Médico vacinando criança

Médico de Família e Comunidade | Mitos e Verdades

Você já ouviu falar no Médico da Família e Comunidade? Amanhã, dia 5 de dezembro, é celebrado o dia deste importante profissional da saúde. Ter um médico que possa nos acompanhar durante toda a vida é, sem dúvidas, um dos maiores benefícios de ter um médico de família.

Porém, esse conceito ainda não é totalmente difundido no Brasil e, por isso, muita gente ainda tem dúvidas sobre atenção primária à saúde. Destacamos alguns mitos e verdades sobre o tema para que você esclareça as suas dúvidas.

Vamos conhecer esses mitos?

Médico de Família pode lidar com quase todos os problemas de saúde dos pacientes?

Verdade! Capacitados para atender pacientes nos diferentes ciclos de vida, os médicos de família podem lidar com até 90% dos problemas de saúde. Eles acompanham desde o desenvolvimento da criança às prevenções ginecológicas e urológicas e, caso haja necessidade, encaminham o paciente para um especialista.

O modelo de saúde de Médicos de Família não existe no Brasil?

Mito! A estratégia tradicional de atenção primária à saúde, ou seja, com atendimentos de médico de família, faz muito sucesso em alguns sistemas estrangeiros e tem começado a ganhar espaço no Brasil, não só para evitar gastos desnecessários, mas também para oferecer uma assistência mais centrada no paciente.

As consultas com um Médico de Família são diferenciadas?

Verdade! Geralmente, estas consultas são realizadas com mais calma, possibilitando uma conversa mais profunda entre médico e paciente, indo a fundo no seu histórico, estilo de vida atual, criando, inclusive, uma relação de maior segurança. Esta consulta vai além de tratar uma doença, mas promover a saúde, eliminando alguns hábitos prejudiciais que o paciente possa ter adquirido ao longo da vida.

O Médico de Família ajuda a promover a saúde?

Verdade! Como mencionamos acima, o objetivo dessa especialidade é conhecer e acompanhar os pacientes por toda a vida, dentro do seu contexto e das suas peculiaridades. Portanto, o médico não foca somente na doença, mas no cuidado geral, analisando o contexto familiar bem como o local onde vive, e assim ajudando a prevenir as doenças e promovendo a saúde.

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Dia Mundial do Diabetes

Novembro é o mês de alerta ao Diabetes

O Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, visa conscientizar o mundo inteiro sobre os problemas associados à doença, que é causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose no sangue e garante energia para o organismo. A data também faz um alerta para a Diabetes Gestacional, que pode ocorrer temporariamente durante a gravidez. Esse tipo de diabetes afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê.


Vocês conhece os mitos sobre a Diabetes e Diabetes Gestacional? Destacamos alguns que precisam ser esclarecidos.


Diabetes não é uma doença tão séria?


MITO. Se você controlar o diabetes adequadamente, você pode prevenir ou adiar as complicações. De acordo com uma pesquisa realizadas nos Estados Unidos, as condições associadas ao diabetes causam mais mortes do que o câncer de mama e a Aids, juntas. Duas em cada três pessoas com diabetes morrem em função de problemas cardiovasculares ou derrame.


Se você está acima do peso ou obeso, um dia vai desenvolver Diabetes Tipo 2?


MITO. Estar acima do peso é, sim, um fator de risco para Diabetes Tipo 2, mas há outros, como a história familiar e a idade. Mas atenção: muitas pessoas magras ou com peso normal têm diabetes e muitas pessoas com sobrepeso nunca desenvolvem a doença.


É muito fácil saber se você tem diabetes? Os sinais são claros?


MITO. O diabetes não tem sintomas claros. As complicações também não são iguais para todas as pessoas. É importante realizar exames de rotina, saber quais são os fatores de risco e buscar o diagnóstico.


Comer muito açúcar causa diabetes?


MITO. A resposta não é tão simples. Diabete Tipo 1 é causada por fatores genéticos e outras causas ainda desconhecidas. Diabetes Tipo 2 é causada por fatores genéticos e estilo de vida.
Estar acima do peso contribui para o risco de desenvolvimento do Tipo 2, e uma dieta hipercalórica, não importando a fonte das calorias, favorece o ganho dos ‘quilos a mais’. Algumas pesquisas mostraram que o consumo de bebidas açucaradas, como sucos industrializados e refrigerantes, pode ter vínculo com o desenvolvimento de Diabetes Tipo 2.


