Quantas pessoas cabem em um ícone? No nosso celular? Na palma das nossas mãos? Entenda como o trabalho por trás do nosso app garantiu uma nota alta na avaliação dos usuários!


Antes de conhecer uma empresa de tecnologia, conhecemos um aplicativo. Quando pensamos em iFood, Uber, Nubank, entre outras gigantes do mercado, o que vem à nossa mente são os pequenos quadrados que ocupam as telas dos nossos telefones. E, como a Beep é uma healthtech – ou seja, uma empresa que utiliza tecnologia para oferecer serviços de saúde -, com a gente não poderia ser diferente.
Para além dos mobiles, a missão de encantar, dentro da casa dos clientes, fica com as nossas queridas e incríveis técnicas, junto à equipe de Operações. Encantar o público nas ruas, é trabalho da dedicada equipe de Marketing. Encantar os médicos, é um esforço diário do time Comercial. Mas, do lado de cá do escritório, cabe ao nosso super competente time de Tech garantir que o processo de agendamento dos nossos serviços seja prático, ágil e confortável. E isso não acontece da noite para o dia!
O ícone verde com o charmoso B, que permite o agendamento de exames laboratoriais e vacinas, no conforto de casa, com apenas um clique, passou por um intenso processo de transformação desde que foi criado. Afinal, nossa maior motivação é garantir que as pessoas vivam as melhores experiências com a Beep.
Para contar essa história, convidamos a nossa Coordenadora de UX (em português, “experiência do usuário”), e uma das responsáveis por essa revolução do nosso aplicativo, Rachell Santana.

A versão 1.0


Há mais de um ano, a Rachell, o Luiz Costa (CTO) e o Iuri Menescal (Co-fundador da Beep), acharam que o nosso app poderia ser melhor. Empolgados com a ideia, decidiram recrutar o time de Tecnologia para começar tudo de novo. Isso mesmo: um aplicativo inteiro. Reconstruído do zero.
Como quase todo novo empreendimento de tecnologia, a Beep passou por algumas transformações em seu modelo de negócio, desde quando surgiu, em 2016. A empresa testou diferentes frentes de atuação, como atendimento médico domiciliar, vacinação com clínicas parceiras, entre outros, até encontrar o que realmente faltava no mercado de saúde. O que se manteve igual durante essa jornada foi o seu norte: oferecer os melhores serviços, com a praticidade e conforto permitidos pela tecnologia. Por isso, o aplicativo sofreu reflexo direto dessas mudanças. Rachell explica:
“O nosso produto precisou se adaptar rapidamente aos diferentes experimentos de negócios que fizemos, ao longo desses 5 anos. Precisávamos validar esses testes de forma acelerada e com baixo custo. Nessa fase, o tempo era o que importava. Quando a Beep encontrou seu nicho, o aplicativo já tinha sofrido muitas mudanças, não estava fácil de usar e a tecnologia não era a que o time de engenharia achava a mais adequada.”

Foram inúmeros ajustes e atualizações no nosso app, que já está na versão 15.1. Para chegar nesse produto que temos hoje, desde quando decidiram mudar tudo há um ano, a equipe de Tech passou 6 meses rabiscando ideias, cortando o que não estava funcionando, fazendo pesquisas, “roadmaps”, “story maps” e testes, até encontrar a solução que julgavam ser ideal. Enfim, no início de agosto, o app da Beep atingiu o tão esperado 5.0 na avaliação dos usuários! 
“Conseguimos isso por meio de muita pesquisa e mergulho nas necessidades dos clientes. Organização, administração de tempo e time qualificado também foram fatores fundamentais para o sucesso do aplicativo. Além de, claro, excelência da outra ponta do serviço da Beep, que são o atendimento e o encantamento na casa do cliente”, comenta a Coordenadora de UX.

Atualmente, estamos com a pontuação 4.8, mas seguimos trabalhando para atingir a nota máxima novamente.

+ Conheça o nosso app!



No meio do caminho tinha um bug


É claro que essa revolução tecnológica não aconteceu de maneira simples e fácil, sem alguns desafios no caminho. Afinal, a nossa marca estava crescendo e batendo metas mensalmente. A Beep já tinha, em mãos, um produto eficaz, entregando um serviço de qualidade.
“Era um grande risco refazer o aplicativo, mudar sua tecnologia, sua interface e usabilidade. Outro desafio foi encontrar tempo e disponibilidade das pessoas do próprio time de engenharia e também de outros stakeholders da empresa”, conta Rachell.

Ela também explica que a maior adversidade em trabalhar com experiência do usuário e desenvolvimento é descobrir se estamos resolvendo os problemas dos nossos clientes da melhor forma possível, impactando e fazendo a diferença em suas vidas. “Outro desafio é não cair nas armadilhas de um time de desenvolvimento, que, em geral, são investimento de tempo e esforço em tarefas que não geram resultados para o negócio”, completa.
Parte do time de Tech da Beep, com Luiz e Rachell.

“Devs” ser muito legal trabalhar na Beep. Como eu faço?


Se, ao ler esta matéria, você ficou interessado em participar das próximas revoluções no nosso app e dos nossos sistemas, ajudando a construir uma healthtech que só cresce no mercado, a Rachell passa a visão:
“O cenário atual está muito propício para quem quer iniciar a carreira como desenvolvedor. Todas as empresas precisam ser digitais e, para isso, precisam de profissionais da área. Uma boa alternativa para quem está começando, ou migrando de área, é entrar em um programa de treinamento, como o Beep Code. Lá, o iniciante terá 12 semanas de treinamento com o nosso time de Tecnologia e participará de projetos reais, ganhando experiência prática!”

O link com as nossas vagas está aqui: https://beepsaude.gupy.io/

Quem não se atualiza, não é utilizado


Segundo a “Teoria da Evolução Beepiana”, nosso aplicativo – que já é ótimo! – precisa estar em constante adaptação às mudanças do mundo contemporâneo para sobreviver. Afinal, os bugs, assim como o tempo, não param. Por isso, nosso time de Tecnologia está sempre desenvolvendo habilidades para sermos a Beep que você conhece, só que mais moderna!
“O app tem muitas funcionalidades a serem implementadas e melhoradas. A diferença entre um produto comum e um produto digital é justamente estar em constante incremento e evolução. O mercado da Beep é enorme e ainda temos muito a explorar como produto digital e como empresa”, conclui Rachell.

Quer continuar evoluindo? Então #FazUmBeep e vem com a gente. 😉

+ Leia mais sobre Tecnologia:

  1. Conheça o Oswaldo, o sistema que faz a Beep funcionar
  2. Camada de Aplicação, Domain Driven Design e Isolamento do Domínio
  3. Modular Monoliths – Parte 1 | A história por trás da decisão
  4. Modular Monoliths – Parte 2 | Identificando os módulos