uma mulher segurando um copo de leite com uma mão, e com a outra pressionando a barriga demonstrando estar sentindo dor - alergia alimentar


A intolerância alimentar, diferentemente da alergia, é caracterizada pela dificuldade em digerir determinados alimentos. Os sintomas mais comuns são: diarreia, náuseas, inchaço na barriga e gases. Apesar de serem semelhantes e normalmente confundidas, a alergia alimentar e a intolerância alimentar são distúrbios e reações diferentes.


Os casos mais frequentes são de intolerância alimentar e podem atingir qualquer indivíduo, independentemente do histórico familiar. Já os casos de alergia alimentar costumam ser hereditários e menos frequentes.


Importante:


Não se automedique! Procure uma emergência ou um médico especialista assim que os sintomas surgirem. Você pode tirar suas dúvidas e fazer os agendamentos dos exames e vacinas desejados diretamente no aplicativo da Beep Saúde. É só clicar aqui para baixar!


Ah, aproveite para seguir a gente nas nossas redes sociais: Twitter, Instagram e Facebook. Também temos vagas para entrar na Onda Verde em nosso LinkedIn. Vai lá! 🙂


Se você tem alergia alimentar, conte aqui nos comentários como foram os exames e qual tratamento foi utilizado! Assim, você vai ajudar outras pessoas que querem mais informações sobre a doença.


Fontes:


ASBAI | SBP | Portal Ped | UFMG | Tua Saúde | Manual MSD

 


Conheça Leandro Santana, o nosso Coordenador de Infraestrutura

Ele é conhecido por quase todos os Beepers, mas poucos sabem a sua trajetória de vida. Este é o Leandro Santana, nosso querido "Parangolé". Ele ama trabalhar e começou muito cedo: aos 12 anos já consertava computadores dos vizinhos e, aos 17, era guardião de piscina para poder pagar o seu curso pré-vestibular. Hoje, o Leandro é Engenheiro Civil.


Em dezembro de 2019, ele foi convidado para assumir a coordenação da área de Infraestrutura e Expansão com a responsabilidade de gerenciar os projetos, o que inclui toda a parte de licenças e documentações, assim como tocar as obras da Beep, principalmente a construção dos novos hubs - algo fundamental para o crescimento da empresa.


“Quando conheci o Leandro e tive a oportunidade de trocar profissionalmente com ele, tive certeza que o lugar dele era na Beep, no meu time! Seu brilho nos olhos e vontade de fazer acontecer somados à expertise técnica na sua área de atuação foram fatores decisivos para fazer o convite”

Gustavo Mariozzi, Gerente de Operações


Desafio aceito! Eis que, meses depois, surge a pandemia. Leandro, que adora estar “dentro da obra”, teve que se reinventar e acompanhar as reformas dos hubs de Brasília e Curitiba à distância. Tornou-se um expert em administrar os processos por fotografias. “Eu virei o psicopata da foto. Cada etapa da obra tinha que ser fotografada”, conta ele que, paralelamente, estava conduzindo presencialmente as obras dos hubs da Barra da Tijuca e laboratório, na matriz.


Não à toa, Leandro tem um sentimento de paternidade com cada hub entregue à operação. Aliás, vale destacar que todos eles têm o mesmo padrão.

“A gente já tem um modelo definido, que envolve a quantidade de banheiros, câmaras fixas, fluxos, enfim, tudo para que o dia a dia flua de forma funcional e ágil. Apesar das plantas, obviamente, terem suas peculiaridades, é incrível como conseguimos espaços tão semelhantes para nos instalarmos”.

Leandro Santana, o nosso Parangolé



O time do Leandro cresceu e hoje ele conta com o Gabriel Simi (analista) e o Jefferson Silvestre (estagiário), o que torna possível gerir internamente os nossos próprios projetos executivos, agilizando ao máximo todo o processo e garantindo o jeitinho Beep do início ao fim, nos mínimos detalhes.


Quando perguntamos sobre o futuro da Beep, ele respondeu categoricamente:

“O céu é, literalmente, o limite. É impressionante o ritmo de crescimento que estamos vivendo. Quando acho que terei mais dois hubs para erguer, a demanda dobra. E é assim que aprendi a trabalhar, sob pressão e adrenalina constantes. Acho isso ótimo, pois me torna ainda mais preparado para assumir novos desafios e responsabilidades”.