Pessoas com diabetes devem comer alimentos especiais para diabéticos?


MITO. Uma refeição saudável significa, geralmente, a mesma coisa para uma pessoa com diabetes e uma pessoa sem diabetes. Recomenda-se que alimentação deve ter pouca gordura, principalmente saturada e trans; moderada em sal e açúcar, privilegiando cereais integrais, vegetais e frutas.


Pessoas com diabetes não podem comer doces ou chocolate?


MITO. Doces e chocolates podem ser consumidos por pessoas com diabetes, Se estiverem dentro de um planejamento alimentar combinado com exercícios físicos. Há algum tempo, eles deixaram de ser proibidos. Doces e chocolates devem ser consumidos em pequenas porções.


Os sintomas da diabetes gestacional nem sempre são identificáveis.


VERDADE. Assim como para os outros tipos do diabetes, os sintomas podem ser facilmente ignorados. Por isso é tão importante ter um acompanhamento pré-natal com seu médico obstetra. As consultas periódicas vão examinar, não só seu nível de glicose, como qualquer outra complicação que possa existir nesse momento.


A mulher que teve diabetes gestacional não vai poder amamentar?
MITO. O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto, porque a própria produção de leite pelo corpo reduz os níveis de glicose no sangue. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas também vão ajudar nessa prevenção.


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Fontes | Sociedade Brasileira de Diabetes e Clube do Diabetes


Novembro Azul: mitos e verdades sobre câncer de próstata

Novembro Azul, o mês de alerta ao câncer de próstata

Novembro é o mês dedicado à conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, tipo muito comum entre os homens. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença é a segunda mais comum entre os homens no Brasil e teve a estimativa de mais de 68 mil casos em 2018. As maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos, além de pessoas com presença da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho. Pode-se suspeitar de câncer da próstata pelo toque digital, ultrassonografia e pela dosagem de PSA elevada no sangue.


Destacamos alguns mitos e verdades que precisam ser esclarecidos sobre a doença:


Vasectomia causa câncer?


MITO. No passado, essa era uma preocupação que inclusive afastava os homens da cirurgia esterilizadora. Hoje, após muitas avaliações robustas e estudos epidemiológicos, nenhuma relação entre vasectomia e câncer de próstata foi encontrada.


A alimentação interfere nas chances de desenvolver a doença?


VERDADE. Hábitos de vida saudáveis, aqueles que melhoram a eficiência do seu sistema imunológico, ajudam a controlar as células cancerosas. Lembre-se que o sistema de defesa é uma espécie de faxineiro que elimina as células defeituosas evitando que se desenvolvam fora do controle do organismo. No caso específico dos tumores da próstata, sabe-se que uma alimentação rica em gorduras favorece o aparecimento e crescimento do câncer. Portanto, adote hábitos saudáveis: alimente-se com equilíbrio e pratique atividade física regularmente. Controle seu peso, evite fumar e beber em excesso.


O câncer de próstata é uma doença do idoso?


MITO. O câncer da próstata pode ocorrer em homens de qualquer idade, sendo mais comum após os 45 anos. O Novembro Azul visa alertar o público masculino a procurar sempre por avaliação médica mesmo que não esteja sentindo nada. Homens com histórico familiar de câncer de próstata ou de mama, devem iniciar o periódico da próstata a partir de 40 anos.


Muita atividade sexual pode aumentar as chances de câncer de próstata.


MITO. Exatamente o contrário. Estudos apresentaram que o número de ejaculações mensais interfere na chance de desenvolvimento de câncer da próstata. Homens que realizavam mais de 20 ejaculações por mês tinham significativa redução nos casos de câncer em comparação com o grupo controle.


Homens afrodescendentes têm mais chance de ter câncer de próstata?


VERDADE. A explicação atualmente aceita para isso é que os negros possuem maior sensibilidade androgênica, ou seja, maior ação decorrente da interação entre a testosterona e seu receptor. Como os tumores de próstata, em sua maioria, são hormônio dependentes na fase inicial, esse ambiente mais sensível à testosterona poderia ser a explicação para predisposição.


Quem opera a próstata fica impotente?


