Médico avaliando exame de meningite pelo ipad

Meningite: vacinas, sintomas, tratamento, causas

Os brasileiros tiveram os holofotes voltados para a doença recentemente, quando o caso do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro de 2019, comoveu a todos. A doença foi desmentida mais tarde, porém, a meningite voltou a ganhar destaque.

A meningite é uma doença considerada endêmica, no Brasil. São esperados casos ao longo de todo o ano, com ocorrências de surtos e epidemias ocasionais - sendo as meningites bacterianas mais comuns no outono-inverno e as virais na primavera-verão.

Aquele resumão do que você vai ver por aqui: 

  • O que é meningite?
  • O que pode causar meningite?
  • Como é a transmissão?
  • Quais são os principais sintomas?
  • A meningite fúngica tem os mesmos sintomas?
  • Como é feito o diagnóstico da meningite?
  • Existe vacina contra a meningite? Quais são? Quem deve tomar as vacinas?
  • Como é o tratamento da meningite?
  • De que forma se prevenir da meningite?
  • Algumas recomendações. 

O que é meningite?

Causada por vírus ou bactéria, na maior parte dos casos, (sendo a última a forma mais grave), a meningite é uma inflamação das meninges - membranas que envolvem/revestem o cérebro e a medula espinhal, afetando, portanto, toda a região. 

O que pode causar meningite? 

Alguns agentes são responsáveis por causar a meningite, entretanto, os vírus são os mais comuns e, em geral, com menos gravidade - e contra esse tipo não há vacina para prevenir. No entanto, os principais tipos de meningite bacteriana podem ser prevenidos pela vacinação que é, especialmente, recomendada para crianças e adolescentes.

A meningite meningocócica é um dos principais subtipos dessa inflamação. Ela é causada por diferentes sorotipos da bactéria meningococo, como A, B, C, W e Y - que, atualmente, podem ser prevenidos através da vacinação.

Micro-organismos como Streptococcus pneumoniae Haemophilus influenzae tipo B são outras bactérias que também provocam meningite, mas, a boa notícia é que também são prevenidas por meio da vacinação.

Alguns vírus podem invadir o cérebro e atacar as meninges, no entanto, são casos com menos gravidade. Os fungos que causam a doença são tão perigosos quanto as bactérias, porém, esse tipo de quadro é raro.

Parasitas 

Os parasitas causadores de meningite não são transmitidos de pessoa para pessoa e, normalmente, infectam somente animais. Portanto, as pessoas que adquirem a doença, geralmente o fazem pela ingestão de produtos ou alimentos contaminados com a forma ou a fase infecciosa do parasita. 

Como é a transmissão?

Cada tipo de meningite apresenta diferentes formas de transmissão, por isso, listamos estacamos abaixo para que você fique bem informado: 

Meningite Bacteriana

Normalmente, as bactérias que causam meningite passam de uma pessoa para outra por meio das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta. Porém, outras bactérias podem se espalhar por meio dos alimentos.

É essencial saber que alguns indivíduos podem carregar essas bactérias dentro ou sobre os seus corpos sem estarem doentes - estes são conhecidos como “portadores”. A maioria deles não adoece, mas ainda assim propaga as bactérias para outros indivíduos.

Meningite Viral

Dependendo do vírus causador da doença, as meningites podem ser transmitidas de diversas formas.

No caso do Enterovírus, por exemplo, a contaminação é fecal-oral, e os vírus podem ser passados através do tocar ou aperto de mãos com uma pessoa infectada, portanto, manter a higienização das mãos é muito importante; assim como tocar em objetos ou superfícies que contenham o vírus e levar as mãos aos olhos, nariz ou boca em seguida, antes de lavar as mãos. Ou então, beber água ou comer alimentos crus que tenham o vírus. 

Já os Arbovírus são transmitidos por meio de picada de mosquitos contaminados.

Meningite fúngica (causada por fungos)


Normalmente, os fungos são adquiridos por meio da inalação de pequenos pedaços de fungos, conhecidos como esporos, que penetram nos pulmões podendo chegar até as meninges (as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal). Portanto, esse tipo não é transmitido de pessoa para pessoa. 

Alguns fungos encontram-se em solos ou ambientes contaminados com excrementos de pássaros ou morcegos. 

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas listados abaixo nunca devem ser desconsiderados, principalmente nos primeiros anos de vida ou após os 60 anos de idade, pois são duas faixas etárias que merecem atenção especial quando se trata dessa doença. 

Na presença de sinais que possam indicar a doença, a pessoa deve ser atendida por um médico com urgência. São eles:

  • Dor de cabeça e na nuca; 
  • Rigidez no pescoço;
  • Febre;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Fotofobia (sensibilidade à luz);
  • Confusão mental;
  • Manchas vermelhas ou roxas pelo corpo;
  • Paralisia;
  • Surdez. 

