Crianças na cama com febre - vacina ACWY - beep

Febre Amarela: tudo o que você precisa saber!

Estamos às vésperas do verão, período em que as epidemias como a Febre Amarela são mais comuns - de dezembro a maio. Por isso, além do vídeo do Dr. Edimilson Migowski, preparamos uma matéria especial sobre o tema para que você entenda tudo sobre esta doença.

Quais são os sintomas, complicações, transmissões, diagnóstico, mosquito transmissor, certificado para viajantes, a diferença entre a febre amarela silvestre e urbana e, claro, a prevenção - que se dá através da vacina.

Portanto, leia tudo com calma, pois estar bem informado é um passo para se prevenir e manter a sua saúde em dia!

O que é a febre amarela?

É uma doença infecciosa febril aguda. Ela é causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano.   

++ Quer saber mais sobre a vacina contra a Febre Amarela? Clique aqui!

Como ela é transmitida?

O vírus da Febre Amarela é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa, porém, o vírus tem enorme potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti.

É fundamental a cobertura vacinal da população em todo o território nacional, independentemente de idade ou sexo, esta é a principal forma de prevenir a febre amarela.

Quais são os sintomas?

  • início súbito de febre;
  • calafrios;
  • dor de cabeça intensa;
  • dores nas costas;
  • dores no corpo em geral;
  • náuseas e vômitos;
  • fadiga e fraqueza.

Identificando algum desses sintomas, você deve procurar seu médico de confiança ou a unidade de saúde mais próxima. Algumas pessoas têm melhora após estes sintomas iniciais. Porém, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença.

No contato com o profissional da saúde, você deve informar sobre qualquer viagem realizada para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas. Um detalhe que você deve se atentar é: observou mortandade de macacos próximo aos lugares que visitou? É bom lembrar também sobre picadas de mosquitos. Não deixe de informar se tomou a vacina contra a febre amarela, se lembrar a data é melhor ainda! 

Macacos transmitem a febre amarela?

Não! Inclusive, eles são importantes sentinelas para alerta em regiões onde o vírus da febre amarela está circulando. Macacos mortos são analisados em exames específicos para detectar a causa da morte e, se for de febre amarela, fica o sinal de alerta para a população. Portanto, se você identificar mortandade de macacos na região onde vive ou está visitando, é muito importante que informe as autoridades sanitárias do município ou estado, de preferência, diretamente para vigilância ou controle de zoonoses. 

As complicações da febre amarela:

Em casos mais graves, a doença pode apresentar algumas complicações, como:

  • febre alta;
  • icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos);
  • hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal);
  • eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

É importante destacar que cerca de 20% a 50% das pessoas que desenvolvem febre amarela grave podem morrer. Portanto, assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, é fundamental buscar ajuda médica imediata! 

Como é a transmissão da febre amarela? 

O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados - não é passada de pessoa a pessoa. No Brasil, ela tem demonstrado maior frequência de ocorrência de casos humanos nos meses de dezembro a maio, apresentando, então, um padrão sazonal. 

A temperatura média aumenta na estação das chuvas, assim, favorecendo a proliferação de mosquitos, os vetores, como já mencionamos acima. Por consequência, aumenta o potencial de circulação do vírus durante o verão. 

Há dois diferentes ciclos epidemiológicos de transmissão:

  • Silvestre;
  • Urbano.

No ciclo silvestre, os macacos são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus. Os vetores dos gêneros Haemagogus e Sabethes, são mosquitos com hábitos estritamente silvestres - diurno, ou seja, mais ativo entre as 9h e 16h da tarde. 

No ciclo urbano, o hospedeiro e amplificador do vírus é o homem e a transmissão acontece a partir de vetores urbanos, os Aedes aegypti infectados. A pessoa apresenta os sintomas iniciais da doença de 3 a 6 dias após ter sido infectada. 

Vale destacar que o ciclo da doença atualmente é silvestre, com transmissão por meio de vetor - mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ambiente silvestre. O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942. Todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.   

Tratamento da febre amarela: 

Ele é apenas sintomático. O paciente deve ser hospitalizado e permanecer em repouso, com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado.  

