Novembro Azul: mitos e verdades sobre câncer de próstata

Novembro Azul, o mês de alerta ao câncer de próstata

Novembro é o mês dedicado à conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, tipo muito comum entre os homens. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença é a segunda mais comum entre os homens no Brasil e teve a estimativa de mais de 68 mil casos em 2018. As maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho. Pode-se suspeitar de câncer da próstata pelo toque digital, ultrassonografia e pela dosagem de PSA elevada no sangue.


Destacamos alguns mitos e verdades que precisam ser esclarecidos sobre a doença:


Vasectomia causa câncer?


MITO. No passado, essa era uma preocupação que inclusive afastava os homens da cirurgia esterilizadora. Hoje, após muitas avaliações robustas e estudos epidemiológicos, nenhuma relação entre vasectomia e câncer de próstata foi encontrada.


A alimentação interfere nas chances de desenvolver a doença?


VERDADE. Hábitos de vida saudáveis, aqueles que melhoram a eficiência do seu sistema imunológico, ajudam a controlar as células cancerosas. Lembre-se que o sistema de defesa é uma espécie de faxineiro que elimina as células defeituosas evitando que se desenvolvam fora do controle do organismo. No caso específico dos tumores da próstata, sabe-se que uma alimentação rica em gorduras favorece o aparecimento e crescimento do câncer. Portanto, adote hábitos saudáveis: alimente-se com equilíbrio e pratique atividade física regularmente. Controle seu peso, evite fumar e beber em excesso.


O câncer de próstata é uma doença do idoso?


MITO. O câncer da próstata pode ocorrer em homens de qualquer idade, sendo mais comum após os 45 anos. O Novembro Azul visa alertar o público masculino a procurar sempre por avaliação médica mesmo que não esteja sentindo nada. Homens com histórico familiar de câncer de próstata ou de mama, devem iniciar o periódico da próstata a partir de 40 anos.


Muita atividade sexual pode aumentar as chances de câncer de próstata.


MITO. Exatamente o contrário. Estudos apresentaram que o número de ejaculações mensais interfere na chance de desenvolvimento de câncer da próstata. Homens que realizavam mais de 20 ejaculações por mês tinham significativa redução nos casos de câncer em comparação com o grupo controle.


Homens afrodescendentes têm mais chance de ter câncer de próstata?


VERDADE. A explicação atualmente aceita para isso é que os negros possuem maior sensibilidade androgênica, ou seja, maior ação decorrente da interação entre a testosterona e seu receptor. Como os tumores de próstata, em sua maioria, são hormônio dependentes na fase inicial, esse ambiente mais sensível à testosterona poderia ser a explicação para predisposição.


Quem opera a próstata fica impotente?


MITO. Existem diferentes doenças na próstata e cada situação merece um tratamento diferente. Quando a melhor opção é a cirurgia, é preciso destacar que existem diferentes tipos de procedimentos. Caso seja necessária a retirada de toda a glândula, junto com as vesículas seminais e os gânglios vizinhos, o risco de impotência ou disfunção erétil existe


Quem ejacula mais tem menos doenças da próstata?
VERDADE. Vários estudos demonstram que o homem que ejacula com maior frequência tem menos doenças da próstata, inclusive o câncer. A possível explicação para isso seria o fato de que a próstata é responsável pela produção da maior parte do sêmen. Quando ocorre a ejaculação, as secreções prostáticas são liberadas e renovadas, gerando condições favoráveis para a manutenção da saúde das células.


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Fontes: Inca
Fundação do Câncer


Dia Nacional da Vacinação, saiba a importância desta data!

Neste Dia Nacional da Vacinação, além das esclarecidas palavras da nossa Gerente de Imunizações, Amanda Junqueira, destacamos as principais informações sobre a importância da vacinação para que você tenha em mãos em um formato claro e de fácil leitura. 


Vacinar, acima de tudo, é um ato de cidadania. Precisamos esclarecer isso a todos que estiverem ao nosso alcance. 


Vacinação


“Melhor prevenir do que remediar”.


Esse ditado popular é perfeitamente aplicável à vacinação. Foi ela a grande responsável por fazer com que doenças comuns no Brasil deixassem de ser um problema de saúde pública após vacinação massiva da população. 