MITO. Existem diferentes doenças na próstata e cada situação merece um tratamento diferente. Quando a melhor opção é a cirurgia, é preciso destacar que existem diferentes tipos de procedimentos. Caso seja necessária a retirada de toda a glândula, junto com as vesículas seminais e os gânglios vizinhos, o risco de impotência ou disfunção erétil existe


Quem ejacula mais tem menos doenças da próstata?
VERDADE. Vários estudos demonstram que o homem que ejacula com maior frequência tem menos doenças da próstata, inclusive o câncer. A possível explicação para isso seria o fato de que a próstata é responsável pela produção da maior parte do sêmen. Quando ocorre a ejaculação, as secreções prostáticas são liberadas e renovadas, gerando condições favoráveis para a manutenção da saúde das células.


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Fontes: Inca
Fundação do Câncer


Vacinação | Mitos que precisam ser derrubados.

Amanhã, dia 17 de outubro, é celebrado o Dia Nacional da Vacinação. A data foi promovida para conscientizar a população sobre a importância das vacinas, afinal, elas salvam vidas e ajudam a eliminar doenças que já causaram muitas vítimas no passado, como varíola e poliomielite. Campanhas de imunização impedem a ocorrência de epidemias. Mas ainda há muitos mitos sobre a vacinação que precisam ser derrubados, pois cria-se um movimento antivacina prejudicial para toda a sociedade. Destacamos 10 mitos que precisam ser esclarecidos.


Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias.


MITO. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos. Se as pessoas não forem vacinadas, doenças que se tornaram raras, como a poliomielite e o sarampo, reaparecerão rapidamente.


As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal.


MITO. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. A poliomielite, por exemplo, pode causar paralisia; o sarampo pode causar encefalite e cegueira; e algumas doenças preveníveis por meio da vacinação podem até resultar em morte. Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja muito relevante, os benefícios da imunização superam em muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.


A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil.


MITO. Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. É importante lembrar que essas quatro doenças são fatais e que os bebês não vacinados contra elas estão em sério risco de morte ou incapacidade grave.


As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar.


MITO. Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido). Dessa forma, as duas principais razões para a vacinação são proteger a nós mesmos e também as pessoas que estão à nossa volta. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos. Não devemos apenas confiar nas pessoas ao nosso redor para impedir a propagação da doença; nós também devemos fazer tudo o que pudermos.


Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida.


MITO. As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser "fatos da vida". Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte. Todas essas doenças e o sofrimento que elas causam podem ser prevenidos com vacinas. O fato de não vacinar as crianças faz com que elas fiquem desnecessariamente vulneráveis.


Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico.


MITO. Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias. O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança é exposta a muito mais antígenos de um resfriado comum ou dor de garganta do que de vacinas. As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado. Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.


Gostou das informações levantadas nesse texto? Compartilhe com a família e amigos! E todos que você deseja uma vida saudável e protegida!


Fonte | Ministério da Saúde


Mitos e Verdades sobre o Alzheimer

Alzheimer

Preparamos o Mitos e Verdades obre o Alzheimer, já que estamos em Setembro, o mês da doença, que tem o dia 21 de setembro como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer (MMDA). A doença de Alzheimer, o tipo de demência mais comum, afeta hoje 35,6 milhões de pessoas — 1,2 milhão delas no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse número vai subir para assustadores 65 milhões em 2030 e para 115 milhões em 2050.


Infelizmente, ainda não há uma vacina de prevenção contra a doença. Estamos aqui para esclarecer algumas dúvidas constantes sobre o tema.


Listamos algumas informações que podem nos confundir devido a alguns mitos da 'sabedoria' popular. A Euroimmun, laboratório especializado no diagnóstico de doenças autoimunes, infecciosas, alergias e genéticas, listou oito mitos e verdades sobre o Alzheimer e replicamos na íntegra para você.


Alzheimer é uma doença genética


MITO. Apenas 2 a 5% dos casos de Alzheimer são causados por mutação genética, e mesmo assim sem correlação de hereditariedade. A maioria das desordens mentais, como o Alzheimer, são aleatórias e o fator de risco mais importante é a idade.


O primeiro sintoma da doença de Alzheimer é a perda de memória.


MITO. A perda de memória é um sinal comum do Alzheimer mas nem sempre é o sintoma inicial. A dificuldade de linguagem, desorientação no tempo e espaço, alterações de comportamento e humor e dificuldade de planejamento são em muitos casos os primeiros sintomas da doença.