Nas formas mais graves, o paciente deve ser atendido em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reduzir as complicações e o risco de óbito. Medicamentos salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que o uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. 

O médico deve estar em alerta para indicações de um agravamento do quadro clínico.

Confira o diagnóstico da febre amarela:  

Esta doença só pode ser diagnosticada e tratada corretamente por um médico. O profissional vai realizar os exames necessários para diagnosticar a doença e a sua gravidade. A partir do resultado é escolhida a forma de tratamento.  Portanto, procure um médico assim que detectar algum dos sintomas citados acima.

Prevenção: 

Vacinação! Esta é a principal ferramenta de prevenção e controle da febre amarela. Sendo assim, há oferta da vacina no Sistema Único de Saúde (SUS) para a população durante o ano todo. As recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) são de uma dose durante toda a vida. O Brasil adotou essas medidas desde 2017. Portanto, não deixe de se vacinar!

Pessoas que residem em Áreas com Recomendação da Vacina contra a febre amarela e pessoas que vão viajar para essas áreas devem se imunizar - a vacina deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para áreas de risco, principalmente para os indivíduos que são vacinados pela primeira vez. 

Nas áreas consideradas de maior risco - matas, cachoeiras, florestas, trilhas, rios, parques e meio rural - é recomendado o uso de repelente, roupas que cubram a maior extensão possível de pele, como calças e blusas de mangas compridas e, de preferência, mais largas, meias e sapatos fechados. Essas precauções são indicadas principalmente às pessoas com contraindicação à vacina. No Brasil, a vacinação é recomendada para as pessoas a partir de 9 meses de idade conforme orientações para vacinação e que residem ou se descolam para os municípios que compõem a Área com Recomendação de Vacina. 

Além da vacina, é nossa obrigação evitar a proliferação dos mosquitos, portanto, é essencial manter as casas e ruas limpas - sem acúmulo de água parada, habitat ideal para a reprodução dos vetores. 

Importante! 

Ao tomar a vacina, existe uma pequena chance de desenvolver a doença, pois ela é feita a partir do vírus atenuado, no entanto ela existe na proporção de 1 reação adversa para cada 400 mil doses de vacinas aplicadas segundo as referências científicas existentes. 

Eventos adversos pós-vacinação

É possível haver reação após a vacinação da febre amarela. As mais comuns são hipersensibilidade e as manifestações da própria doença com o desenvolvimento dos sinais e sintomas observados. A investigação de morte em até 30 dias após a vacinação deve ser investigada para confirmação se foi ou não relacionada ao uso da vacina. 

Toda a reação deve ser investigada e tratada da mesma forma que os casos suspeitos de Febre Amarela. Toda pessoa vacinada que desenvolver os sinais e sintomas comuns para doença em até 15 dias após a vacinação, deve rapidamente entrar em contato com o seu médico ou se dirigir ao serviço de saúde mais próximo para pronto atendimento. 

Posso doar sangue após a vacinação? 

Pode, após completar 28 dias da vacina. Que tal fazer a doação antes da vacinação para garantir o abastecimento dos estoques de bolsas de sangue. 

Qual a diferença entre a dose fracionada e a dose padrão da vacina?

Na dose padrão, de 0,5ml, a proteção é para a vida toda. Já, na dose fracionada, de 0,1ml, ela tem duração de pelo menos 8 anos.

Quem não deve tomar a vacina contra a Febre Amarela? 

  • Crianças menores de 9 meses de idade.
  • Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade.
  • Pessoas com alergia grave ao ovo.
  • Quem convive com HIV e tem contagem de células CD4 menor que 350.
  • Aqueles que estão em tratamento com quimioterapia/ radioterapia.
  • Portadores de doenças autoimunes.
  • Pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a defesa do corpo).

Como saber se tenho alergia ao ovo?

É previsto da política nacional de alimentação e nutrição do SUS, os profissionais da atenção básica devem fazer avaliação clínica e orientação nutricional das crianças e adultos para identificar alergias alimentares e/ou problemas relacionados à alimentação e nutrição. 