Se as novas gerações não são familiarizadas com doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche - algumas doenças comuns do passado - devemos ao esquema vacinal implantado pela Saúde Pública. O resultado da vacinação não se resume a evitar doenças, vacinas salvam vidas! 


Imunidade


A principal função da vacina é gerar imunidade. Com os mesmos antígenos que causam a doença, porém enfraquecidos ou mortos, a vacina ensina e estimula o sistema imunológico a produzir os anticorpos que levam à imunidade. Portanto, a vacina faz as pessoas desenvolverem imunidade sem ficar doente.


Muitas doenças infecciosas estão cada vez mais raras. Pessoas nascidas a partir de 1990 podem nunca ter tido contato com pessoas com sarampo ou rubéola e, definitivamente, com poliomielite. Isso porque as constantes ações de vacinação foram capazes de controlar e eliminar essas doenças do Brasil.


Então, não preciso vacinar contra essas doenças? Precisa! Essas doenças ainda fazem vítimas em outros lugares do mundo. Com a globalização, as pessoas passam por vários continentes em uma única semana - se não estiverem vacinadas, elas podem trazer as doenças para o Brasil e transmitir para alguém que não esteja imunizado.


Pessoas não vacinadas são a porta de entrada de doenças eliminadas no Brasil.


Serviço de Saúde 


Pessoas não vacinadas, quando doentes, sobrecarregam os serviços de saúde, que deixarão de atender outras doenças para cuidar dessas que poderiam ser evitadas por meio da vacinação. 


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas evitam entre 2 e 3 milhões de mortes por ano. Como explicar à sociedade que um dos maiores avanços contra as doenças na história da humanidade são as vacinas? Como fazer com que todas as pessoas entendam que quando a cobertura vacinal cai, aumentam as chances de surgirem epidemias?


Impacto Econômico e Social 


A vacinação evita doenças, salva vidas e está diretamente ligada às áreas econômica e social. No ponto de vista econômico, quando há surtos, o turismo diminui refletindo nas redes hoteleiras, restaurantes e afins, diminuindo a circulação de dinheiro na cidade, estado, país. Vale ressaltar que quando uma pessoa fica doente, precisa parar de trabalhar. Se ela tem carteira assinada, vai ficar no INSS, se ela não tem, vai deixar de ter remuneração no período em que está doente. 


Na questão social, quando a população deixa de ser vacinada, as pessoas ficam suscetíveis, possibilitando a circulação de agentes infecciosos. E assim, não só quem deixou de se vacinar fica comprometido, mas também aqueles que não podem ser imunizados - seja porque ainda não tem idade suficiente para entrar no calendário nacional, seja por sofrer algum comprometimento imunológico.


Conclusão


Esperamos que o conteúdo tenha esclarecido os pontos mais importantes que precisamos destacar sobre o tema. Se você gostou e conhece alguém que precisa se elucidar sobre a importância da vacinação, compartilhe! Essa é a intenção do Dia Nacional da Vacinação! Como cidadãos, temos a missão de difundir as informações corretas, ajudando a desmistificar o tema e a derrubar o movimento antivacinas que existe, não só no Brasil, mas em diversas regiões do mundo inteiro - afinal, esse movimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma das dez ameaças para a saúde mundial. 


Fonte | Blog da Saúde/Ministério da Saúde


Setembro Amarelo | Prevenção ao suicídio

Depressão na infância no Setembro Amarelo

Estamos no Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio - tema que deve ser debatido com frequência. Então, pegando carona no tema, a Dra. Cristiana Meirelles, pediatra, fala sobre esse mal que também habita, muito mais do que imaginamos, os universos da infância e adolescência - são muitos os casos de depressão na infância.


"Nos últimos anos, estamos vivenciando um aumento do número de crianças e adolescentes com depressão.


Pesquisas demonstraram que uma em cada 37 crianças foram diagnosticadas com depressão entre 2011-2012 nos EUA. O suicídio foi a segunda causa de morte entre crianças de 12 a 17 anos em 2010, segundo dados da OMS - portanto, a situação é realmente preocupante! Precisamos falar sobre a depressão na infância.


Quais são as causas desses transtornos depressivos? Não há uma isolada e sim vários fatores que podem interagir levando à depressão, como questões genéticas, fisiológicas, ambientais e temperamentais.