Nem todos os problemas de memória são devido ao Alzheimer


VERDADEIRO. O Alzheimer é apenas uma das doenças que podem afetar a memória. O estresse, depressão, diabetes, doença da tireóide e outras demências como Doença de Parkinson e esclerose múltipla, podem afetar a memória.


Mulheres têm mais chance de desenvolver Alzheimer


VERDADEIRO. A doença de Alzheimer afeta duas vezes mais mulheres que os homens! O fato é que as mulheres vivem mais que os homens e um dos principais fatores de risco da doença é a idade.


Demências são consequências do envelhecimento


MITO. Primeiro devemos explicar que demência não significa loucura. Demência é um quadro diagnóstico cujo paciente apresenta perda cognitiva progressiva. As demências não são consequência do envelhecimento, apesar de comum, as demências não fazem parte do envelhecimento normal.


O diagnóstico do Alzheimer é muito difícil


MITO. Não existe um único critério específico e confiável para o diagnóstico de Alzheimer, mas uma combinação de testes, e todos disponíveis na medicina laboratorial. A combinação de anamnese, perfil neuropsicológico, imagens cerebrais e biomarcadores de líquor (proteína total tau, tau fosforilada, Beta-amilóides 1-40 e 1-42) diferenciam o Alzheimer de outras demências ainda no estágio inicial da doença. Esses testes estão todos disponíveis no Brasil atualmente, converse com seu médico.


A doença de Alzheimer não tem cura.


VERDADEIRO. Apesar de não ter cura, alguns tratamentos podem retardar a evolução da doença e minimizar os sintomas. Por isso o diagnóstico precoce é um importante aliado para retardar a progressão da doença.


É possível evitar o Alzheimer.


PARCIALMENTE VERDADEIRO. Atividades cognitivas, alimentação saudável e exercícios físicos apesar de não impedirem o desenvolvimento da doença, contribuem para retardar o início e o aparecimento dos sintomas.


Fontes | Exame e Saúde Abril


Gestação

Celebrando o Dia da Gestante, comemorado em 15 de agosto, destacamos o tema gestação nesse Mitos e Verdades para tirar algumas dúvidas frequentes! Veja se elas se encaixam à sua realidade.


Grávida tem que ficar longe de gatos


MEIA VERDADE: O medo aqui está relacionado à toxoplasmose, doença causada por um protozoário que tem nos felinos seu hospedeiro definitivo: gatos contaminados transmitem o parasita por meio de suas fezes. A toxoplasmose costuma passar despercebida em pessoas não grávidas. No feto, porém, ela pode causar problemas graves, incluindo malformações. No entanto, para se contaminarem, os gatos precisam comer ratos ou pássaros que tenham cistos do toxoplasma em seus músculos. Ou seja, um animal que vive dentro de casa e só come ração dificilmente será contaminado. Mas, na dúvida, melhor passar a limpeza da caixinha de areia para outra pessoa.


O primeiro trimestre da gravidez é o mais delicado


VERDADE: É nesse período que ocorre a formação dos órgãos do feto. Ou seja, é quando há maior risco de ocorrerem doenças ligadas a alterações genéticas. Por isso, há um especial cuidado em se evitar medicações, bebidas, alguns exames de imagem e afins. De 10 a 15% das mulheres sofrem aborto espontâneo até a 12ª semana de gestação – decorrente, justamente, de malformações do embrião. Mas não confunda: esses eventos nada têm a ver com hábitos como excesso de esforço ou atividade física, que está liberada também nessa fase da gestação.


Gestantes não devem usar cremes no rosto.


MEIA VERDADE: Gestantes são desaconselhadas a usar cremes anti-idade simplesmente porque, uma vez que não se fazem testes com grávidas, não se sabe o efeito que determinados ativos podem ter sobre o feto. Como na gestação há um aumento da vasodilatação periférica, ou seja, os vasos ficam mais dilatados que o normal, há uma tendência de que a pele absorva mais qualquer tipo de produto. E há ainda outro agravante: produtos cosméticos não seguem as determinações da Anvisa, tornando difícil o acesso à sua fórmulação completa. Não existe nada comprovado contra os creminhos, mas, na dúvida, os médicos acham por bem evitar.