Os profissionais das Unidades Básicas de Saúde devem fazer a orientação sobre a dieta alimentar mais adequada caso a caso (incluindo a recomendação de não vacinação quando há componentes alergênicos) e caso haja necessidade, os usuários poderão ser encaminhados para um serviço especializado para a realização de avaliação complementar e o melhor encaminhamento. 

Vou viajar, como saber se preciso tomar a vacina contra a febre amarela?

Estamos entrando no período de férias! Por isso, os viajantes precisam ficar atentos aos seus destinos, pois se pertencerem às Áreas Com Recomendação de Vacina (ACRV), vão precisar se precaver. Como já falamos acima, a vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da viagem, para garantir o desenvolvimento da imunidade. 

Viagens Nacionais

A vacina (atenuada) é recomendada para toda a população a partir do 9 meses de idade que se desloca da área sem recomendação de vacina (ASRV) para área com a recomendação da vacina (ACVR). Portanto, vale a pena conferir a tabela completa da SBIM.

Viagens Internacionais

Alguns países podem exigir a comprovação da vacinação contra a febre amarela para a entrada em seu território. Sendo assim, confira no portal da Anvisa assim que decidir o destino da sua viagem.

Fonte | Ministério da Saúde


Poliomielite

Vacinação contra poliomielite abaixo da meta

Enquanto a Comissão Global para a Certificação da Erradicação da Poliomielite anunciou, na quinta-feira (24/10), Dia Mundial de Combate à Pólio, a erradicação do poliovírus selvagem tipo 3, no mundo, o Brasil apresenta baixíssimo índice de vacinação correndo o risco de ter novos casos da doença.


O Brasil está livre da Pólio há 25 anos, mas isso é o resultado do alto índice de cobertura vacinal, se ela cai, a doença pode voltar, como aconteceu com o Sarampo, por exemplo.


Até o final de outubro, somente 51,54% de crianças estão vacinadas contra a pólio, quando a meta é de 95%. O Ceará apresenta o melhor índice, de 62%, enquanto o Rio de Janeiro é de 32,47%, menos de um terço da população que deve ser vacinada.


O calendário da vacinação contra a poliomielite é de três doses aos 2, 4 e 6 meses, com 2 reforços, um aos 15 meses e outro aos 4 anos.


Veja a indicação da rede privada:


Aos 2 meses: hexavalente
Aos 4 meses: pentavalente
Aos 6 meses: hexavalente
Aos 15 meses: reforço da pentavalente
Aos 4 anos: dTpa + VIP (vacina refortrix IPV)


No caso dos bebês prematuros a indicação na rede privada é:


Hexavalente aos 2, 4 e 6 meses
Pentavalente aos 15 meses
Refortrix IPV aos 4 anos


Não deixe de vacinar quem você ama! A Beep Saúde vai até a sua casa, de domingo a domingo, levando uma Nova Experiência em Vacinação! Agende aqui: Hexavalente, Pentavalente e Refortrix IPV.



Dia Nacional da Vacinação, saiba a importância desta data!

Neste Dia Nacional da Vacinação, além das esclarecidas palavras da nossa Gerente de Imunizações, Amanda Junqueira, destacamos as principais informações sobre a importância da vacinação para que você tenha em mãos em um formato claro e de fácil leitura. 


Vacinar, acima de tudo, é um ato de cidadania. Precisamos esclarecer isso a todos que estiverem ao nosso alcance. 


Vacinação


“Melhor prevenir do que remediar”.


Esse ditado popular é perfeitamente aplicável à vacinação. Foi ela a grande responsável por fazer com que doenças comuns no Brasil deixassem de ser um problema de saúde pública após vacinação massiva da população. 


Se as novas gerações não são familiarizadas com doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche - algumas doenças comuns do passado - devemos ao esquema vacinal implantado pela Saúde Pública. O resultado da vacinação não se resume a evitar doenças, vacinas salvam vidas! 


Imunidade


A principal função da vacina é gerar imunidade. Com os mesmos antígenos que causam a doença, porém enfraquecidos ou mortos, a vacina ensina e estimula o sistema imunológico a produzir os anticorpos que levam à imunidade. Portanto, a vacina faz as pessoas desenvolverem imunidade sem ficar doente.