Como muitos pais têm dificuldade em identificar a depressão nos filhos, listei os principais fatores que representam um risco maior de depressão na infância e adolescência. São eles:


  • Problemas emocionais graves durante a gestação.
  • História familiar de depressão ou transtornos psiquiátricos.
  • Tentativa de suicídio em parente próximo.
  • Depressão materna.
  • Estresse tóxico na infância, incluindo agressões físicas, morais e verbais, excesso de cobrança, abuso sexual, falta de afeto e de presença qualitativa dos pais, exposição precoce ao trabalho infantil, perda recente da figura de referência (devido à morte ou separação), agenda “mini executivo”.
  • Cyberbullying.
  • Exposição excessiva às telas, como TV, tablets e celulares.
  • Exposição a conteúdos inadequados ou violentos (por games, vídeos, filmes, desenhos e mensagens de texto).
  • Quadro de ansiedade excessiva.
  • Privação crônica de sono devido a horários inadequados de dormir e despertar e quantidade insuficiente de horas de sono pela faixa etária.
  • Terceirização da infância com redução do tempo de presença dos pais.
  • Oportunidades de brincadeiras restritas.
  • Pouca convivência com os pares.
  • Tempo ao ar livre e brincadeiras na natureza limitadas.


Como a criança não é capaz de compreender e expressar bem seus sentimentos, os adultos muitas vezes interpretam os sinais de depressão como crises da idade e essa prática também se replica, muitas vezes, ao adolescente. Por isso, a doença é mais difícil de ser diagnosticada.


Você sabe quais são os principais sinais e sintomas da depressão para os quais devemos estar atentos? Também listei alguns. São eles:


  • Sentimento de culpa ou baixa autoestima; dificuldade de tomar decisões.
  • Distúrbios do sono, como sonolência excessiva, insônia, despertar precoce.
  • Apatia.
  • Desinteresse pelas atividades habituais e por brincadeiras.
  • Redução da energia ou irritabilidade/agitação.
  • Dificuldade de concentração.
  • Alterações do apetite, desde comer em excesso à anorexia e alterações do peso.
  • Agitação psicomotora ou lentidão.
  • Pensamentos suicidas, comportamento de auto injúria.


Se estes sintomas estiverem presentes por mais de duas semanas e acarretarem prejuízo nas atividades da criança ou adolescente na escola e no seu meio social, há forte suspeita de depressão.


Além desses, existem outros sinais inespecíficos que podem
estar presentes nas crianças menores de 12 anos, como:


  • Dor na barriga, dor de cabeça, enjoo, dores nas pernas (sem causas aparentes).
  • Choro fácil.
  • Comportamento de roer unhas ou morder lápis, mutismo seletivo abrupto (recusa em falar) e tiques.
  • Distúrbios do sono, como insônia, medo de dormir sozinho, pesadelos frequentes, terror noturno, sonolência excessiva.
  • Enurese noturna (voltar a fazer xixi na cama).
  • Recusa em ir à escola.
  • Dificuldades escolares e queda do rendimento escolar.
  • Agitação, irritabilidade, agressividade.
  • Comportamento opositor.


Essas queixas não devem ser minimizadas pelos pais, familiares e professores e as crianças devem sempre ser levadas às consultas com o pediatra assistente.


O que podemos fazer quando há risco de depressão na
infância?


Organizar a rotina de sono, com horário e tempo satisfatórios por idade, é essencial. Também devemos nos atentar ao tempo e conteúdo de tela, sempre seguindo as recomendações por idade. Brincadeiras e atividades de lazer, principalmente com a participação dos pais, é imprescindível - aliás, é recomendada atividade física de 60 minutos ao dia. Praticar técnicas de relaxamento ou "mindfulness" também é um estímulo indicado. É de extrema importância que a escola esteja continuamente orientada para saber lidar e guiar a criança da forma mais adequada.


E qual o tratamento da depressão? Além das medidas acima, a criança e a família devem ser encaminhadas para psicoterapia. Técnicas de meditação e atenção plena podem ajudar. Além disso, medicações ansiolíticas e antidepressivas devem ser usadas nos casos de depressão moderada a grave, prescritas por profissional experiente.