A meningite fúngica tem os mesmos sintomas?

Não há muita diferença entre os sinais e sintomas da meningite fúngica para os demais tipos de agentes etiológicos, como febre, dor de cabeça, rigidez no pescoço, náusea, vômitos, fotofobia (sensibilidade à luz) e confusão mental. Porém, a meningite fúngica é mais comum em pessoas com comprometimento da imunidade.

Como é feito o diagnóstico da meningite?

Havendo uma suspeita da doença, procure um médico imediatamente. Se ele confirmar o seu receio, consequentemente, solicitará coleta de amostras de sangue e líquido cerebroespinhal (líquor). Esse material é enviado a um laboratório, que vai detectar o agente que está causando a infecção. Saber exatamente qual é o agente é de extrema importância para o tratamento da infecção, portanto, consultar um médico é essencial.

Vale destacar que todos os exames de laboratório são realizados pelo SUS, e são solicitados pela equipe médica ou de vigilância epidemiológica ao longo do acompanhamento do caso. 

Existe vacina contra a meningite? Quais são? Quem deve tomar as vacinas?

A vacinação é a principal forma de evitar a doença e, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), as vacinas contra os tipos A, B, C, W e Y de meningococo são seguras e eficazes, portanto, não deixe de se vacinar e vacinar a sua família.

ACWY

Tanto a SBIm quando a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), recomendam a aplicação da vacina meningocócica conjugada ACWY para crianças aos 3 e 5 meses de idade. Há ainda as doses de reforço aos 12 meses, entre 5 e 6 anos e aos 11 anos de idade. Portanto, fique sempre atento à caderneta de vacinação, prazos e datas! 

Quem não foi imunizado nesses períodos/idades, deve buscar a proteção. Por isso, conversar com um médico é a melhor forma de se orientar corretamente.

A rede pública disponibiliza vacina contra meningite C, a mais comum no nosso país, no mesmo esquema de doses da meningocócica ACWY da clínica privada.

Meningocócica B

A meningocócica B, que também é indicada pela SBIm, é uma outra vacina, portanto, outra injeção. As três doses devem ser aplicadas, preferencialmente, aos 3, 5 e 12 meses e ela NÃO está disponível na rede pública, somente na rede privada. Sendo assim, se informe sobre as clínicas, valores e estoque. 

Na rede privada, portanto, há possibilidade de encontrar vacinas com proteção mais ampla. A Beep, por exemplo, disponibiliza um pacote completo de meningite: são duas vacinas num mesmo atendimento, garantindo proteção completa, pois abrange os tipos ACWY e B.

Como é o tratamento da meningite?

Por se tratar de um quadro clínico grave, os casos suspeitos de meningite são internados nos hospitais. Portanto, suspeitando de um caso, é de extrema urgência procurar por um pronto-socorro hospitalar para avaliação médica. 

As meningites bacterianas têm como tratamento o uso da antibioticoterapia em ambiente hospitalar, com drogas de escolha e dosagens terapêuticas prescritas pelos médicos. 

Meningites Virais 

Para as meningites virais, na maior parte dos casos, o tratamento não é realizado com medicamentos antivirais. Geralmente, as pessoas são internadas e monitoradas quanto a sinais de maior gravidade, se recuperando espontaneamente. Vírus como o do herpes e Influenza podem provocar meningite com necessidade de uso de antiviral específico - essa determinação é sempre dada pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do caso.  Portanto, mais uma vez destacamos a importância de procurar um médico com urgência assim que detectar os sintomas. 

Meningites Fúngicas

O tratamento para as meningites fúngicas é mais longo, com altas e prolongadas dosagens de medicação antifúngica. A medicação é escolhida conforme o fungo identificado no organismo do paciente. A resposta ao tratamento está diretamente ligada ao quadro de imunidade da pessoa. Por isso, pacientes com histórias de HIV/AIDS, diabetes, câncer e outras doenças imunossupressoras são tratados com extremo cuidado pela equipe médica responsável.

Meningites causadas por parasitas

As meningites causadas por parasitas têm como tratamento medicação contra a infecção e para alívio dos sintomas e é administrada pela equipe médica responsável. Nestes casos, dor de cabeça e febre são sintomas bem fortes, portanto,  as medicações de alívio são muito importantes. 

De que forma se prevenir da meningite? 