Muitas doenças infecciosas estão cada vez mais raras. Pessoas nascidas a partir de 1990 podem nunca ter tido contato com pessoas com sarampo ou rubéola e, definitivamente, com poliomielite. Isso porque as constantes ações de vacinação foram capazes de controlar e eliminar essas doenças do Brasil.


Então, não preciso vacinar contra essas doenças? Precisa! Essas doenças ainda fazem vítimas em outros lugares do mundo. Com a globalização, as pessoas passam por vários continentes em uma única semana - se não estiverem vacinadas, elas podem trazer as doenças para o Brasil e transmitir para alguém que não esteja imunizado.


Pessoas não vacinadas são a porta de entrada de doenças eliminadas no Brasil.


Serviço de Saúde 


Pessoas não vacinadas, quando doentes, sobrecarregam os serviços de saúde, que deixarão de atender outras doenças para cuidar dessas que poderiam ser evitadas por meio da vacinação. 


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas evitam entre 2 e 3 milhões de mortes por ano. Como explicar à sociedade que um dos maiores avanços contra as doenças na história da humanidade são as vacinas? Como fazer com que todas as pessoas entendam que quando a cobertura vacinal cai, aumentam as chances de surgirem epidemias?


Impacto Econômico e Social 


A vacinação evita doenças, salva vidas e está diretamente ligada às áreas econômica e social. No ponto de vista econômico, quando há surtos, o turismo diminui refletindo nas redes hoteleiras, restaurantes e afins, diminuindo a circulação de dinheiro na cidade, estado, país. Vale ressaltar que quando uma pessoa fica doente, precisa parar de trabalhar. Se ela tem carteira assinada, vai ficar no INSS, se ela não tem, vai deixar de ter remuneração no período em que está doente. 


Na questão social, quando a população deixa de ser vacinada, as pessoas ficam suscetíveis, possibilitando a circulação de agentes infecciosos. E assim, não só quem deixou de se vacinar fica comprometido, mas também aqueles que não podem ser imunizados - seja porque ainda não tem idade suficiente para entrar no calendário nacional, seja por sofrer algum comprometimento imunológico.


Conclusão


Esperamos que o conteúdo tenha esclarecido os pontos mais importantes que precisamos destacar sobre o tema. Se você gostou e conhece alguém que precisa se elucidar sobre a importância da vacinação, compartilhe! Essa é a intenção do Dia Nacional da Vacinação! Como cidadãos, temos a missão de difundir as informações corretas, ajudando a desmistificar o tema e a derrubar o movimento antivacinas que existe, não só no Brasil, mas em diversas regiões do mundo inteiro - afinal, esse movimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma das dez ameaças para a saúde mundial. 


Fonte | Blog da Saúde/Ministério da Saúde


Vacinação | Mitos que precisam ser derrubados.

Amanhã, dia 17 de outubro, é celebrado o Dia Nacional da Vacinação. A data foi promovida para conscientizar a população sobre a importância das vacinas, afinal, elas salvam vidas e ajudam a eliminar doenças que já causaram muitas vítimas no passado, como varíola e poliomielite. Campanhas de imunização impedem a ocorrência de epidemias. Mas ainda há muitos mitos sobre a vacinação que precisam ser derrubados, pois cria-se um movimento antivacina prejudicial para toda a sociedade. Destacamos 10 mitos que precisam ser esclarecidos.


Uma melhor higiene e saneamento farão as doenças desaparecerem – vacinas não são necessárias.


MITO. As doenças que podem ser prevenidas por vacinas retornarão caso os programas de imunização sejam interrompidos. Uma melhor higiene, lavagem das mãos e uso de água limpa ajudam a proteger as pessoas de doenças infecciosas. Entretanto, muitas dessas infecções podem se espalhar, independente de quão limpos estamos. Se as pessoas não forem vacinadas, doenças que se tornaram raras, como a poliomielite e o sarampo, reaparecerão rapidamente.


As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal.