Proporcionar um ambiente afetuoso, harmonioso e estimulante torna o processo de cura mais rápido e efetivo."


Fonte | Departamento Científico Pediatria do
Desenvolvimento e Comportamento (2016-2018) • Sociedade Brasileira de Pediatria
(agosto/2019).


Estratégia Cocoon: O que é e tudo que você precisa saber

Quando há a espera de um bebê, diversas providências são tomadas no núcleo familiar para preparar a sua chegada, dentre elas a Estratégia Cocoon.


Além das roupinhas lavadas, o quarto arrumado e o enxoval completo, entre outras, devemos nos atentar, principalmente, à saúde da gestante e do bebê. E é por isso que vamos falar sobre a Tríplice Bacteriana.


A vacina Tríplice Bacteriana dTp é utilizada para crianças acima de 4 anos de idade e protege contra três doenças: difteria, tétano e coqueluche. Para os adultos, ela é recomendada como reforço da tríplice tomada quando crianças, com dose recomendada de 10 em 10 anos.


A Tríplice Bacteriana dTp ou Acelular, "tomou o lugar" da dupla tipo adulto, que só contemplava difteria e tétano.


Como funciona a Estratégia Cocoon?


Esta vacina tem enorme importância para a Estratégia Cocoon, nome dado ao bloqueio vacinal em proteção ao recém-nascido contra a coqueluche, cocoon significa "casulo", em inglês. Como funciona?


Como os bebês recebem a vacina com doses aos 2, 4 e 6 meses de idade, sendo que a melhor proteção só vinga duas semanas após a última dose, é preciso que os parentes mais próximos, assim como cuidadores dos recém-nascidos, estejam protegidos, evitando a transmissão da doença.


Portanto, pais, irmãos, avós, tios, padrinhos, babás, enfim, todos que tiverem contato mais próximo, deverão se vacinar com objetivo de proteger o bebê.


Ela é indicada para gestantes?


Sim, altamente indicada à gestante porque, ao tomá-la, ela passa proteção ao bebê via placenta. A gestante deve tomar a vacina na 20ª semana de gestação.


A ação desses anticorpos após o nascimento não é duradoura, mas ajudará a proteger o bebê nos seus primeiros meses de vida. Elas podem se vacinar nas redes pública ou privada, mas os pais e demais parentes só encontrarão a vacina nas redes privadas.


Essa estratégia é importante porque a coqueluche é a quinta causa de morte no mundo em crianças menores de cinco anos.


Entre os principais transmissores da Bordetella pertussis, bactéria que causa a doença, estão: a mãe (32%), os irmãos (20%), o pai (15%) e os avós (8%).


Portanto, a vacinação dos adultos que cuidam do bebê é de grande importância para prevenir a transmissão da coqueluche para os mesmos, que só estarão totalmente protegidos quando completarem as três doses da vacina Tríplice Bacteriana (que também protege contra difteria e tétano). Como já falamos, isso só vai acontecer entre o sexto e o sétimo mês de vida da criança.


Contra quais doenças a dTp protege?


Coqueluche, Difteria e Tétano.


Conclusão


Fica aqui o nosso alerta! Se você é mãe e/ou pai, não se intimide de impor a vacina àqueles que estarão em contato frequente com o seu bebê.


Quem ama cuida e essas pessoas certamente querem o melhor para esse serzinho que está vindo ao mundo!


A Beep facilita essa demonstração de cuidado e amor com o serviço de vacinação domiciliar de domingo a domingo! Que tal unir a família em casa para um dia de vacinação? Vira um nobre motivo para um delicioso encontro.




Vacinas indicadas:


Vacina Tríplice Bacteriana (DTPa) | Protege contra Difteria, Tétano e Coqueluche.


Vacina Tríplice Bacteriana + Poliomielite (DTPa-VIP) | Protege contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite.


Fontes | SBIM


Dia da Infância, vamos falar sobre vacinação?

Sábado, dia 24, foi o Dia da Infância, e o nosso recado é para os pais. Vacinar o seu filho é o principal passaporte para que ele cresça feliz, saudável e livre de graves doenças erradicadas graças ao calendário vacinal adotado ao longo dos anos.