Grávida deve evitar adoçante


MITO: Algumas pesquisas têm mostrado que, em grandes quantidades, o ciclamato de sódio, adoçante feito a partir de um derivado de petróleo, poderia causar danos ao feto. Mas, para isso, a gestante deveria ingerir o equivalente a dez latinhas de refrigerante diet por dia. Ou seja, uma quantidade difícil de ser alcançada. A maior parte dos estudos não vê problemas no consumo de edulcorantes, mesmo o ciclamato, em doses moderadas. Se você gosta de se preocupar e preza a silhueta, prefira todas as outras possibilidades de adoçante, que vão de aspartame a estévia.


Fonte | Revista Superinteressante


Gostaria de tirar alguma dúvida? Mande a sua pergunta pra gente. A Dra. Cris vai te responder!


AMAMENTAÇÃO

A primeira semana de agosto é a Semana Mundial da Amamentação, de alta relevância já que muitas mães levantam dúvidas e inseguranças frequentes sobre o tema. Amamentar vai muito além de nutrir o bebê, mas também contribuir para o seu desenvolvimento cognitivo e emocional.


Destacamos aqui alguns mitos e verdades para esclarecer as dúvidas mais frequentes.


1 - O leite materno pode ser congelado?


Verdade. O leite materno pode ser congelado por até 15 dias, sem a perda de suas características e qualidade nutricional. A mãe pode ordenhar o leite na sua casa – tomando os devidos cuidados para manter a qualidade –, deixá-lo na geladeira e dar ao bebê enquanto estiver fora de casa. Caso o leite não seja consumido, pode doá-lo para um BLH. Além disso, o mesmo processo pode ser feito em um Banco de Leite Humano, onde o leite será coletado congelado para então ser processado e distribuído às crianças.


2 - A alimentação da mãe reflete no leite?


Verdade. O recomendado é que a mãe tenha uma alimentação saudável e equilibrada. Ela não deve ingerir bebida alcoólica, café em excesso e alimentos muito gordurosos, como o chocolate. No caso do café e do chocolate, a questão não é comer, mas a quantidade que se consome. Um café, pela manhã, faz parte do nosso hábito alimentar e isso não faz diferença ao bebê; porém, pode afetá-lo caso o consumo seja feito em maior quantidade.


3 - Quando a mãe produz muito leite, a doação pode interferir na amamentação do filho?


Mito. Pelo contrário, quanto mais a mãe estimular o peito a produzir leite, mais ela o terá e não faltará para o bebê. O leite é produzido na hora em que o bebê está sugando, mas se a mãe demorar muito tempo para ordenhar, ela vai sentir a mama mais cheia. O leite para de ser produzido, quando não há estímulo, quando o bebê não mama.


4 - Algumas mães produzem leite mais fraco.


Mito. Nenhum leite materno é fraco, nem de uma mulher desnutrida. A qualidade do leite da mulher desnutrida é tão boa quanto a de uma mulher nutrida. Há também a concepção de que o leite industrializado é mais forte porque o bebê dorme e engorda mais. O bebê acorda mais rápido quando toma o leite materno porque a sua digestão é mais rápida do que a do leite de vaca, mas isso não quer dizer que o leite materno é mais fraco.


5 – Se a mãe não estiver com muito leite, pode deixar outra mulher amamentar o seu filho.


Mito. Cada mãe tem que amamentar o seu bebê. O melhor leite para o filho é o da sua mãe. O leite carrega as características de quem amamenta. Assim a criança cria os anticorpos necessários para a sua saúde tomando o leite da mãe. Na amamentação cruzada há o risco de uma doença infecciosa ser transmitida pelo leite. A saída para a mãe que não consegue amamentar é procurar orientação no banco de leite humano.


6 - As fórmulas atuais são quase como o leite materno.


Mito. Leite materno é singular. O colostro que sai na primeira mamada pode considerado a primeira vacina do bebê. A fórmula atual tem suas qualidades, mas é feita com leite de vaca, que não traz os benefícios do leite materno, como o aumento da imunidade.


7 - Mamadeira e chupeta interferem no aleitamento.


Verdade. Mamadeira e chupeta interferem na amamentação pelo posicionamento da língua do bebê. A sucção do leite no peito requer um esforço maior do que a da mamadeira e da chupeta. Com isso, quando a mãe oferece o peito e os dois apetrechos, o bebê rapidamente descobre que a mamadeira é mais fácil do que o peito. Isso pode implicar na diminuição do estímulo da produção do leite e, consequentemente, a mãe pode não ter a quantidade necessária de leite para a nutrição do bebê.