MITO. As vacinas são muito seguras. A maioria das reações são geralmente pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. A poliomielite, por exemplo, pode causar paralisia; o sarampo pode causar encefalite e cegueira; e algumas doenças preveníveis por meio da vacinação podem até resultar em morte. Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja muito relevante, os benefícios da imunização superam em muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.


A vacina combinada contra a difteria, tétano e coqueluche e a vacina contra a poliomielite causam a síndrome da morte súbita infantil.


MITO. Não há relação causal entre a administração de vacinas e a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), também conhecida como síndrome da morte súbita do lactente. No entanto, essas vacinas são administradas em um momento em que os bebês podem sofrer com essa síndrome. Em outras palavras, as mortes por SMSI são coincidentes à vacinação e teriam ocorrido mesmo se nenhuma vacina tivesse sido aplicada. É importante lembrar que essas quatro doenças são fatais e que os bebês não vacinados contra elas estão em sério risco de morte ou incapacidade grave.


As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar.


MITO. Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Desde 2005, por exemplo, na Europa Ocidental ocorrem focos de sarampo em populações não vacinadas (Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido). Dessa forma, as duas principais razões para a vacinação são proteger a nós mesmos e também as pessoas que estão à nossa volta. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos. Não devemos apenas confiar nas pessoas ao nosso redor para impedir a propagação da doença; nós também devemos fazer tudo o que pudermos.


Doenças infantis evitáveis por vacinas são apenas infelizes fatos da vida.


MITO. As doenças evitáveis por vacinas não têm que ser "fatos da vida". Enfermidades como sarampo, caxumba e rubéola são graves e podem levar a complicações graves em crianças e adultos, incluindo pneumonia, encefalite, cegueira, diarreia, infecções de ouvido, síndrome da rubéola congênita (caso uma mulher seja infectada com rubéola no início da gravidez) e, por fim, à morte. Todas essas doenças e o sofrimento que elas causam podem ser prevenidos com vacinas. O fato de não vacinar as crianças faz com que elas fiquem desnecessariamente vulneráveis.


Aplicar mais de uma vacina ao mesmo tempo em uma criança pode aumentar o risco de eventos adversos prejudiciais, que podem sobrecarregar seu sistema imunológico.


MITO. Evidências científicas mostram que aplicar várias vacinas ao mesmo tempo não causa aumento de eventos adversos sobre o sistema imunológico das crianças. Elas são expostas a centenas de substâncias estranhas, que desencadeiam uma resposta imune todos os dias. O simples ato de comer introduz novos antígenos no corpo e numerosas bactérias vivem na boca e no nariz. Uma criança é exposta a muito mais antígenos de um resfriado comum ou dor de garganta do que de vacinas. As principais vantagens de aplicar várias vacinas ao mesmo tempo são: menos visitas ao posto de saúde ou hospital, o que economiza tempo e dinheiro; e uma maior probabilidade de que o calendário vacinal seja completado. Além disso, quando é possível ter uma vacinação combinada – como para sarampo, caxumba e rubéola – menos injeções são aplicadas.


Gostou das informações levantadas nesse texto? Compartilhe com a família e amigos! E todos que você deseja uma vida saudável e protegida!


Fonte | Ministério da Saúde


Campanha Nacional contra o Sarampo

O Brasil está em Campanha Nacional contra o sarampo. O país vive um surto de casos desde maio - somando mais de 5 mil casos confirmados, sendo 97% deles em São Paulo. O Ministério da Saúde dividiu a campanha em duas etapas.

1ª Etapa: de 7 a 25 de outubro o foco é: crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade. O chamado "Dia D" da campanha nacional será no dia 19 de outubro.

2ª Etapa: entre 18 e 30 de novembro o foco será na população de 20 a 29 anos. O "Dia D" será no dia 30 de novembro.

Além da campanha nacional, o Ministério da Saúde alerta que mantém a vacinação contra o sarampo regular nos postos de saúde. Veja as situações em que a vacina é considerada prioridade:

Dose zero: todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Elas devem receber uma dose extra, que não elimina a necessidade de cumprir o calendário regular.