Vacinas e quimioprofilaxia são medidas de prevenção primária para a meningite. Quimioprofilaxia é uma medicação antimicrobiana dada às pessoas que tiveram contato direto, próximo e prolongado com um paciente com determinado tipo de meningite. As vacinas disponíveis previnem as principais causas de meningite bacteriana, portanto, vacine-se. Listamos aqui para você:

Algumas recomendações

Uma prevenção que devemos adotar diariamente, não só em função das meningites como também de outras doenças, são cuidados com a higiene. Lavar as mãos com frequência é fundamental, acima de tudo, manter este hábito antes das refeições. Mas, não se esqueça, a vacinação é a prevenção mais segura e eficaz. 

Outro cuidado que devemos tomar é não confundir os sintomas das meningites com os de outras infecções por vírus e bactérias, portanto, saber o diagnóstico é muito importante. Portanto, ao perceber a criança chorosa, prostrada, se queixando de dor de cabeça - leve-a o mais rapidamente possível para uma avaliação médica de urgência. 

Que bom que chegou até aqui!

Viu quantas informações importantes uma única doença pode ter? Percebeu como a prevenção é o primeiro passo de uma vida saudável para você e sua família? Lembre-se sempre de que, surgindo alguns dos sintomas citados acima, a primeira medida a tomar é entrar em contato com o seu médico ou ir ao posto de saúde mais próximo.

Ah, e lembre-se de que você pode contar com a Beep!

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Fontes:

Saúde.gov
Saúde Abril
SBIm
Drauzio Varella

 

 

 


Criança com sarampo

Sarampo: O que é? Sintomas, Tratamento e Vacinas

Preparamos esse texto para que você fique por dentro de todas as informações mais relevantes sobre o sarampo - doença altamente contagiosa, cuja circulação do vírus foi considerada eliminada no Brasil em 2016, mas que voltou a apresentar surtos em 2018.

Estar bem informado é a melhor maneira de se prevenir e manter a saúde em dia! Ah, qualquer dúvida, consulte o seu médico ou o serviço de saúde mais próximo. Estar bem informado é o primeiro passo para proteger a sua saúde e de toda a sua família.

Aquele resumão do que você vai ver por aqui:

  • O que é o sarampo?;
  • Quais são os sintomas do sarampo?;
  • Como é o tratamento do sarampo?;
  • Essa doença pode deixar sequelas?;
  • Adulto deve se vacinar?;
  • Quem já teve a doença fica imune?;
  • Grávidas podem se vacinar?;
  • Quanto tempo a pessoa fica com sarampo?;
  • Vou viajar para o exterior, preciso me vacinar?;
  • Sarampo no Brasil;
  • Campanhas recentes;
  • Quais são as vacinas contra sarampo?

O que é sarampo?

É uma doença infecciosa causada por vírus altamente contagioso. Ela é transmitida por secreções - gotículas eliminadas pela fala, espirro ou tosse.  Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas algumas apresentam sinais bem característicos, como o mais conhecido de todos: manchas vermelhas pelo corpo e rosto.  

A vacina é a forma mais eficaz de prevenir o sarampo, mas, infelizmente, ainda tem muita gente que deixa de se vacinar. 

Quais são os sintomas do Sarampo?

Eles se manifestam no período de 6 a 21 dias (em média, 13 dias) após a exposição ao vírus. Começam com coriza, tosse, infecção nos olhos e febre alta. Três a cinco dias após os primeiros sintomas, há uma erupção cutânea - geralmente, começando com manchas vermelhas no rosto, na linha do cabelo, que se espalham para o pescoço, tronco, braços e pernas.

Confira a lista completa dos sintomas que podem se manifestar: 

  • Manchas avermelhadas pelo corpo, começando no rosto e progredindo em direção aos pés;
  • Febre;
  • Tosse;
  • Mal-estar;
  • Conjuntivite;
  • Coriza;
  • Perda de apetite;
  • Manchas brancas na parte interna das bochechas.

Complicações do sarampo: 

  • Otite;
  • Pneumonia;
  • Encefalite.

Como é o tratamento do sarampo?

O tratamento tem como objetivo aliviar os sintomas, porque não há uma medicação antiviral específica contra o sarampo. 

Como o vírus do sarampo causa uma redução das células de defesa e da produção de anticorpos, a pessoa fica mais vulnerável a ter outras infecções.

Outros cuidados são necessários, como fazer repouso, ingerir bastante líquido, comer alimentos leves, limpar os olhos com água morna e tomar antitérmicos para baixar a febre quando a mesma está causando muito mal-estar.

Essa doença pode deixar sequelas?

Otites, infecções respiratórias e doenças neurológicas - algumas complicações do sarampo - podem ocasionar sequelas como surdez, cegueira, retardo do crescimento e redução da capacidade intelectual.

Adulto deve se vacinar?