8 - Estresse e nervosismo podem atrapalhar a produção do leite.


Verdade. O estresse e o nervosismo podem diminuir a quantidade de leite. Em momentos como este, a mãe modifica o seu sistema endócrino-imunológico e, com isso, a quantidade de leite pode diminuir. O recomendado é que a mãe descanse sempre que possível. Em caso extremo, para dormir bem uma noite, ela pode deixar que outro responsável dê o leite materno ao bebê em um copinho. Algumas pessoas acreditam que o estresse pode empedrar o leite, mas não é verdade. Isso acontece quando a quantidade de leite é maior do que o bebê necessita ou consegue sugar e se não for ordenhado, o leite fica alojado na mama e acaba empedrando ou até originando uma mastite.


9 - A compressa de água quente ajuda na situação do leite empedrado.


Mito. A indicação nesses casos é massagem e ordenha do leite. A compressa de água quente piora a situação, pois aumenta a quantidade de leite retido na mama. Consequentemente, a mãe terá mais leite empedrado.


A mãe que deseja doar leite humano deve entrar em contato pelo telefone gratuito 08000-268877 ou procurar o Banco de Leite Humano mais próximo da sua casa. A partir desse contato, é feito um cadastro e uma inscrição no BLH do IFF. Uma vez cadastrada como doadora, não há necessidade de ir ao Banco de Leite periodicamente. A coleta pode ser feita em casa, uma vez por semana. O leite, nesse caso, deve ficar armazenado no recipiente fornecido pelo próprio banco: pote de vidro com tampa de plástico. O leite materno coletado e processado é destinado a alimentar bebês prematuros e/ou de baixo peso internados em UTIs Neonatais durante seis meses.


Fonte | Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira


MITOS E VERDADES | Hepatites Virais

Estamos no Julho Amarelo, mês batizado pelo Ministério da Saúde como o da prevenção e do controle das hepatites virais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em todo o planeta 400 milhões de pessoas estão infectadas pelos vírus da hepatite B e C, número dez vezes maior que o de contaminadas pelo HIV. Porém, apenas 5% sabem que são portadoras da doença. Esses dados são de 2016 e certamente estão maiores atualmente.


Os tipos mais comuns de hepatites virais são A, B, C, D e E e podem causar infecção e inflamação aguda e/ou crônica do fígado, desenvolvendo graves problemas de saúde, como a cirrose e câncer. A hepatite pode ser causada por vírus (via contágio fecal-oral ou transmissão sanguínea), como também pelo uso de alguns remédios, ingestão de álcool e drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.


Destacamos alguns mitos e verdades sobre a doença destacando dúvidas frequentes.


Hepatite só afeta o fígado
MITO. O vírus da hepatite C está no sangue, sendo assim, não se aloja apenas no fígado. Com isso, pode aumentar o risco de outras doenças sistêmicas podendo afetar pâncreas, rins e coração.


É possível contrair hepatite ao consumir bebidas em latas de alumínio infectadas
VERDADE. Se as latas de bebidas não forem higienizadas antes do consumo é possível se contrair as hepatites A e E, pois a transmissão acontece via oral-fecal, por meio de água e alimentos contaminados.


Hepatite C pode gerar câncer
VERDADE. Se não diagnosticada precocemente e tratada, a Hepatite C pode lesionar o fígado e se tornar um câncer.


Beijo pode transmitir o vírus da hepatite
Meio MITO Meio VERDADE. O beijo na boca não transmite o vírus da hepatite, contanto que não haja nenhuma lesão ou ferimento na boca, facilitando o contato de secreções e de sangue, assim, favorecendo a contaminação.


É possível contrair hepatite na depilação
VERDADE. A depilação é um fator de risco, pois pode haver contaminação por meio do contato com sangue. Para evitar, é necessário o uso de espátulas descartáveis, ceras não reaproveitáveis e para a retirada de pelos encravados, a utilização de pinças esterilizadas. Depile em locais de confiança.


Quer saber mais sobre o assunto? Confira a nossa matéria!


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Hepatite A
Hepatite B
Hepatite A + B


Fonte | Guia-me


MITOS E VERDADES | Doação de Sangue

Junho é o "Mês Vermelho" em alusão à doação de sangue.