O time do Parangolé certamente vai crescer junto com a empresa. Se você se interessou em fazer parte dele, lá vai um spoiler: ame o que você faz, tenha ética e mantenha o sorriso no rosto. Para Leandro, os valores da Beep são os mesmos que ele sempre teve na vida e não abre mão: energia, ética, disciplina e resiliência.


Conheça o Oswaldo, o sistema que faz a Beep funcionar

Quando usamos um aplicativo, a gente enxerga apenas aquilo que está na tela - e só até ali vai o nosso conhecimento técnico sobre o assunto. Às vezes, a gente até consegue ter uma experiência um pouco mais humana no momento de interação entre pessoas (cliente e serviço). Porém, não temos ideia do que acontece por trás disso tudo e quais são os instrumentos necessários para essa sinfonia soar perfeitamente afinada.


Vocês sabiam que, para uma empresa de tecnologia funcionar, existe todo um sistema interno responsável por isso? Na Beep, ele é o Oswaldo.



Criado com maestria por Luiz Costa, líder da área de Tecnologia da Beep, Rachell Santana, nossa Coordenadora de UX (User Experience, ou, em português, “Experiência do Usuário”), e pela super competente equipe de tecnologia da Beep, nosso sistema operacional é o alicerce da empresa. O nome veio homenagear o pioneiro da vacinação em massa no Brasil: Oswaldo Cruz.


“O Oswaldo é o coração da nossa operação. Ele não pode parar de bater.”

Rachell Santana, Coordenadora de UX da Beep Saúde


É ele, o Oswaldo, quem integra todas as etapas do processo que conecta o cliente aos serviços da Beep: usabilidade do aplicativo; escolha e compra de produtos; agendamento de atendimento; logística de transporte de exames e vacinas, incluindo motoristas, técnicas e enfermeiras, rotas de atendimento, relacionamento e comunicação com o cliente, pagamento etc.


“Você pode pensar assim: o aplicativo é a forma que a gente consegue captar as vendas e registrar os agendamentos. O Oswaldo é como a gente gerencia a operação em torno desses agendamentos.”

Luiz Costa, CTO da Beep


Hoje, é por meio do Oswaldo que a empresa entrega as melhores experiências em serviços de saúde. É graças ao nosso sistema de operações que tudo funciona do “jeitinho Beep”, com competência, alta tecnologia e carinho humano. Mas o Oswaldo vem desde lá de 2016 e tanto o Luiz quanto a Rachell contaram um pouco dessa história pro blog.


Como tudo começou…


Quando o Luiz e a Rachell começaram na empresa, “era tudo mato”, como ela costuma brincar. Há quatro anos, eles foram chamados para um desafio: oferecer um serviço de saúde de qualidade aliado à tecnologia, com um sistema de operações próprio. Lá em 2016, o mundo já funcionava por aplicativos e as pessoas resolviam quase tudo com um clique.



Luiz já conhecia o Vander Corteze, CEO da Beep, e esteve por aqui desde o princípio de toda a concepção do projeto. Porém, começamos com um serviço muito simples. “Basicamente, o que fazíamos como empresa era intermediar a comunicação entre médico-paciente por meio de tecnologia. Havia dois aplicativos, um para cada um e era isso”, conta o líder de Tecnologia.


Mas, conforme a empresa mudou o foco do negócio e começou a oferecer vacinas em casa, a logística tornou-se muito mais complexa - “passamos de intermediar para executar” - e entregar uma operação dessa magnitude era muito mais complicado, porque envolvia técnicas, motoristas, agendamento etc.



“Como conseguir ter uma visão dessa logística, conseguir ajustar, entender de fato essa operação? A gente precisava de um sistema.”

Luiz Costa



Ela faz a interface dela


A Rachell entrou na história quando foi convidada para tocar os produtos internos e externos, desde a fase inicial de estratégia, pesquisa e concepção dos projetos até aos entregáveis de interface. “Cresci muito como pessoa e como profissional”, conta. Foi ela quem desenvolveu as interfaces do sistema de ponta a ponta, além de ter desenhado o avatar inspirado no sanitarista brasileiro Oswaldo Cruz. Ela também foi responsável pelo desenho da Florence, outra personagem tão importante para a Beep e sobre quem falaremos no futuro. “Tenho orgulho desses fofos”, completa a designer.



Constantemente atualizando e adicionando novas funcionalidades ao sistema, Rachell diz que a parte mais legal em desenvolver o Oswaldo é perceber o quanto melhoramos ou reduzimos o trabalho manual de alguém do time da Beep. “Mapear e automatizar processos para nossa operação continuar sendo eficiente e segura é a maior gratificação”, comenta.