Em tempos de redes sociais, mitos sem fundamentos - que vão desde efeitos colaterais, passando por ideologias e religião até teorias contrárias à vacinação, têm contribuído para uma relevante queda de pessoas vacinadas no Brasil e no mundo, inclusive crianças.


No entanto, a realidade comprova que vacinar é o caminho mais seguro para manter distância das doenças. Você sabia, por exemplo, que o Brasil não registra casos de poliomielite desde 1990? Em 1994, o país recebeu a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem, juntamente com os demais países das Américas, pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).


Se você é pai, mãe ou responsável por crianças entre 1 e menores de 5 anos de idade, fique atento ao calendário e confira se a caderneta de vacinação está atualizada. Ficou na dúvida se está em dia com todas as vacinas? A Beep tem o serviço GRATUITO de avaliação da caderneta.


A Beep realiza vacinação domiciliar de domingo a domingo, no conforto da sua casa. Basta baixar o app e agendar o melhor dia e horário para você e sua família.


Dia da Infância. Se há infância, tem que haver vacinação!


Fonte | R7


Gestação

Celebrando o Dia da Gestante, comemorado em 15 de agosto, destacamos o tema gestação nesse Mitos e Verdades para tirar algumas dúvidas frequentes! Veja se elas se encaixam à sua realidade.


Grávida tem que ficar longe de gatos


MEIA VERDADE: O medo aqui está relacionado à toxoplasmose, doença causada por um protozoário que tem nos felinos seu hospedeiro definitivo: gatos contaminados transmitem o parasita por meio de suas fezes. A toxoplasmose costuma passar despercebida em pessoas não grávidas. No feto, porém, ela pode causar problemas graves, incluindo malformações. No entanto, para se contaminarem, os gatos precisam comer ratos ou pássaros que tenham cistos do toxoplasma em seus músculos. Ou seja, um animal que vive dentro de casa e só come ração dificilmente será contaminado. Mas, na dúvida, melhor passar a limpeza da caixinha de areia para outra pessoa.


O primeiro trimestre da gravidez é o mais delicado


VERDADE: É nesse período que ocorre a formação dos órgãos do feto. Ou seja, é quando há maior risco de ocorrerem doenças ligadas a alterações genéticas. Por isso, há um especial cuidado em se evitar medicações, bebidas, alguns exames de imagem e afins. De 10 a 15% das mulheres sofrem aborto espontâneo até a 12ª semana de gestação – decorrente, justamente, de malformações do embrião. Mas não confunda: esses eventos nada têm a ver com hábitos como excesso de esforço ou atividade física, que está liberada também nessa fase da gestação.


Gestantes não devem usar cremes no rosto.


MEIA VERDADE: Gestantes são desaconselhadas a usar cremes anti-idade simplesmente porque, uma vez que não se fazem testes com grávidas, não se sabe o efeito que determinados ativos podem ter sobre o feto. Como na gestação há um aumento da vasodilatação periférica, ou seja, os vasos ficam mais dilatados que o normal, há uma tendência de que a pele absorva mais qualquer tipo de produto. E há ainda outro agravante: produtos cosméticos não seguem as determinações da Anvisa, tornando difícil o acesso à sua fórmulação completa. Não existe nada comprovado contra os creminhos, mas, na dúvida, os médicos acham por bem evitar.


Grávida deve evitar adoçante


MITO: Algumas pesquisas têm mostrado que, em grandes quantidades, o ciclamato de sódio, adoçante feito a partir de um derivado de petróleo, poderia causar danos ao feto. Mas, para isso, a gestante deveria ingerir o equivalente a dez latinhas de refrigerante diet por dia. Ou seja, uma quantidade difícil de ser alcançada. A maior parte dos estudos não vê problemas no consumo de edulcorantes, mesmo o ciclamato, em doses moderadas. Se você gosta de se preocupar e preza a silhueta, prefira todas as outras possibilidades de adoçante, que vão de aspartame a estévia.


Fonte | Revista Superinteressante


Gostaria de tirar alguma dúvida? Mande a sua pergunta pra gente. A Dra. Cris vai te responder!


Dia da Gestante

Antes de tudo, queremos parabenizar todas as mulheres gestantes! E apresentar a leitura a seguir, que te deixará por dentro das leis que asseguram uma série de garantias às grávidas - não apenas ligadas à saúde, mas também ao trabalho, estudo e à vida em sociedade.