Primeira dose: crianças que completaram 12 meses (1 ano) ou após 30 dias das doses zero (quando a dose zero for após 11 meses)

Segunda dose: Aos 15 meses de idade, última dose por toda a vida.
Bloqueio vacinal seletivo: em até 72 horas em todos os contatos do caso suspeito.

Menor de 5 anos não vacinados ou incompletos
Profissionais de saúde, não vacinados ou com cartão incompleto, que atuam em atendimento direto de pacientes com sintomas respiratórios.

De 5 a 29 anos não vacinados
De 5 a 29 anos com cartão incompleto
De 30 a 49 anos não vacinados

Os adultos com mais de 60 anos não precisam se vacinar contra o Sarampo, por já terem tido contato com a doença no passado.

Vacine-se no conforto da sua casa, de domingo a domingo! Agende na Beep a sua vacina contra o Sarampo!

Fonte: G1


Enquanto há a falta da ACWY, posso dar a Meningo B? Meu filho tem 5 meses.

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Luciana, que perguntou se, enquanto há a falta da ACWY no mercado, pode aplicar a Meningo B no seu filho de cinco meses.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Existe diferença nas composições das vacinas da rede pública em relação às vacinas da rede privada?

No áudio acima, o Dr. Edimilson Migowski responde à dúvida da Daniella, que perguntou se existe diferença nas composições das vacinas da rede pública em relação às vacinas da rede privada.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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A vacina Hepatite A pode ser aplicada juntamente à vacina Meningo B?

No áudio acima, o Dr. Edimilson responde à dúvida da Karla Magri, que perguntou se a vacina Hepatite A pode ser aplicada juntamente à vacina Meningo B.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Meu filho tomou vip na rede pública. Ele pode tomar a Pentavalente da rede privada?

No áudio, o Dr. Edimilson responde à dúvida da Sra. Aguiar sobre superdosagem.


Pergunta: "Meu filho tomou a vip na rede pública. Ele pode tomar a Pentavalente na rede particular ou há risco de superdosagem?"


Dr. Edimilson responde que não há nenhum inconveniente em tomar a Poliomielite Inativada da rede pública (vip) e tomar a Pentavalente na rede particular, essa informação vem sendo orientada, inclusive, pela Sociedade Brasileira de Imunizações.


Clique no áudio e escute as palavras do Dr. Edimison Migowski.


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Validade das Vacinas | Dr. Edimilson responde

Validade das Vacinas: uma dúvida frequente entre os pais. No vídeo acima, o Dr. Edimilson Migowski, renomado infectologista, esclarece o tema.


Aproveitamos para contar um pouquinho sobre a nossa Cadeia de Frio para você conhecer como a vacina é bem cuidada por toda a nossa equipe, em todos os processos, incluindo a questão da validade das vacinas, que é sempre monitorada por toda a equipe envolvida - na Beep você se vacina com segurança.


Tudo começa no nosso CD, Centro de Distribuição, que possui os mesmos equipamentos da Tecnocold - referência em distribuição de vacina.


Nosso estoque trabalha com a câmara fria INDREL®, específica para armazenamento de vacinas com gerador próprio de 48 horas de duração, garantindo a qualidade dos produtos de eventuais quedas de energia.


Para o transporte do produto do CD até a sua casa, realizamos o processo Cadeia de Frio, que garante total segurança através do uso da Câmara Fria portátil.


Desde o fabricante, passando pelo armazenamento e distribuição, até chegar em sua casa para a aplicação, a temperatura da vacina é constantemente monitorada - ficando entre 2º a 8º constantes.


Vale destacar que a nossa Câmara Fria portátil possui sistema de alarme avisando qualquer oscilação. Seu sistema de homogeneização de temperatura garante distribuição uniforme por todos os 15 litros de capacidade.


Durante o atendimento, as enfermeiras explicam todo o procedimento, as possíveis reações e colam na caderneta o adesivo do lote de cada vacina que é aplicada. Havendo qualquer dúvida, elas estão prontas para esclarecer.


Essas informações te ajudaram a esclarecer o tema? Compartilhe com os seus amigos que também apresentam essa dúvida!