Doar sangue é um ato voluntário, indolor, rápido e que pode salvar vidas - desde pacientes submetidos a cirurgias ou em casos de emergência. Devemos esclarecer e desmistificar o tema para que mais e mais pessoas adquiram o hábito de doar sangue. Destacamos mitos e verdade de maior relevância para melhor conhecimento. Compartilhe com os seus amigos e familiares, vamos criar uma corrente do bem, vamos ajudar a salvar vidas?
Idosos não podem doar sangue
MITO! Desde 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.
Pessoas com piercing e tatuagem não podem doar
MITO! Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras área do corpo. Já, para as pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho - tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.
O peso influencia na doação
VERDADE! O voluntário deve pesar a partir de 50 quilos para poder realizar a doação.
Gestantes e lactantes não podem doar
VERDADE! Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. No período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.
Descanso e alimentação influenciam na doação
VERDADE! É necessário estar descansado e não ter praticado atividades intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido. Com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.
Fonte | ABHH


Febre Amarela

Você está planejando viajar nas férias? Confira se o seu destino exige a Certificação Internacional de Vacina de Febre Amarela.

Férias vindo aí, se você vai viajar, precisa verificar se o seu destino exige a Certificação Internacional de Vacina de Febre Amarela. A Vacinação contra a febre amarela é a medida mais eficaz para evitar a doença. O Ministério da Saúde, inclusive, ampliou a recomendação da vacina para todo o território brasileiro, em 2018. A medida preventiva tem como objetivo antecipar a proteção da população para a doença em caso de uma futura circulação do vírus.
Destacamos os Mitos e Verdades dessa importante vacina no calendário nacional para que você fique bem informado e entenda por que deve se proteger. Acesse o link e veja a nossa vacina contra a Febre Amarela https://www.beepsaude.com.br/vacinas/vacina-febre-amarela/
A Vacina de Febre Amarela mata
MITO! A vacina é extremamente eficaz e segura. Os eventos adversos são muito raros. Ela não é indicada para pessoas com alergia grave ao ovo, portadores de doença autoimune, crianças menores de seis meses, pessoas que vivem com HIV/Aids e pacientes em uso de quimioterapia/radioterapia.
A Dose fracionada não protege
MITO! De acordo com o Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS) a vacinação com dose fracionada apresenta a mesma eficácia que a dose única padrão. A proteção se estende a, pelo menos, 8 anos. A OMS recomenda o fracionamento quando há aumento de morte de macacos e de casos de febre amarela silvestre com risco de expansão da doença em cidades com alto índice populacional e quantitativo insuficiente de doses da vacina.
A imunização em massa coloca a sociedade em risco
MITO! Os indivíduos que recebem a vacina representam uma diminuição da circulação do agente infeccioso na comunidade. Ao reduzir o número de doentes, diminui a chance de transmissão de seus agentes causadores, beneficiando, indiretamente, toda uma comunidade, inclusive aqueles que não se vacinaram.
Macacos transmitem a febre amarela
MITO! Os macacos são hospedeiros do vírus da febre amarela e adoecem, assim como os humanos. Eles, na verdade, servem como guias para a elaboração de ações de prevenção. A doença é transmitida por mosquitos.
O vírus da Febre Amarela sofreu mutações, por isso a vacina não funciona
MITO! Estudo realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) identificou mutações no vírus, conforme publicado em 2017. Porém, não há qualquer impacto destas mutações na a eficácia da vacina.
Existe alguma conspiração do governo para as pessoas se vacinarem?
MITO! A vacina usada no Brasil é produzida pela Fiocruz e certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) - o que desmente boatos de que o governo compra estoque enorme e precisa se livrar dele.
Estão morrendo mais pessoas em decorrência da vacina do que da febre amarela?
MITO! Os riscos por não tomar a vacina são maiores, pois a pessoa fica sem uma das principais formas de prevenção contra a doença
A vacina possui mercúrio em sua fórmula?
MITO! Não há mercúrio e nenhum outro metal na sua fórmula. Conforme descrito na bula, a vacina produzida por Bio-Manguinhos/Fiocruz contém excipientes como a saracose, glutamato de sódio, sorbitol, gelatina bovina hidrolisada, eritromicina e canamicina.
Agende na Beep a sua vacina contra a Febre Amarela
Fonte | Blog de Saúde Governo