Em 2020 teremos o novo Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que provavelmente vai apresentar dados similares ao de 2010, o qual revelou que mais de 68% das mulheres brasileiras com idade a partir de 15 anos têm, no mínimo, um filho. Esse resultado mostra a importância das políticas públicas voltadas à garantia dos direitos das gestantes no país.


Nas esferas trabalhistas, sociais ou relacionadas à saúde, a atual legislação brasileira assegura às mulheres grávidas uma série de direitos antes, durante e após o parto. Confira:

Direito a atendimento médico

Os direitos ligados à saúde da gestante envolvem uma série de garantias, que vão desde a atenção obstétrica e o cuidado hospitalar básico à prerrogativa de realizar, gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), o teste para detecção de sífilis e/ou HIV. Veja abaixo os direitos garantidos pela legislação brasileira voltados à saúde das mulheres grávidas:

• Ser atendida com respeito e dignidade pelas equipes de saúde, sem discriminação de cor, raça, orientação sexual, religião, idade ou condição social.
• Aguardar o atendimento sentada, em lugar arejado, tendo à sua disposição água para beber e banheiros limpos.
• A gestante tem o direito, assegurado pela Lei nº 11.634 de 2007, de ser informada anteriormente, pela equipe do pré-natal, sobre qual a maternidade de referência para seu parto e de visitar o serviço antes do parto.
• Direito a vaga em hospitais: para o parto, a mulher gestante deve ser atendida no primeiro serviço de saúde que procurar. Em caso de necessidade de transferência para outro local, o transporte deverá ser garantido de maneira segura.
• Acompanhamento especializado durante a gravidez, o que inclui exames, consultas e orientações gratuitas.
• No Sistema Único de Saúde (SUS), a mulher grávida tem direito a um acompanhante (homem ou mulher), de sua indicação, durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto.
• A mulher internada para dar à luz em qualquer estabelecimento hospitalar integrante do SUS tem o direito de realizar o teste rápido para detecção de sífilis e/ou HIV.
• A gestante tem direito a receber do pai do bebê valores suficientes para cobrir as despesas adicionais do período de gravidez, e que sejam dela decorrentes, até o parto.
• A mãe que for portadora do vírus HIV ou HTLV não deve amamentar o bebê. Por conta disso, ela tem o direito de receber leite em pó, gratuitamente, pelo SUS, até o a criança completar seis meses ou mais.

Direitos trabalhistas

A legislação do País possui uma série de mecanismos para assegurar que as gestantes ou mães não sejam prejudicadas no mercado de trabalho em razão de sua condição. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) busca garantir que a mudança de rotina gerada pela gravidez e, posteriormente, pelo período pós-parto, não seja um empecilho para o desempenho normal da atividade laboral. Além disso, uma das prioridades das leis do País é certificar que a saúde das gestantes e dos bebês em formação não seja afetada pelo trabalho. Confira a seguir as principais medidas:

• Licença-maternidade de 120 dias para gestantes que tiverem carteira de trabalho assinada.
• Não ser demitida durante o período em que estiver grávida e até cinco meses após o parto, a não ser por justa causa.
• Receber uma declaração de comparecimento todas as vezes em que for às consultas de pré-natal ou fizer algum exame. Apresentando esta declaração à sua chefia, as faltas ao trabalho serão justificadas.
• Até o bebê completar seis meses, há o direito de ser dispensada do trabalho todos os dias, por dois períodos de meia hora ou um período de uma hora, para amamentação.
• O empregador não pode exigir atestados de gravidez ou quaisquer outros que tenham objetivo discriminatório para fins de admissão ou manutenção do emprego de mulheres.

Direitos sociais

Além dos direitos ligados à saúde e ao trabalho, as gestantes também têm acesso a privilégios voltados à esfera social, como atendimento prioritário não apenas em espaços públicos, mas também em locais como bancos e supermercados, além de preferência no transporte público. Novamente, o objetivo dessas leis é garantir, sobretudo, o menor número de danos possível à saúde da mãe e do filho em desenvolvimento. Veja os principais direitos abaixo:
• Acesso a guichês e caixas especiais ou prioridade nas filas para atendimento em instituições públicas e privadas.
• Assento prioritário para gestantes e mulheres com crianças de colo em ônibus e metrô.
• Se a família da mãe for beneficiária do Programa Bolsa Família, há direito ao benefício variável extra na gravidez e após o nascimento do bebê - para ter acesso ao auxílio, é preciso comparecer ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do município.