O maior desafio da nossa designer é conseguir solucionar problemas que a operação da Beep enfrenta no dia a dia.

 

“O Oswaldo apoia os times de CR (Central de Relacionamento), Operações, Comercial, Imunizações… Entregar valor no menor tempo possível é nossa missão.”


E por falar em desafios...


Nosso líder da área de Tecnologia sente que o maior desafio do Oswaldo são as nuances do negócio em si, já que saúde é uma área tão delicada e que envolve muita responsabilidade. Na parte técnica, o pulo do gato é descobrir como adicionar funcionalidades rapidamente, como por exemplo um voucher de desconto nas opções de pagamento, sem “quebrar” o que já existe.


Oswaldo, o Beeper mais atarefado


Hoje em dia é o Oswaldo quem mantém tudo da Beep integrado. Segundo Luiz, o nosso CEO costuma explicar assim: “Eu ensino pro Oswaldo que a gente atende em tais áreas. Depois eu digo pro Oswaldo quem são as técnicas, os profissionais que vão trabalhar nessas áreas e explico para ele quais os produtos que a gente vende. Aí, eu digo pro Oswaldo que agora esses produtos estão disponíveis para serem vendidos. Depois ele me diz quem comprou e me ajuda a controlar quantos produtos ainda estão disponíveis no estoque ou não. Então, basicamente, ele faz essa volta inteira". Haja desenvolvedor para criar, programar, atualizar e manter a funcionalidade desse grande funcionário!


O futuro da saúde é do Oswaldo


A gente quer sempre ser melhor, então esse time incrível de tecnologia já está de olho no futuro do nosso sistema de operação. “Atualmente, nosso desafio no Oswaldo é evoluir o nosso controle de estoque e slot, além de aprimorar a comunicação entre as técnicas e a Central de Relacionamento, que precisa ser em tempo real”, conta Rachell.


“Temos uma visão futura que traz mais inteligência envolvida no Oswaldo”, completa Luiz. Além disso, ele comenta sobre a vontade de expandir as funções no aplicativo da Beep e torná-lo uma referência, como o principal app de saúde para as pessoas.


Como eu faço pra entrar nesse time incrível?


Para enfrentar os desafios e alcançar voos mais altos, a equipe de Tech precisa de mais pessoas. Rachell foi a primeira designer da empresa e hoje, como Coordenadora de UX, promete que vão entrar mais designers no time. “Estamos crescendo e hoje uma das minhas missões é ajudar no desenvolvimento de maturidade em design, trazendo gente qualificada para a Beep”. Confira as vagas pro time de Tech como Desenvolvedor Pleno, DevOps Engineer e Ux/UI Designer. Vem pra #OndaVerde!


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A Beep agora aceita Bradesco Saúde!

É com muita satisfação que viemos contar esta novidade: a Beep agora aceita Bradesco Saúde! Além de garantir todo o conforto do atendimento domiciliar de domingo a domingo e a praticidade do agendamento pelo aplicativo, sem taxas,  estamos trazendo mais uma comodidade para quem precisa realizar exames.


"Com o nosso novo serviço de análises clínicas, nós buscamos o credenciamento junto às operadoras de saúde porque queremos continuar entregando as melhores experiências para os nossos clientes. Dentre as parcerias já consolidadas, hoje é possível agendar todos os exames com o plano de saúde Bradesco.”

Comemora nossa Gerente Comercial, Bruna Mauro.


Para usar o benefício do plano de saúde Bradesco - disponível apenas no Rio de Janeiro e em expansão -, é só baixar o nosso aplicativo, completar seu cadastro e selecionar “Exame domiciliar”, depois “Plano de saúde” e “Bradesco Saúde”. Selecione o perfil da pessoa que vai fazer o exame e tire fotos do pedido médico, documento oficial e carteirinha. Depois, é só escolher a data e horário do seu exame e concluir a solicitação de agendamento. Assim que estiver tudo certo, nossa Central de Relacionamento irá enviar um e-mail com todas as informações necessárias para a realização dos exames.



