Vacina Tetra Viral

Vacina Tetravalente Viral

De R$290 a R$325

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O que é a Vacina Tetravalente Viral?

A Vacina Tetravalente Viral (também chamada de tetra viral) é adotada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a aplicação da segunda dose da vacina tríplice viral e a primeira dose da vacina varicela.

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Quais doenças ela previne?

Sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

Como é aplicada?

Subcutânea.

Onde pode ser encontrada?

Ela pode ser encontrada na Beep, com atendimento domiciliar, nas clínicas privadas ou nas Unidades Básicas de Saúde.*

Indicação

Uso adulto e pediátrico a partir dos 9 meses de idade. Indicada como rotina a partir dos 12 meses de idade, porém, em situações de surto ou epidemia, a primeira dose pode ser administrada a partir dos 9 meses de idade.

Contraindicações da Vacina Tetravalente Viral

Não devem tomar a vacina: gestantes; quem possui comprometimento da imunidade por doença ou medicação; histórico de anafilaxia depois de dose anterior da vacina ou a algum componente.

A maior parte das crianças com histórico de reação anafilática a ovo não tem reações à vacina. Ainda que a reação seja intensa, não existe contraindicação ao uso da vacina tetra viral. Porém, é prudente que a aplicação seja realizada em ambientes hospitalares.

Possíveis reações

Reações muito comuns: vermelhidão no local da injeção e febre.

Reações comuns: infecção do trato respiratório superior, erupções na pele semelhante às do sarampo que geralmente aparecem de forma tardia (7 a 10 dias após a vacinação), e somem poucos dias depois, sem deixar sequelas. Podem ser seguidas de febre, por vezes acima de 39°C por 1-2 dias, além de dor e inchaço no local da injeção.

Reações incomuns: otite média, aumento ou surgimento de “gânglios” próximo à região do local da vacinação (linfadenopatia), perda de apetite, nervosismo, choro anormal (em crianças), insônia, conjuntivite, bronquite, tosse, aumento da glândula parótida, diarreia e vômito.

Reações raras: reações alérgicas (incluindo reação anafilática), convulsões febris, inflamação dos testículos (orquite), dor e inflamação das articulações.

Cuidados antes, durante e após a aplicação da Vacina Tetra Viral 

Medula Óssea

Crianças que estão em tratamento contra o câncer, passando por quimioterapia, só podem realizar a vacinação três meses após o término do tratamento.

Medicamentos imunossupressores

Crianças que usaram medicamentos que diminuem a imunidade só podem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do uso do medicamento.

Quimioterapia

Crianças que estão em tratamento contra o câncer, passando por quimioterapia, só podem realizar a vacinação três meses após o término do tratamento.

Ocorrências

 Ao apresentar ocorrências graves ou inesperadas depois da aplicação, o serviço que realizou a vacinação deve ser informado.

Quantas doses tomar?

A pessoa deve tomar duas doses na vida, com intervalo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade para ser considerada protegida.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) indicam, como rotina para crianças, duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Se não for possível utilizar a tetravalente viral, ela pode ser substituída pela tríplice viral (SCR) e a vacina contra varicela separadas.

Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas, devem tomar duas doses com intervalo de um a dois meses.

A rotina do sistema público inclui duas doses de varicela: a primeira aplicada aos 15 meses (na apresentação SCR-V) nas crianças que já receberam a primeira dose da tríplice viral - e em formulação isolada, aos 4 anos.

Quem já teve sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora), é considerado protegido contra as doenças, mas é preciso certeza do diagnóstico. Havendo incerteza, recomenda-se a vacinação.

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Médica e criança interagindo - indique um amigo - beep

Tem alergia? Confira do que é feita a Vacina Tetravalente Viral

É uma vacina atenuada. Apresenta os vírus vivos, porém “enfraquecidos”, do sarampo, da rubéola, da caxumba e da varicela (catapora), lactose anidra, sorbitol, manitol, aminoácidos, traços de neomicina e água para injeção. Apresenta traços de proteína do ovo de galinha usado no processo de fabricação da vacina.


* Na Beep Saúde, para crianças a partir de 9 meses e nas Unidades Básicas de Saúde, para crianças de 15 meses a 4 anos.

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Vacina Tríplice Bacteriana + VIP

Vacina Tríplice Bacteriana + Poliomielite inativada (VIP)

De R$180 a R$194

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O que é a Vacina Tríplice Bacteriana + Poliomielite inativada (VIP)?

A Vacina Tríplice Bacteriana + Poliomielite inativada (VIP), também conhecida como dTpa+VIP, é  indicada no reforço aos 4-5 anos de idade e para viajantes a locais de risco para a poliomielite, ainda que as pessoas estejam em dia com a dTpa.