Direitos estudantis

Além de buscar que o ambiente profissional afete o mínimo possível a vida da futura mãe, as leis do Brasil buscam trazer garantias similares ao ambiente estudantil e acadêmico. Por isso, as gestantes, tanto menores quanto maiores de idade, podem, por exemplo, cumprir compromissos escolares em suas casas e ter direito à licença-maternidade sem qualquer tipo de prejuízo. Confira as principais medidas:
• A Lei nº 6.202/1975 garante à estudante grávida o direito à licença-maternidade sem prejuízo do período escolar.
• O Decreto-Lei nº 1.044/1969 determina que a estudante que estiver grávida poderá cumprir, a partir do oitavo mês de gestação, os compromissos escolares em casa.
• O início e o fim do período de afastamento serão determinados por atestado médico, que deve ser apresentado à direção da escola.
• Em qualquer caso, o direito à prestação dos exames finais é assegurado às estudantes grávidas.
• Se a mãe for adolescente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante o direito ao atendimento com sigilo, privacidade e autonomia, além do recebimento de informações sobre saúde sexual e reprodutiva. A mãe adolescente também pode ser atendida sozinha, se preferir.

Adoção

Para o caso das mães que desejarem, precisarem ou decidirem entregar a criança em adoção, a Lei nº 12.010/2009 garante o direito de receber atendimento psicossocial gratuito.

Programa Rede Cegonha

Trata-se de uma estratégia do Ministério da Saúde que tem o objetivo de implementar uma rede de cuidados que garanta às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, além de assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.


Fonte | Governo com informações do Ministério da Saúde, da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres e do IBGE.


Dia Nacional da Saúde

Hoje é comemorado o Dia Nacional da Saúde. A data foi escolhida em homenagem ao nascimento de Oswaldo Cruz - pioneiro no estudo de moléstias tropicais no Brasil. Sanitarista, bacteriologista e epidemiologista, ele que erradicou a Febre Amarela no país. Enquanto todos acreditavam que a doença era transmitida pelo contato com as roupas, suor, sangue e secreções de doentes, ele lançava a sua teoria: o transmissor da Febre Amarela era um mosquito. Suspendeu as desinfecções, método tradicional no combate à moléstia, e implantou medidas sanitárias com brigadas que percorreram casas, jardins, quintais e ruas, para eliminar focos de insetos. Sua atuação provocou violenta reação popular. Mas, no final, ele estava certo, a doença foi erradicada!


Porém, uma doença erradicada pode reincidir e chegar ao nível de surto caso a população não esteja devidamente bloqueada, ou seja, vacinada, protegida. E é justamente o que vimos acontecer com a Febre Amarela, no Brasil, em maio, embora o número de casos não tenha sido alarmante, a doença se espalhou em direção ao sul e em áreas com baixa imunidade populacional. Não à toa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou alerta pedindo para o país reforçar as medidas de prevenção.


Situações como essa ratificam a importância de nos mantermos protegidos, através do bloqueio vacinal, impedindo que uma doença como a Febre Amarela tome proporções de surto nas regiões nas quais vivemos. Surtos que podem ser evitados geram custos desnecessários à nossa saúde pública.


Vamos fazer a nossa parte em prol da nossa saúde, sociedade e do legado deixado por Oswaldo Cruz?


Baixe o app da Beep Saúde e agende! Uma das nossas enfermeiras "Mãos de Fadas" fará uma aplicação tão leve que você vai se perguntar se elas usou agulha. Sua grande chande de ajudar o bloqueio vacinal e viver uma experiência transformadora em vacinação!


Quer entender o momento no qual o Brasil passava quando Oswaldo Cruz foi nomeado pelo presidente Rodrigues Alves para assumir a missão de erradicar a Febre Amarela? Leitura imprescindível para você entender como a vacina está ligada à política e economia de um país.