Além da recém-chegada Bradesco (Nacional, Nacional Plus e Personal V), que cobre todos os exames de análises clínicas e vacinas, também aceitamos as operadoras: Care Plus (Básico, Executivo e Master) para os exames de análises clínicas e vacinas; FAPES (PAS Fapes e BNDES) para os exames de análises clínicas e vacinas; Mediservice (Branco, Ouro, Prata e Bronze) para os exames de análises clínicas e vacinas e Omint (Premium, Acess, Corporate e Skill) somente para algumas vacinas. Recomendamos consultar a cobertura do seu plano.


Caso você não consiga realizar seus exames e agendamento de vacinas com a Beep pelo seu plano de saúde, fique tranquilo. Estamos trabalhando para que essa lista cresça. A ideia é garantir, cada vez mais, que as melhores experiências em serviços de saúde cheguem até você. Confie na gente e venha pra #OndaVerde!


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A onda verde está se espalhando e a história da Beep foi parar na imprensa

Nesta quarta-feira o nosso CEO, Vander Corteze, concedeu entrevistas para diversos espaços respeitados da imprensa nacional. A Beep Saúde foi assunto na revista Forbes, Exame, InfoMoney, Pequenas Empresas & Grandes Negócios, nos jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão e nos portais Startups, Brazil Journal e NeoFeed.


As matérias marcam a avaliação da empresa em 670 milhões de reais e a captação de 110 milhões liderada pelo fundo norte-americano Valor Capital Group, investidor de empresas como Loft e Gympass no Brasil. A negociação contou também com a participação da DNA Capital, Bradesco e Endeavor Catalyst, além de investidores-anjo, como David Velez, fundador e CEO do Nubank. Esse processo fez parte de uma rodada de investimento série B, quando uma startup já alcançou um patamar de referência e solidez no mercado.


Desde 2016 a healthtech oferece serviço diferenciado de vacinação domiciliar, iniciando a oferta de exames em casa a partir de 2020. Porém, no último ano, houve um crescente interesse de clientes e de investidores.


“A Beep tem potencial de provocar uma mudança estrutural no mercado da saúde no Brasil.”

Michael Nicklas, sócio do Valor Capital, em entrevista ao NeoFeed


Em entrevista à Forbes, Vander comentou que “os recursos [do aporte] vão ser majoritariamente utilizados para crescer em um novo mercado, que é o laboratorial”. Ele também reafirmou o compromisso da Beep em continuar se destacando como uma experiência única de atendimento domiciliar no segmento de vacinação em casa.


As matérias também abordam a idealização e construção da marca e contam como uma outra gigante de tecnologia foi a inspiração para o nosso CEO. Ele afirma que não queria criar apenas um Uber da saúde, ou seja, um transporte de vacinas até a casa do cliente, mas sim uma Amazon do setor.


“Eu não conseguiria entregar o nível de excelência no serviço de saúde caso o profissional não fosse inteiramente exclusivo da Beep, treinado por nós.”

Vander Corteze, na Forbes


Todas as solicitações de serviços são feitas diretamente pelo nosso aplicativo. O objetivo de Corteze é transformar a empresa em uma referência em serviços de saúde, aliando tecnologia, praticidade, comodidade e carinho humano. Quando alguém precisar fazer um exame, agendar uma vacina ou, no futuro, precisar de um medicamento, a ideia é pensar: “Vou fazer um Beep!”.


Atualmente presente no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal e Paraná, o objetivo da empresa é investir prioritariamente na expansão de seu portfólio e de suas áreas de atuação, levando a #OndaVerde para Minas Gerais e Espírito Santo, a princípio. A Beep conta hoje com 500 colaboradores e a meta é fechar o ano de 2021 com 1 mil Beepers. No momento temos cerca de 300 vagas abertas. Confira aqui!


Se quiser conhecer um pouco mais sobre a nossa história, clique nos links e leia tudo sobre o #FogueteBeep que só voa cada vez mais longe. Afinal, como o nosso CEO gosta de dizer - e os Beepers adotaram internamente -, “foguete não tem ré”!


Forbes: http://bit.ly/ForbesBeep


O Globo: http://bit.ly/matériaBeep


Estadão | O Estado de S. Paulo: http://bit.ly/BeepEstadão


Exame: http://bit.ly/ExameBeep


Infomoney: http://bit.ly/InfoMoneyBeep


Pequenas Empresas, Grandes Negócios: http://bit.ly/PEGNBeepSaude


Folha de SP: http://bit.ly/FolhaDeSPauloBeep


Startups: http://bit.ly/StartupsBeep


Brazil Journal: http://bit.ly/BrazilJournalBeep


NeoFeed: http://bit.ly/NeofeedBeep


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