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Quais doenças ela previne?

Difteria, tétano, coqueluche e poliomielite.

Como é aplicada?

Intramuscular.

Onde pode ser encontrada?

 Ela pode ser encontrada na Beep, com atendimento domiciliar, e nas clínicas privadas de vacinação e nos CRIEs.

Indicação

Crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes, adultos e idosos.*

Contraindicações da Vacina Tríplice Bacteriana + VIP

Esta vacina é contraindicada às pessoas que apresentaram anafilaxia depois de usar componentes da vacina ou dose anterior.

Possíveis reações

Crianças de 3 a 9 anos de idade: 

Reações muito comuns: irritabilidade, sonolência, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço), cansaço. 

Reações comuns: perda de apetite, dor de cabeça, febre maior ou igual a 37,5 ºC.

Reações incomuns: distúrbios gastrointestinais (diarreia e vômito), infecções do trato respiratório superior, distúrbios na atenção, conjuntivite, rash cutâneo (erupções na pele), outras reações no local de injeção (como enduração).

Reações raras: convulsões (com ou sem febre), urticária, inchaço extenso do membro vacinado (reação de Arthus), fraqueza, reações alérgicas (incluindo reações anafiláticas).

 

Adultos, adolescentes e crianças acima de 10 anos de idade: 

Reações muito comuns: dor de cabeça, reações no local da injeção (incluindo dor, vermelhidão e inchaço), cansaço, mal-estar. 

Reações comuns: tontura, náusea, distúrbios gastrointestinais, febre maior ou igual a 37,5 ºC, reações no local da injeção (como inchaço no local de injeção e abscesso estéril no local de injeção). 

Reações incomuns: infecções do trato respiratório superior, faringite, aumento dos gânglios no local da injeção (linfadenopatia), desmaio, tosse, diarreia, vômito, suor excessivo, coceira, rash (erupção na pele), dor e rigidez na musculatura e articulações, febre acima de 39ºC, sintomas semelhantes aos de gripe.

Reações raras: convulsões (com ou sem febre), urticária, inchaço extenso do membro vacinado (reação de Arthus), fraqueza,reações alérgicas (incluindo reações anafiláticas).

Cuidados antes, durante e após a aplicação da Vacina Tríplice Bacteriana + VIP

Febre

A vacinação deverá ser suspensa caso a pessoa apresente febre.

Reação de Arthus

Havendo uma reação muito acentuada no local de aplicação (Arthus), é aconselhável observar o intervalo de dez anos após a aplicação da última dose da vacina para administrar a dose de reforço.

Dor

As dores no local de aplicação podem ser aliviadas com compressas frias - a Beep oferece o famoso gelinho. Nos casos de dores mais acentuadas, consulte o seu médico para o uso correto de medicação.

Sintomas Prolongados

Os sintomas persistentes, que duram por mais de 72 horas, devem ser pesquisados para a verificação de outras causas.

Quantas doses tomar?

Em crianças, é geralmente utilizada no reforço de 4 anos de idade. Para adultos ainda não vacinados, recomenda-se o esquema de 3 doses, sendo necessários reforços a cada 10 anos. Pode substituir qualquer dose da dTpa. Conforme já citamos, em caso de viagens para destinos de risco para a poliomielite, pode ser administrada em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

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Tem alergia? Confira do que é feita a Vacina Tríplice Bacteriana + VIP

A dTpa-Vip, também chamada de vacina tríplice bacteriana acelular + poliomielite, é uma vacina inativada, portanto, não há como causar doença.

A sua composição apresenta os toxóides diftérico e tetânico (derivados das toxinas produzidas pelas bactérias causadoras das doenças), componentes da cápsula da bactéria da coqueluche (Bordetella pertussis), vírus da poliomielite inativados (mortos) tipos 1, 2 e 3, sal de alumínio como adjuvante, 2-fenoxietanol, polissorbato 80, cloreto de sódio e água para injeção.

Pode apresentar traços de formaldeído, neomicina e polimixina B usados no processo de fabricação.


*  Reforços são indicados para crianças a partir de (3 ou) 4 anos, além de adolescentes e adultos. (indicado apenas a partir de 3 anos de idade)

No reforço de 4 a 5 anos de idade pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações).

Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite.

Gestantes podem substituir, na falta da dTpa, pela dTpa-Vip ou quando se tratar de gestante viajando para área de risco para poliomielite.

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Vacina Meningocócica B

Vacina Meningocócica B

De R$530 a R$570

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O que é a Vacina Meningocócica B?