Qualquer pessoa que foi vacinada a partir do primeiro ano de vida, no esquema de duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas, não precisa se vacinar novamente. Mas, é preciso certeza do histórico vacinal. Na dúvida, recomenda-se a vacinação. 

Porém, nem todos foram imunizados desta forma no passado. A vacina contra sarampo está disponível na rede pública brasileira desde a década de 70 e era aplicada aos 9 meses de idade. Atualmente, essa dose não entra na conta por ser menos efetiva. Portanto, exceto quem possui comprovação de proteção adequada (na caderneta), é indicado retornar ao posto de saúde para um reforço da dose. 

Quem já teve a doença fica imune?

Quem já teve a doença fica imune por toda a vida. O problema é que os sintomas do sarampo se assemelham aos de outras doenças, como rubéola, por exemplo, podendo haver confusão de diagnóstico e a pessoa achar que teve sarampo, quando na verdade não teve.

Grávidas podem se vacinar?

Gestantes não devem se vacinar. O ideal é receber a vacina logo após o parto. Portanto, quem está planejando uma gestação, deve se vacinar pelo menos um mês antes de engravidar.  

Quem não deve se vacinar?

Além das mulheres grávidas, que citamos acima, não devem se vacinar aqueles com suspeita do sarampo, bebês com menos de seis meses de idade e indivíduos imunodeprimidos, ou seja, com sistema imunológico enfraquecido.

Como saber se está com sarampo?

Surgindo algum sintoma que levante a suspeita, o seu médico deve ser procurado imediatamente. Certamente, será realizado exame clínico e, quando necessário, a doença será confirmada por exame de sangue ou de secreções respiratórias. 

Quanto tempo a pessoa fica com sarampo?

O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas, chamado período de incubação, varia de 6 a 21 dias (em média 13 dias), mas a transmissão pode ocorrer antes do surgimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia após o surgimento das placas avermelhadas. 

Vou viajar para o exterior, preciso me vacinar? 

O Ministério da Saúde destaca a importância de estar com a situação vacinal em dia antes de visitar outro país. Vale, ainda, pesquisar as orientações emitidas especificamente para o seu país de destino. Sempre que for viajar, pesquise A aplicação da vacina contra sarampo deve ser realizada com a antecedência de, pelo menos, 15 dias antes da viagem.  

Sarampo no Brasil

A doença já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no passado, principalmente antes da década de 60, quando ainda não havia vacina contra o sarampo no país. As políticas de vacinação ao longo dos anos - como o Plano Nacional de Eliminação do Sarampo, em 1992 - foram, pouco a pouco, controlando o sarampo no Brasil. Até que, em 2016, o Brasil recebeu o certificado de eliminação da doença, por parte da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Porém, essa conquista foi fragilizada por conta da queda nas coberturas vacinais. Em 2018, pessoas não vacinadas, no Brasil, pegaram a doença ao manter contato com aqueles que pegaram a doença no exterior e retornaram ao país contaminados. Isso resultou em surtos de grandes proporções em Roraima e, especialmente, no Amazonas - que chegou a ter cerca de 10 mil casos de sarampo confirmados. 

Campanhas recentes

Em 2019, o Brasil perdeu o certificado de eliminação, porque viveu uma nova onda de surtos. São Paulo foi a região mais afetada, mas Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe também tiveram registros da doença.

Nos estados e municípios

Estados e municípios ativaram campanhas e vacinaram pessoas de todas as idades que porventura tiveram contato com cidadãos com suspeita de sarampo. O Ministério da Saúde recomendou uma dose extra da vacina para crianças de seis meses a menores de 1 ano, chamada de dose zero, e a administração de vitamina A em crianças menores de 6 meses com suspeita da doença - providência para diminuir as chances de agravamento. Porém, vale destacar que essa dose extra não conta para o esquema de rotina! Continuam sendo necessárias as duas doses após os 12 meses de vida.

Quais são as vacinas contra sarampo?

As redes pública e privada disponibilizam a Tríplice Viral e a Tetravalente Viral. A Tríplice Viral é uma vacina atenuada que combate sarampo, caxumba e rubéola. A Tetravalente Viral é adotada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI para a aplicação da segunda dose da vacina Tríplice Viral e a primeira dose da vacina varicela/catapora).

Que bom que chegou até aqui!

Viu quantas informações importantes uma única doença pode ter? Percebeu como a prevenção é o primeiro passo de uma vida saudável para você e sua família? Lembre-se sempre de que, surgindo alguns dos sintomas citados acima, a primeira medida a tomar é entrar em contato com o seu médico ou ir ao posto de saúde mais próximo.

Ah, e lembre-se que você pode contar com a Beep!

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Fontes:

SBIm

Médicos Sem Fronteiras

Saúde Abril

Drauzio Varela