Fonte | Saúde Abril


Julho Amarelo | Hepatites Virais

Em janeiro de 2019, lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, instituiu que julho é o mês de combate às hepatites virais, sendo intitulado de Julho Amarelo. A campanha será realizada anualmente em todo o território nacional.


Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é uma inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus ou pelo uso de remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.


O Ministério da Saúde alerta que as hepatites virais são doenças silenciosas, que nem sempre apresentam sintomas. Quando estes aparecem, podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjôo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.


No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda os vírus D e E, sendo que o último é mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil, segundo a pasta, são portadoras do vírus B ou C e não sabem.


“Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite”, destaca o ministério.


Agende a sua vacinas na Beep e tenha a aplicação feita no conforto da sua casa, de domingo a domingo, com uma das enfermeiras "mãos de fadas" da nossa equipe. Beep, Uma Nova Experiência em Vacinação!


Hepatite A
Hepatite B
Hepatite A + B


Fonte | Agencia Brasil


1º de julho | Dia da Vacina BCG

Hoje, 1º de julho, é dia da Vacina BCG, que combate a tuberculose, principalmente as formas graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar (espalhada pelo corpo). Destacamos as características mais relevantes para que você tire as suas dúvidas!


Composição:


A BCG é composta pelo bacilo de Calmette-Guérin – origem do nome BCG – obtido pelo enfraquecimento de uma das bactérias que causam a tuberculose. Completam sua composição o glutamato de sódio e a solução fisiológica (soro a 0,9%).


Indicação:


Ela é indicada de rotina a partir do nascimento até os 5 anos de idade. Pessoas de qualquer idade que convivem com portadores de hanseníase (lepra); estrangeiros ainda não vacinados e que estejam de mudança para o Brasil.


Contraindicação:


Pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação. Prematuros, até que atinjam 2 kg de peso.


Esquema de doses:

Dose única.


Local de aplicação:


Intradérmica.


Cuidados antes, durante e após a vacinação:


A vacinação não requer qualquer cuidado prévio.


Na maioria das vezes, haverá uma reação no local da aplicação com posterior formação de cicatriz. É importante não colocar produtos, medicamentos ou curativos, pois trata-se de uma resposta esperada e normal à vacina.


A revacinação de crianças que não desenvolveram cicatriz deixou de ser recomendada pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2019.


Efeitos e eventos adversos:


A BCG quase sempre deixa uma cicatriz característica, com até 1 cm de diâmetro, no local em que foi aplicada – como rotina, no braço direito. Essa reação é esperada! A resposta à vacina demora cerca de três meses (12 semanas), podendo se prolongar por até seis meses (24 semanas), e começa com uma mancha vermelha elevada no local da aplicação, evolui para pequena úlcera, que produz secreção até que vai cicatrizando.


Eventos adversos possíveis: úlceras com mais de 1 cm ou que demoram muito a cicatrizar; gânglios ou abscessos na pele e nas axilas; disseminação do bacilo da vacina pelo corpo, causando lesões em diferentes órgãos.


Segundo o Ministério da Saúde (MS), os gânglios surgem em cerca de 10% dos vacinados.


Qualquer que seja o evento, o serviço de vacinação deve notificá-lo ao órgão de vigilância em Saúde e encaminhar o paciente ao posto de saúde para acompanhamento e tratamento adequados.


Onde pode ser encontrada:


Nas Unidades Básicas de Saúde, clínicas privadas de vacinação e, claro, na Beep!


Resultados da prevenção no Brasil e no mundo:


A vacina BCG não oferece eficácia de 100% na prevenção da tuberculose pulmonar, mas sua aplicação em massa permite a prevenção de formas graves da doença, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar (forma disseminada).


No Brasil, embora a incidência de tuberculose pulmonar venha aumentando, quase não são mais registradas as formas graves da doença. Outro exemplo da importância da vacinação foi o aumento do número de casos de tuberculose em crianças, registrado quando a Suécia suspendeu a vacinação de rotina.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, nos países onde a tuberculose é frequente e a vacina integra o programa de vacinação infantil, previna-se mais de 40 mil casos anuais de meningite tuberculosa. Impacto como este depende de alta cobertura vacinal, razão pela qual é tão importante que toda criança receba a vacina BCG.


Fonte | Sbim