A Vacina Meningocócica B previne a meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

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Quais doenças ela previne?

Meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

Como é aplicada?

Intramuscular.

Onde pode ser encontrada?

Ela pode ser encontrada na Beep, com atendimento domiciliar, e nas clínicas privadas de vacinação.

Indicação

 Crianças, adolescentes e adultos até 50 anos de idade.*

Contraindicações da Vacina Meningocócica B

A Vacina Meningocócica B é contraindicada àqueles que apresentaram quadro de anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Possíveis reações

Reações muito comuns: dor, vermelhidão, inchaço, endurecimento e sensibilidade no local da injeção, dor nas articulações, dor muscular, sonolência, irritabilidade, choro incomum, náusea, vômito, diarreia, dor de cabeça, indisposição.

A sensibilidade no local da injeção pode ser severa a ponto de, nos bebês, causar choro ao manipular o membro onde recebeu a vacina. Nos adolescentes e adultos, pode resultar na incapacidade de realizar atividades normais do dia a dia. Essas reações locais não apresentam gravidade e são transitórias, não causando nenhum tipo de sequela.

Reações comuns: erupções cutâneas (principalmente em bebês e crianças de 2 a 10 anos de idade).

Reações incomuns: febre alta (maior ou igual a 40°C), convulsões (incluindo convulsão febril), pele seca, palidez (rara após a dose de reforço).

Reações raras: doença de Kawasaki, que pode incluir sintomas como febre que dura mais de cinco dias, associada a erupção cutânea no tronco e, às vezes, seguida por descamação da pele das mãos e dedos, gânglios inchados no pescoço (linfadenopatia), olhos, lábios, garganta e língua vermelhos, erupção cutânea com coceira.

Beep FebreAmarela Mãe e Filha

Cuidados antes, durante e após a aplicação da Vacina Meningocócica B

Febre

O uso de paracetamol antes ou logo após a vacinação pode reduzir o risco de febre e não interfere na resposta imune à vacina. Lembre-se que é recomendado falar com o seu médico antes do uso de qualquer medicamento.

Ocorrências

Ao apresentar ocorrências graves ou inesperadas depois da aplicação, o serviço que realizou a vacinação deve ser informado.

Dor

As dores no local de aplicação podem ser aliviadas com compressas frias - a Beep oferece o famoso gelinho. Nos casos de dores mais acentuadas, consulte o seu médico para o uso correto de medicação.

Meningocócica ACWY

A Meningocócica B pode ser administrada junto com a Meningocócica ACWY. Consulte o Pacote Meningites.

Quantas doses tomar?

O uso rotineiro de duas doses (aos 3 e 5 meses de vida) e um reforço entre os 12 e 15 meses na vacinação infantil é uma recomendação das Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm).

Porém, se a primeira dose não for feita aos três meses, o esquema pode variar.

Quadro com moldura - Calendário de vacinação - Beep

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Faixa etária de início da vacinação
Número de doses do esquema primário
Intervalo entre as doses
Reforço

2 meses
Três doses
Dois meses
Uma dose entre 12 e 15 meses com intervalo de pelo menos 6 meses entre a vacinação primária e o reforço

3 a 5 meses
Duas doses
Dois meses
Uma dose entre 12 ea 15 meses com intervalo de pelo menos 6 meses entre a vacinação primária e o reforço

6 a 11 meses
Duas doses
Dois meses
Uma dose no segundo ano de vida, com intervalo de pelo menos 2 meses entre a vacinação primária e o reforço

12 a 23 meses
Duas doses
Dois meses
Uma dose com intervalo de 12 a 23 meses entre a vacinação primária e o reforço

A partir de 2 anos (até 50 anos)
Duas doses
Um mês
Não foi estabelecida a necessidade de reforços

Bebê saudável

Tem alergia? Confira do que é feita a Vacina Meningocócica B

Como é uma vacina inativada, não há como provocar a doença.

Sua composição leva três proteínas subcapsulares e vesículas da membrana externa do meningococo B, além de hidróxido de alumínio, cloreto de sódio, histidina, sacarose e água para injeção.

Acho importante acrescentarmos o quadro com as recomendações in bula de acordo com a idade em que se inicia o esquema. Já tínhamos o quadrinho anteriormente no outro site. Importante manter.


*Crianças e adolescentes de acordo com as Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm). Dependendo da situação epidemiológica, adultos e idosos também devem tomar a vacina: pessoas de qualquer idade com doenças que facilitem o risco para a doença meningocócica, viajantes com destino às regiões onde apresentam risco aumentado da doença, entre outros.

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